Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: STF forma maioria contra revistas íntimas vexatórias em presídios
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Paciente sobrevive 271 dias com rim de porco antes de receber transplante humano
Exportações de carne bovina do Brasil para a China caem 89,83% em agosto
Petrobras recebe autorização para perfurar na Margem Equatorial
Cripta com restos mortais de D. Pedro I será reaberta em São Paulo
A arrecadação do governo federal deve bater recorde de R$ 3,24 trilhões em 2026

6 de setembro de 2026 08:49

OpiniãoMT > Blog > Justiça > STF forma maioria contra revistas íntimas vexatórias em presídios
Justiça

STF forma maioria contra revistas íntimas vexatórias em presídios

O STF formou maioria para proibir revistas íntimas vexatórias nos presídios, mas o julgamento foi suspenso por pedido de destaque de Alexandre de Moraes

Redação OPMT
Publicado em: 18 de outubro de 2024
Compartilhar
4 Minutos de Leitura
STF forma maioria contra revistas íntimas vexatórias em presídios
Compartilhar

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria de votos, nesta sexta-feira (18), a favor da proibição de revistas íntimas vexatórias em presídios, medida adotada para evitar a entrada de drogas, armas e celulares. Com um placar de 6 votos a 5, o julgamento foi interrompido após um pedido de destaque feito pelo ministro Alexandre de Moraes, adiando a decisão final sobre o tema.

Revistas íntimas em presídios

O julgamento do STF, iniciado em 2016, já foi interrompido diversas vezes por pedidos de vista e outros destaques. Na sessão mais recente, a votação alcançou maioria contra a prática das revistas íntimas vexatórias. No entanto, o ministro Alexandre de Moraes pediu destaque, o que implica na transferência do julgamento do plenário virtual para o físico. A data para a retomada do julgamento ainda será definida pelo tribunal.

Essa nova suspensão ocorreu após o voto do ministro Cristiano Zanin, que, em maio deste ano, também havia solicitado mais tempo para analisar o processo. Zanin, no entanto, voltou à sessão acompanhando o relator, ministro Edson Fachin, manifestando-se contra as revistas vexatórias. Logo após, o julgamento foi novamente paralisado.

O caso em análise

O STF julga um recurso do Ministério Público que tenta reverter a absolvição de uma mulher flagrada em um presídio de Porto Alegre ao tentar entrar com 96 gramas de maconha, escondidas em um preservativo dentro de sua vagina. Inicialmente, a mulher foi condenada em primeira instância. 

No entanto, a Defensoria Pública recorreu ao Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS), que decidiu pela sua absolvição, argumentando que o procedimento de revista íntima foi realizado de maneira ilegal.

Esse caso específico é emblemático e traz à tona a discussão sobre a violação de direitos fundamentais durante as revistas realizadas nos presídios, confrontando a segurança com dignidade humana. A decisão do STF poderá ter repercussões significativas na forma como as revistas serão conduzidas futuramente.

Os Votos dos Ministros

O relator do caso, ministro Edson Fachin, manifestou-se em 2020 pela ilegalidade das revistas íntimas vexatórias. Para Fachin, o procedimento viola a dignidade e a intimidade das pessoas, uma vez que funcionários das penitenciárias não devem realizar buscas invasivas em parentes ou amigos dos presos. 

Fachin sugeriu que fossem adotados métodos menos intrusivos, como o uso de scanners corporais, raquetes de raio-x ou revistas corporais superficiais, evitando a necessidade de remoção de roupas e inspeção das partes íntimas.

A opinião de Fachin foi seguida por outros ministros, como Luís Roberto Barroso, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia e Rosa Weber, que também defenderam a substituição das revistas íntimas por práticas mais respeitosas aos direitos humanos.

No entanto, o ministro Alexandre de Moraes, que pediu o destaque, abriu divergência. Para Moraes, embora as revistas íntimas vexatórias sejam um problema real, ele argumentou que a proibição automática dessas práticas pode prejudicar a segurança nos presídios. 

Segundo Moraes, é necessário avaliar caso a caso para determinar quando uma revista íntima é ou não degradante. O voto do ministro foi seguido por Dias Toffoli, Nunes Marques e André Mendonça, que apoiaram a manutenção das revistas em situações excepcionais.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print

Você também vai gostar de ver

Justiça

“O coronel nunca ouviu falar de Zampieri”, afirma defesa que nega acusação e aponta inocência; VEJA VÍDEOS

28 de julho de 2026
TSE cancela envio de observadores à Venezuela após críticas de Maduro as urnas eletrônicas
Justiça

TSE cancela envio de observadores à Venezuela após críticas de Maduro as urnas eletrônicas

25 de julho de 2024
Justiça

Promotores querem retirada de advogado da família Zampieri em ação que investiga morte do jurista; esposa da vítima rebate pedido do MP

8 de agosto de 2024
Justiça

Justiça condena PM de Cuiabá por atirar em adolescente

9 de julho de 2025
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?