Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Ministro da Fazenda defende cortes no piso da educação e saúde para 2027
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Polícia Federal aponta que desvios no TCE-MT podem superar R$ 145 milhões e STJ autoriza bloqueio de bens
Cientista político Haroldo Arruda analisa onda de demissões por motivação política e aponta limites entre gestão empresarial e discriminação
STJ manda TCE-MT recompor Plenário com auditores substitutos após afastamento de conselheiros
Prefeitura de Cuiabá realiza visita técnica nas comunidades rurais Pico do Amor e Coivara para alinhar apoio à produção e serviços sociais
Detran-MT desmente boato sobre novo edital da CNH Social e reforça que programa é gratuito

1 de novembro de 2026 20:00

Ad image
OpiniãoMT > Blog > Governo Lula > Ministro da Fazenda defende cortes no piso da educação e saúde para 2027
Governo Lula

Ministro da Fazenda defende cortes no piso da educação e saúde para 2027

Ministro da Fazenda afirma que governo pretende apresentar medidas para conter despesas obrigatórias e fortalecer investimentos públicos.

Redação OPMT
Publicado em: 27 de julho de 2026
Compartilhar
5 Minutos de Leitura
Ministro da Fazenda defende cortes no piso da educação e saúde para 2027
ministro da Fazenda, Dario Durigan. Imagewm: Redes Sociais.
Compartilhar

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta segunda-feira (27) que o governo federal pretende apresentar, ainda neste ano e após o período eleitoral, um novo conjunto de medidas voltadas ao equilíbrio das contas públicas. Segundo ele, a proposta buscará reduzir o ritmo de crescimento das despesas obrigatórias, ampliar o espaço destinado aos investimentos e garantir maior sustentabilidade fiscal para os próximos anos.

Ministro defende ajustes nas contas públicas

Durante entrevista concedida à Rádio Jornal, de Pernambuco, Dario Durigan explicou que o governo já trabalha na construção de mudanças que permitam fortalecer a situação fiscal do país. Entre as possibilidades estudadas está a revisão das regras que autorizam o crescimento real das despesas previsto no atual arcabouço fiscal.

De acordo com o ministro, a intenção é desacelerar a expansão dos gastos públicos, permitindo um aumento mais moderado do orçamento entre um exercício e outro. Para ele, essa estratégia abriria espaço para investimentos considerados importantes para o desenvolvimento econômico, sem comprometer a responsabilidade fiscal.

Segundo Durigan, o objetivo da equipe econômica é criar condições para que o crescimento das despesas obrigatórias seja compatível com a capacidade financeira do governo ao longo dos próximos anos.

Arcabouço fiscal pode passar por mudanças

O atual arcabouço fiscal estabelece limites para o crescimento das despesas públicas, permitindo que elas avancem acima da inflação dentro de parâmetros definidos e vinculados ao desempenho das receitas federais.

Na avaliação do governo, entretanto, o aumento contínuo das despesas obrigatórias acaba reduzindo a margem disponível para investimentos públicos e para as chamadas despesas discricionárias, que são aquelas em que o Poder Executivo possui maior flexibilidade para decidir a aplicação dos recursos.

Por esse motivo, integrantes da equipe econômica estudam mecanismos que reduzam o ritmo de expansão desses gastos, preservando a capacidade de investimento da União.

Ministro afirma que não há risco de crise fiscal imediata

Apesar de reconhecer desafios na trajetória das contas públicas brasileiras, o ministro descartou a existência de uma crise fiscal iminente. Segundo ele, a situação exige atenção e planejamento, mas pode ser enfrentada com medidas estruturais capazes de garantir maior equilíbrio entre receitas e despesas.

Durigan ressaltou que o ajuste promovido pelo atual governo representa um passo importante, mas destacou que o esforço deverá continuar nas próximas administrações para assegurar a estabilidade econômica.

Na entrevista, ele afirmou que a continuidade das medidas fiscais poderá produzir efeitos positivos sobre a economia, especialmente na redução das taxas de juros ao longo dos próximos anos.

Segundo o ministro, manter o compromisso com o equilíbrio fiscal tende a fortalecer a confiança dos agentes econômicos e contribuir para um ambiente mais favorável aos investimentos.

Governo avalia mudanças nos pisos de saúde e educação

Outro tema abordado por Durigan foi a possibilidade de aperfeiçoar as regras que definem os pisos constitucionais da saúde e da educação. Segundo ele, atualmente, os valores mínimos destinados às duas áreas acompanham o comportamento da arrecadação pública, o que pode fazer com que essas despesas cresçam em velocidade diferente daquela prevista pelas regras gerais do arcabouço fiscal.

O ministro, no entanto, não apresentou detalhes sobre quais alterações poderão ser propostas nem informou se eventuais mudanças resultariam em redução dos recursos destinados aos dois setores.

Qualquer modificação nos pisos constitucionais dependerá da aprovação do Congresso Nacional, já que exige alteração na legislação vigente. O tema tende a provocar debates entre parlamentares e representantes das áreas de saúde e educação.

Orçamento de 2027 manterá programas existentes

Durigan também informou que a proposta da Lei Orçamentária de 2027, que deverá ser encaminhada ao Congresso Nacional até o dia 31 de agosto, será elaborada preservando os programas sociais atualmente existentes.

Além disso, a meta fiscal prevista pela equipe econômica continuará sendo um superávit primário equivalente a 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB). A estratégia faz parte do conjunto de ações planejadas para fortalecer o equilíbrio das contas públicas sem interromper políticas consideradas prioritárias pelo governo.

A equipe econômica segue analisando alternativas para conter o avanço das despesas obrigatórias, buscando compatibilizar responsabilidade fiscal, manutenção de programas sociais e ampliação da capacidade de investimento do Estado.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print

Você também vai gostar de ver

Lula veta anistia a caminhoneiros envolvidos nos protestos de 2022
Governo Lula

Lula veta anistia a caminhoneiros envolvidos nos protestos de 2022

6 de agosto de 2026
TCU vê superfaturamento de até 1.000% em contratos da COP30 em Belém
Governo Lula

TCU vê superfaturamento de até 1.000% em contratos da COP30 em Belém

22 de janeiro de 2026
Correios e Petrobras entram em greve por tempo indeterminado
Governo Lula

Correios e Petrobras entram em greve por tempo indeterminado

17 de dezembro de 2025
Lei Rouanet bate recorde e capta quase R$ 3,5 bilhões em 2025
Governo Lula

Lei Rouanet bate recorde e capta quase R$ 3,5 bilhões em 2025

12 de janeiro de 2026
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?