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7 de junho de 2026 22:18

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OpiniãoMT > Blog > Assembléia Legislativa > Sem projeto da RGA, deputados suspendem sessão extraordinária por unanimidade
Assembléia Legislativa

Sem projeto da RGA, deputados suspendem sessão extraordinária por unanimidade

última atualização: 15 de janeiro de 2026 09:08
Jornalista Mauad
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5 Minutos de Leitura
Foto: ANGELO VARELA / ALMT
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Convocados extraordinariamente na última quarta-feira, dia 14 de janeiro, para votar projetos de interesse do Poder Executivo, entre eles o que assegura a Revisão Geral Anual (RGA) dos servidores públicos estaduais e o parecer favorável às contas do governador Mauro Mendes, referentes ao exercício de 2024 e apreciadas pelo Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), os deputados estaduais decidiram, por unanimidade, suspender a sessão.

A decisão seguiu posicionamento do presidente da Assembleia Legislativa (ALMT), Max Russi (PSB), diante da ausência do encaminhamento, por parte do Executivo, da mensagem com o projeto de lei que trata da revisão geral dos subsídios dos servidores estaduais para o ano de 2026.

Desde a abertura dos trabalhos legislativos, o presidente Max Russi informou que o Poder Executivo ainda não havia encaminhado o projeto de lei da Revisão Geral Anual (RGA), embora houvesse a expectativa de que a proposta chegasse a tempo de ser apreciada ainda nesta data. Sem o envio do projeto, por acordo entre as lideranças, ficou definido que os deputados aguardariam o encaminhamento da matéria e que nenhuma proposição seria apreciada enquanto o texto não constasse na pauta da sessão extraordinária, convocada para garantir o reajuste e assegurar sua aplicação já na folha de pagamento de janeiro de 2026.

Servidores do estado lotaram a galeria do Parlamento e acompanharam a sessão extraordinária portando cartazes, faixas e proferindo frases de efeito, como manifestação e reivindicação por mais diálogo e negociação com para o pagamento do reajuste anual e também das perdas acumuladas.

Foto: ANGELO VARELA / ALMT

APRESENTAÇÃO DE EMENDAS PARLAMENTARES

Diante da ausência do documento para apreciação, os deputados ficaram impedidos de protocolar emendas parlamentares, como já havia sido antecipado pelos deputados Lúdio Cabral (PT) e Janaina Riva (MDB). Ainda assim, no decorrer da sessão, a maioria dos parlamentares sinalizou a intenção de apresentar uma emenda em nome das lideranças partidárias, mantendo o índice de 4,26% de RGA proposto pelo Governo do Estado, calculado com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), para evitar um possível veto do Poder Executivo. Além disso, a proposta inclui a concessão de mais 4,92%, conforme autorizado na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) em vigor, condicionado à comprovação de excesso de arrecadação no período de janeiro a maio.

EMENDAS PARLAMENTARES

A deputada Janaína Riva, também presentou a proposta de uma emenda que destina 15% do excesso de arrecadação do Estado ao pagamento das perdas salariais remanescentes acumuladas pelos servidores públicos estaduais entre 2017 e 2022.

Conforme a deputada, a expectativa é quitar o passivo da RGA sem gerar despesa obrigatória nem comprometer o equilíbrio fiscal. Pelo texto, o pagamento só ocorrerá quando houver arrecadação acima do previsto no orçamento e desde que os gastos com pessoal estejam abaixo do limite prudencial estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

Janaína Riva afirmou ainda que dados técnicos levantados pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) apontam que, entre 2017 e 2025, a inflação acumulada ultrapassou 58%, enquanto os reajustes concedidos no período somaram pouco mais de 32%, o que resultou em uma perda real próxima de 19,5%. “Essa emenda é uma forma de fazer justiça aos servidores públicos que em sua maioria estão com a corda no pescoço devido as perdas inflacionárias que não foram recompostas. Vamos trabalhar para que seja aprovada”, disse a parlamentar.

O deputado Lúdio Cabral, usou a tribuna para anunciar a emenda que prevê, além dos 4,26% propostos pelo governo para repor a inflação do ano passado (2025), que os servidores recebam mais 4,92% referentes a parte das perdas acumuladas.

“Na emenda, estamos propondo um artigo novo ao projeto de lei da RGA para assegurar 4,92% adicionais, para começar a pagar a dívida acumulada que o Estado tem com os servidores, além dos 4,26% da inflação de 2025. Neste ano, o Estado deve ter mais de R$ 10 bilhões de excesso de arrecadação, portanto terá dinheiro mais que suficiente para pagar R$ 1,6 bilhão que correspondem aos 4,92% que estamos propondo”, disse Lúdio Cabral em plenário.

*Flavio Garcia

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