Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: “Vale-peru”: Juiz extingue ação de associação e mantém descontos em salários de servidores do Judiciário
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Com dívidas de R$ 340 milhões, Chilli Beans pede recuperação extrajudicial
Anvisa aprova 5 novas canetas para tratamento de diabetes e obesidade
Inadimplência no Brasil bate recorde e atinge 84,2 milhões de pessoas em setembro
Ministério da Justiça retira classificação livre de desenhos bíblicos da Record
ICMS dos combustíveis terá novo aumento em fevereiro de 2027

2 de novembro de 2026 23:51

Ad image
OpiniãoMT > Blog > Justiça > “Vale-peru”: Juiz extingue ação de associação e mantém descontos em salários de servidores do Judiciário
Justiça

“Vale-peru”: Juiz extingue ação de associação e mantém descontos em salários de servidores do Judiciário

Jornalista Mauad
Publicado em: 17 de setembro de 2026
Compartilhar
3 Minutos de Leitura
Foto: Josi Dias
Compartilhar

*Sêmia Mauad/ Opinião MT

O juiz Bruno D’Oliveira Marques, titular da Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá, extinguiu mais uma ação ajuizada pela Associação dos Técnicos Judiciários do Poder Judiciário de Mato Grosso (ASTEJUD). A sentença foi proferida na última quarta-feira, dia 16 de setembro.

A demanda visava suspender os descontos nos salários dos servidores e garantir a devolução de valores referentes ao auxílio-alimentação extraordinário, benefício popularmente conhecido como “vale-peru”, no valor de R$ 8 mil, pago a cerca de 4,5 mil servidores do Judiciário mato-grossense em dezembro de 2024 e cuja restituição foi ordenada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Ao proferir a sentença, o magistrado destacou que a nova petição apresentada pela ASTEJUD repetia falhas processuais já apontadas em litígios anteriores da entidade.

“A presente demanda reproduz o vício que ensejou a extinção” da primeira ação, pontuou Bruno D’Oliveira Marques.

O juiz ressaltou que pedidos para suspender, neutralizar ou desconstituir decisões emanadas pelo CNJ não podem ser analisados pela primeira instância da Justiça estadual. Conforme estabelece a Constituição Federal, ações contra deliberações do Conselho Nacional possuem competência originária do Supremo Tribunal Federal (STF). Com o entendimento de que a Justiça Estadual não tem o poder de anular ordens do órgão de controle nacional, o processo foi extinto sem resolução do mérito, determinando-se o arquivamento dos autos após o trânsito em julgado.

Na tentativa de reverter o cenário após sofrer derrotas em julho de 2026, a ASTEJUD ajuizou uma nova Ação Civil Pública alegando que o objetivo não era rediscutir o mérito da decisão do CNJ, mas sim questionar a forma operacional adotada pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) para efetuar os descontos nos contracheques.

A defesa da associação argumentou que as cobranças estariam sendo realizadas sem a observância de garantias fundamentais, como a instauração de procedimento administrativo individualizado, notificação pessoal dos servidores, apresentação detalhada dos cálculos de restituição e oportunidade de contraditório e ampla defesa.

Com base nisso, a entidade pediu a suspensão imediata de novos descontos, a invalidação das cobranças na forma em que foram aplicadas e a restituição dos valores já retirados dos vencimentos.

Apesar da nova formulação jurídica apresentada pela associação para tentar contornar o óbice processual, o juiz entendeu que havia uma incompatibilidade clara entre a argumentação trazida e o resultado prático pretendido, que, em última análise, continuava sendo o de afastar a determinação de devolução do dinheiro imposta pelo CNJ.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print

Você também vai gostar de ver

Justiça

Ex-secretário Éder Moraes é condenado e deve devolver R$ 15,9 milhões em desdobramento da Operação Ararath

1 de agosto de 2025
Justiça

Desembargador é afastado pelo CNJ por suspeita de venda de sentenças e evolução patrimonial de R$ 14,6 milhões

3 de março de 2026
PGR acusa Abilio Brunini de injúria contra deputada trans Érika Hilton
Justiça

PGR acusa Abilio Brunini de injúria contra deputada trans Érika Hilton

19 de dezembro de 2024
Dino autoriza o retorno do pagamento de emendas parlamentares
Justiça

Dino autoriza o retorno do pagamento de emendas parlamentares

2 de dezembro de 2024
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?