Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: EUA planejam operações militares contra narcotraficantes na América Latina
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Aprenda a liberar até 10 GB de memória no seu WhatsApp
Câmara aprova projeto para converter milhas e pontos em dinheiro
TSE mantém multa de R$ 53 mil à Quaest por erros nas eleições
Estudo mostra o tempo correto de musculação para viver mais
Governo Lula prepara tarifaço de reciprocidade contra EUA

14 de agosto de 2026 17:42

OpiniãoMT > Blog > Brasil > EUA planejam operações militares contra narcotraficantes na América Latina
Brasil

EUA planejam operações militares contra narcotraficantes na América Latina

EUA avaliam operações terrestres contra organizações do narcotráfico na América Latina, em estratégia que amplia ações militares na região.

Redação OPMT
Publicado em: 13 de agosto de 2026
Compartilhar
6 Minutos de Leitura
EUA planejam operações militares contra narcotraficantes na América Latina
Compartilhar

Os EUA estudam ampliar sua estratégia de combate ao narcotráfico na América Latina com a realização de operações militares terrestres contra organizações criminosas. A possibilidade foi apresentada pelo secretário de Guerra norte-americano, Pete Hegseth, durante uma visita ao Panamá, em meio à intensificação das ações do governo de Donald Trump contra grupos classificados como organizações terroristas.

EUA avaliam operações contra cartéis em território terrestre

Segundo Pete Hegseth, as futuras operações poderão seguir uma lógica semelhante à empregada nos ataques realizados contra embarcações suspeitas de envolvimento com o tráfico de drogas em águas internacionais. A proposta é desenvolver, junto a países aliados, uma estrutura capaz de combater organizações criminosas também em terra.

O secretário afirmou que os EUA pretendem atuar contra grupos envolvidos com o narcotráfico independentemente do local onde estejam estabelecidos, desde que sejam considerados uma ameaça aos cidadãos norte-americanos ou aos países parceiros.

Hegseth mencionou a cooperação com Equador, Colômbia e outras nações da região. De acordo com o secretário, o objetivo é ampliar a capacidade de enfrentamento das chamadas organizações de tráfico de drogas, conhecidas pela sigla DTO.

Estratégia inclui diferentes grupos criminosos

A estratégia anunciada pelo governo norte-americano poderá alcançar organizações envolvidas em diferentes modalidades do tráfico de drogas. Entre os exemplos citados estão redes associadas ao comércio de cocaína e ao tráfico de fentanil com atuação relacionada ao México.

Hegseth também afirmou que integrantes remanescentes de grupos guerrilheiros colombianos poderão ser considerados alvos das ações militares.

A mudança representa uma possível ampliação da estratégia adotada pelos EUA, que desde setembro do ano passado vêm realizando ataques contra embarcações apontadas como integrantes de redes de narcotráfico no Caribe e no leste do Oceano Pacífico.

Coalizão anticartéis reúne países da América Latina

As discussões ocorrem paralelamente à atuação da Coalizão Anticartéis das Américas, iniciativa liderada pelos EUA para ampliar a cooperação regional contra organizações criminosas.

O grupo reúne 19 países, entre eles Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Honduras e Peru. O Brasil não integra a aliança atualmente.

A Colômbia passou a fazer parte da coalizão nesta semana, enquanto o México, apesar de abrigar algumas das principais organizações criminosas da região, permanece fora do grupo.

A atuação conjunta busca aumentar o compartilhamento de informações e a capacidade operacional dos países participantes no enfrentamento ao tráfico internacional de drogas.

PCC e Comando Vermelho foram incluídos na classificação

A política norte-americana também envolve a ampliação da classificação de organizações ligadas ao narcotráfico como grupos terroristas.

Em junho, o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), duas das principais facções criminosas brasileiras, foram incluídos pelos EUA nessa classificação.

A medida aumentou a pressão diplomática e de segurança sobre organizações criminosas latino-americanas e passou a integrar a estratégia mais ampla de combate ao tráfico adotada pelo governo Trump.

Operações contra embarcações deixaram mais de 200 mortos

Desde setembro do ano passado, os EUA mantêm uma campanha militar contra supostas embarcações utilizadas por narcotraficantes em áreas marítimas internacionais.

Segundo as informações apresentadas no pronunciamento de Hegseth, essas operações provocaram pelo menos 215 mortes. O secretário afirmou que, no curto prazo, a intenção é desenvolver com os países aliados uma capacidade operacional semelhante para ações terrestres.

A proposta amplia o alcance das operações militares e coloca organizações criminosas estabelecidas em diferentes pontos da América Latina no foco da estratégia norte-americana.

Hegseth declarou ainda que o governo pretende utilizar diferentes recursos disponíveis para desarticular as redes consideradas responsáveis pelo tráfico de drogas, em vez de depender exclusivamente de procedimentos judiciais.

Declarações foram feitas durante visita ao Panamá

As declarações do secretário de Guerra dos EUA ocorreram na noite de quarta-feira (12), durante uma viagem ao Panamá. Hegseth estava em uma região de selva do país para acompanhar exercícios militares realizados anualmente com participação internacional.

As atividades reúnem aproximadamente 20 países e fazem parte dos esforços de cooperação militar na região.

O Panamá também tem papel estratégico na política de segurança dos EUA para a América Latina, especialmente devido à localização do país e à importância das rotas utilizadas pelo comércio internacional.

Brasil permanece fora da aliança

Apesar da ampliação da iniciativa norte-americana, o Brasil não faz parte da Coalizão Anticartéis das Américas. Dessa forma, qualquer eventual operação terrestre relacionada à estratégia anunciada dependeria das relações de cooperação estabelecidas entre os EUA e os países envolvidos.

A declaração de Hegseth, contudo, indica que Washington pretende aumentar a atuação contra organizações criminosas para além das operações marítimas que já estão em andamento.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print

Você também vai gostar de ver

Técnico de Enfermagem é preso em Curitiba por abusar de pacientes sedados e gravar tudo
Brasil

Técnico de Enfermagem é preso suspeito de abusar de pacientes sedados e gravar tudo

31 de outubro de 2024
Alfabetização no Brasil recupera patamar pré-pandemia; 56% de crianças alfabetizadas
Brasil

Alfabetização no Brasil recupera patamar pré-pandemia; 56% de crianças alfabetizadas

28 de maio de 2024
Manifestantes de esquerda vão às ruas em protesto contra o PL da Dosimetria
Brasil

Manifestantes de esquerda vão às ruas em protesto contra o PL da Dosimetria

14 de dezembro de 2025
Número de mortos em Megaoperação no Rio sobe para 132, segundo Defensoria
Brasil

Dos 99 mortos identificados, 78 tinham passagens pela polícia, confirma Governo do Rio

31 de outubro de 2025
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?