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Leia: Famílias afetadas por hidrelétrica em Sinop receberão indenização extra
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OpiniãoMT > Blog > Justiça > Famílias afetadas por hidrelétrica em Sinop receberão indenização extra
Justiça

Famílias afetadas por hidrelétrica em Sinop receberão indenização extra

214 famílias receberão indenização suplementar após decisão judicial reconhecer valor irrisório pago pela Usina Hidrelétrica Sinop.

última atualização: 28 de março de 2024 14:05
Redação OPMT
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3 Minutos de Leitura
Justiça determina que Famílias afetadas por hidrelétrica em Sinop, receberão uma indenização extra
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Em uma vitória histórica para a justiça social, 214 famílias do Projeto de Assentamento Wesley Manoel dos Santos, em Sinop (MT), receberão indenização suplementar por danos causados pela construção da Usina Hidrelétrica Sinop. A decisão judicial, proferida no dia 20 de março de 2024, reconhece que o valor pago pela Companhia Energética Sinop (CES) pelas terras desapropriadas era irrisório e configurava violação de direitos fundamentais.

Avaliação da indenização

Uma avaliação pericial detalhada sobre os 214 lotes afetados pelo projeto, localizados no Projeto de Assentamento Wesley Manoel dos Santos, revelou que a CES havia pago um valor significativamente abaixo do preço de mercado pela terra. Originalmente, a empresa compensou os proprietários com R$ 3,9 mil por hectare, enquanto a análise judicial apontou que o valor justo seria entre R$ 6,8 mil a R$ 11,5 mil por hectare.

Determinação Judicial

Diante das evidências, o juiz responsável pelo caso julgou o valor pago anteriormente como inadequado, ordenando que cada uma das 214 famílias afetadas receba R$ 10 mil como parte de uma indenização suplementar. Esta decisão visa corrigir a discrepância entre o valor pago e o valor de mercado da terra no período de desapropriação, estimado pela perícia em cerca de R$ 8,4 mil por hectare.

O Ministério Público Federal destacou que, ao longo do processo de desapropriação, as famílias sofreram violações graves de seus direitos fundamentais, incluindo o direito à moradia, à propriedade e à dignidade humana. 

O valor de indenização insuficiente não só desrespeitou esses direitos, como também comprometeu a capacidade das famílias de reconstruir suas vidas e manter suas atividades socioeconômicas.

Impactos socioambientais e coação

A decisão judicial também levou em consideração os relatos de coação exercida pela CES, que pressionou os assentados a aceitar a proposta de indenização em um prazo extremamente curto, sob a ameaça de reduzir ainda mais o valor oferecido. 

Além disso, os impactos socioambientais, como a redução da área produtiva e a perda de recursos hídricos, foram fundamentais para a determinação da necessidade de uma compensação adicional.

Ao reconhecer as falhas no processo de indenização e determinar uma compensação suplementar justa, a decisão reafirma a importância do respeito aos direitos fundamentais das comunidades locais e estabelece um precedente importante para futuros casos similares. 

A busca por justiça, neste contexto, evidencia a necessidade de uma avaliação cuidadosa e justa dos impactos de tais projetos, garantindo que todas as partes afetadas sejam adequadamente compensadas.

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