Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Falência? Aos 82 anos, Tupperware entra em recuperação judicial
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
A arrecadação do governo federal deve bater recorde de R$ 3,24 trilhões em 2026
ADPF pede que Gonet se declare impedido de investigar Mendonça
Motorista investigado por morte em acidente na Isaac Póvoas retorna à Deletran e evita imprensa em Cuiabá; VEJA VÍDEO
TRE-MT funcionará em regime de plantão no feriado de 7 de Setembro devido ao período eleitoral
Alunos transformam telhas descartadas em obras de arte inspiradas no Folclore Brasileiro em Várzea Grande

6 de setembro de 2026 08:06

OpiniãoMT > Blog > Economia > Falência? Aos 82 anos, Tupperware entra em recuperação judicial
Economia

Falência? Aos 82 anos, Tupperware entra em recuperação judicial

A Tupperware, gigante do varejo mundial, pede recuperação judicial nos EUA para enfrentar dívidas e queda nas vendas. Empresa busca reestruturação financeira e novos caminhos estratégicos.

Redação OPMT
Publicado em: 18 de setembro de 2024
Compartilhar
4 Minutos de Leitura
Falência? Aos 82 anos, Tupperware entra em recuperação judicial
Compartilhar

A Tupperware, famosa por seus produtos de armazenamento de alimentos, entrou com um pedido de recuperação judicial nos Estados Unidos devido ao acúmulo de dívidas e à intensa concorrência no mercado. A empresa, com mais de 80 anos de história, busca uma reestruturação para manter suas operações e encontrar alternativas que garantam sua continuidade. 

O processo de recuperação, realizado sob o Capítulo 11 da Lei de Falência dos EUA, visa proporcionar à Tupperware a flexibilidade necessária para enfrentar suas dificuldades financeiras, ao mesmo tempo em que explora novos modelos de negócios, incluindo sua transformação digital. 

Tupperware enfrenta crise financeira e busca reestruturação

A Tupperware, que já liderou o mercado de armazenamento de alimentos por décadas, agora enfrenta uma das fases mais desafiadoras de sua história. A empresa entrou com pedido de recuperação judicial após acumular dívidas significativas e sofrer com a queda nas vendas. 

De acordo com os documentos do processo, os ativos da empresa estão avaliados entre US$ 500 milhões e US$ 1 bilhão, enquanto seus passivos podem chegar a US$ 10 bilhões, revelando o tamanho do problema enfrentado pela Tupperware.

O processo de recuperação judicial, conhecido como Capítulo 11 da Lei de Falência nos Estados Unidos, permite que empresas em crise reestruturem suas operações e dívidas para continuar funcionando. 

Laurie Ann Goldman, CEO da Tupperware, destacou que essa medida é essencial para que a companhia consiga explorar alternativas estratégicas e se reposicionar no mercado. A reestruturação também tem o objetivo de transformar a empresa em uma operação “digital-first”, adaptada ao novo comportamento dos consumidores.

Histórico da Tupperware: De líder de mercado a crise

Fundada em 1946 por Earl Tupper, a Tupperware construiu uma reputação sólida no mercado com o lançamento de produtos plásticos de alta qualidade e seu inovador selo hermético. 

Nas décadas seguintes, a empresa se consolidou como uma marca icônica nos lares americanos, principalmente por meio das famosas “festas Tupperware”, onde vendedoras organizavam reuniões em suas casas para demonstrar e vender os produtos.

No entanto, o modelo de vendas diretas começou a perder força com o passar dos anos. A crescente preferência dos consumidores por compras online e a falta de inovação no modelo de negócios da empresa contribuíram para a queda nas vendas. 

Em 2022, a Tupperware ainda contava com cerca de 300 mil vendedores diretos, mas esses números não foram suficientes para competir com grandes plataformas de varejo como Amazon e Walmart, que ofereciam produtos similares por preços mais baixos.

Além disso, o aumento da conscientização ambiental gerou uma demanda por alternativas mais sustentáveis aos plásticos, o que pressionou ainda mais a Tupperware a se reinventar. 

A empresa não conseguiu acompanhar a rápida mudança no comportamento do consumidor, o que resultou em uma diminuição significativa de sua base de clientes.

Dívidas e negociações com credores

Desde 2020, a Tupperware demonstrava incertezas sobre sua capacidade de se manter no mercado. Com o aumento da concorrência e a diminuição nas vendas, a empresa viu suas dívidas aumentarem consideravelmente. Em junho de 2023, a companhia já cogitava encerrar as atividades de sua única fábrica nos Estados Unidos e dispensar aproximadamente 150 funcionários, na tentativa de cortar custos e aliviar parte de sua carga financeira.

As dívidas da Tupperware ultrapassaram os US$ 700 milhões, um valor significativo para uma empresa que enfrentava dificuldades para gerar receita. Apesar de negociar com seus credores, que concordaram em aliviar parte do montante, a situação financeira continuou a se deteriorar, culminando no pedido de recuperação judicial.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print

Você também vai gostar de ver

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quarta-feira, 19, uma nova ofensiva econômica contra o Irã, ampliando a pressão sobre o governo de Teerã em meio ao agravamento das tensões no Oriente Médio. Segundo o líder norte-americano, países, empresas e instituições que mantiverem relações ou prestarem algum tipo de apoio ao governo iraniano poderão enfrentar sanções e outras consequências econômicas. Trump anuncia novas medidas contra o Irã Em uma publicação na rede social Truth Social, Trump afirmou que os Estados Unidos iniciaram uma operação econômica de grandes proporções contra o Irã. O presidente declarou que a estratégia tem como objetivo ampliar o isolamento financeiro do país e pressionar suas autoridades a interromper determinadas atividades. De acordo com Trump, instituições financeiras, empresas, aeroportos e órgãos governamentais de outros países que oferecerem suporte ao Irã também poderão ser atingidos pelas medidas anunciadas por Washington. Petróleo e movimentações financeiras entram na mira Entre as atividades citadas pelo presidente norte-americano estão o contrabando de petróleo, operações de transferência de recursos, registros de embarcações e utilização de empresas de fachada. Trump também pediu que países aliados dos Estados Unidos participem do esforço para aumentar o isolamento econômico de Teerã. Segundo o presidente, as medidas pretendem reduzir a capacidade do governo iraniano de financiar suas atividades dentro e fora do país. O líder norte-americano também afirmou que o setor militar iraniano sofreu fortes perdas durante o conflito. Na avaliação apresentada por Trump, estruturas de produção foram destruídas, enquanto a moeda do país teria perdido grande parte de seu valor. Irã reage às ameaças de Washington A escalada das medidas anunciadas pelos Estados Unidos ocorre após uma série de confrontos e ações de pressão contra o governo iraniano. Entre as iniciativas mencionadas está um bloqueio naval destinado a aumentar a pressão sobre Teerã. No início da semana, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baghaei, criticou a estratégia adotada pelos Estados Unidos. Segundo ele, Washington recorre repetidamente a sanções econômicas quando os esforços diplomáticos não apresentam resultados. A declaração foi feita em meio ao aumento das ameaças entre os dois países e à intensificação das medidas econômicas contra o governo iraniano. Países do Golfo também são ameaçados Autoridades do Irã também fizeram alertas nesta quarta-feira, 19, direcionados a países do Golfo que eventualmente decidam colaborar com os Estados Unidos. A advertência ocorre em um momento de elevada tensão regional, principalmente devido à importância estratégica do Estreito de Ormuz para o transporte internacional de petróleo e outros produtos energéticos. Emirados Árabes Unidos rompem relações econômicas com o Irã No contexto da crise, os Emirados Árabes Unidos, considerados um importante aliado dos Estados Unidos na região, anunciaram o rompimento de seus vínculos econômicos e financeiros com o Irã. As autoridades emiradenses justificaram a decisão citando o aumento das ações militares iranianas, incluindo ataques realizados com mísseis. Desde o início do conflito, o governo iraniano também tem buscado apoio por meio de grupos e aliados regionais. Paralelamente, Teerã mantém relações próximas com potências como China e Rússia, que possuem interesses estratégicos e econômicos na região. Estreito de Ormuz aumenta tensão internacional Outro ponto de preocupação envolve o Estreito de Ormuz, uma das principais rotas marítimas utilizadas para o transporte de petróleo no mundo. A região ganhou ainda mais importância durante a atual escalada de hostilidades. Na segunda-feira, 17, Trump afirmou que poderia realizar ataques contra Omã caso o país dificultasse a reabertura da passagem estratégica. A declaração acrescentou uma nova dimensão às tensões diplomáticas e militares na região. Apesar da postura de confronto adotada nas declarações recentes, o presidente dos Estados Unidos também afirmou que Washington poderá voltar a negociar com Teerã no futuro.
Economia

Trump faz o maior acordo de petróleo da história com a Venezuela

30 de agosto de 2026
Governo Lula descarta aplicar Lei de Reciprocidade diante de tarifas dos EUA
Economia

Governo Lula descarta aplicar Lei de Reciprocidade diante de tarifas dos EUA

15 de julho de 2025
Saque-aniversário do FGTS 2026 já está liberado, veja como sacar
Economia

Saque-aniversário do FGTS 2026 já está liberado, veja como sacar

5 de janeiro de 2026
Bolsa em queda e fuga de capitais operação da PF contra Bolsonaro
Economia

Bolsa em queda e fuga de capitais após operação da PF contra Bolsonaro

18 de julho de 2025
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?