Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Desequilíbrio fiscal e juros altos: economia brasileira mostra sinais de desaceleração
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Governo Lula autoriza nomeação de mil aprovados para concurso da PF
“Não coloco arma na cabeça de ninguém”, dispara influencer Lili Vasconcelos que quebra o silêncio após operação policial; VEJA VÍDEO
Em Sinop, Flávio Bolsonaro reafirma apoio a Wellington e Medeiros e promete destravar a Ferrogrão; VEJA VÍDEO
Influencers e empresários de Cuiabá são alvos por golpes em jogos de azar e lavagem de R$ 10 milhões; VEJA VÍDEO
Polícia Civil mira “gerentes” e “disciplinas” de facção em Sinop e Cuiabá

23 de abril de 2026 13:44

Ad imageAd image
OpiniãoMT > Blog > Economia > Desequilíbrio fiscal e juros altos: economia brasileira mostra sinais de desaceleração
Economia

Desequilíbrio fiscal e juros altos: economia brasileira mostra sinais de desaceleração

A economia brasileira apresentou queda no ritmo de crescimento, com mercado de trabalho mais lento, inadimplência alta e Selic elevada.

última atualização: 1 de setembro de 2025 15:50
Redação OPMT
Compartilhar
3 Minutos de Leitura
Desequilíbrio fiscal e juros altos: economia brasileira mostra sinais de desaceleração
Compartilhar

A economia brasileira, que vinha demonstrando resiliência nos últimos meses, começa a dar sinais claros de desaceleração. Os indicadores mais recentes revelam que o ritmo de crescimento está se enfraquecendo, com reflexos no mercado de trabalho, no crédito e nas projeções de inflação.

A desaceleração da economia brasileira

Em julho, foram abertas 129,7 mil vagas formais, número 32% menor em comparação com o mesmo mês de 2024. Entre janeiro e julho, o saldo de empregos chegou a 1,347 milhão, uma redução de 10,3% frente ao mesmo período do ano passado. Apesar disso, a taxa de desemprego permanece baixa, em 5,8%, o que demonstra uma desaceleração mais moderada, sem forte movimento de demissões. Ainda assim, os salários não apresentaram crescimento relevante nesse período.

Outro ponto de alerta para a economia brasileira é a inadimplência. Entre as famílias, o índice chegou a 6,5%, o maior desde 2013. Considerando também as empresas, a taxa atingiu 5,2%, recorde desde 2017. Ao mesmo tempo, as concessões de novos financiamentos têm perdido fôlego, sinalizando restrição de crédito e impacto direto no consumo.

Confiança em queda nos setores produtivos

A confiança de empresários e consumidores vem apresentando retração nos últimos meses. A expectativa é de que a atividade econômica permaneça praticamente estagnada no segundo semestre, acompanhando a perda de ritmo observada nos principais setores produtivos.

O peso da taxa Selic na economia brasileira

A taxa básica de juros, mantida em 15% ao ano pelo Banco Central, tem sido um dos principais fatores de contenção. O objetivo é controlar a inflação diante do aumento dos gastos públicos, mas o efeito colateral é a redução de investimentos e consumo. Apesar disso, revisões recentes para baixo nas projeções de inflação podem abrir espaço para cortes na Selic em breve.

Com a valorização do real e a queda nos preços de alimentos, o mercado financeiro reduziu a previsão do IPCA para 2025, agora em 4,86%. Para os próximos dois anos, as expectativas também estão em queda. O Comitê de Política Monetária (Copom) prevê convergência da inflação para 3,4% nesse horizonte.

O contexto externo pode contribuir para a economia brasileira. O Federal Reserve (Fed), banco central dos Estados Unidos, sinaliza cortes de juros, o que pode aliviar pressões cambiais e atrair recursos para economias emergentes, incluindo o Brasil.

Perspectivas e desafios

Analistas projetam que o Banco Central brasileiro possa reduzir a Selic ainda este ano, mas de forma gradual. As estimativas atuais apontam para 12,5% até 2026, nível ainda considerado elevado para estimular o crescimento de forma robusta. A trajetória poderia ser mais expressiva se houvesse maior disciplina fiscal por parte do governo.

A possível queda da Selic pode trazer algum alívio, mas os desafios fiscais e o cenário eleitoral mantêm incertezas sobre a velocidade dessa recuperação.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também vai gostar de ver

Reclamações aumentam enquanto a Black Friday de 2025 impulsiona vendas no país
Economia

Reclamações aumentam enquanto a Black Friday de 2025 impulsiona vendas no país

29 de novembro de 2025
Dólar sobe 1,24% e fecha em R$ 5,18, maior patamar desde março de 2023
Economia

Dólar sobe 1,24% e fecha em R$ 5,18, maior patamar desde março de 2023

15 de abril de 2024
Brasil deixa o TOP 10 das maiores economias globais em 2025
Economia

Brasil deixa o TOP 10 das maiores economias globais em 2025

4 de dezembro de 2025
Pânico Mundial - dólar em R$ 5,80 e queda nas principais bolsas do mundo
Economia

Pânico Mundial: dólar em R$ 5,80 e queda nas principais bolsas do mundo

5 de agosto de 2024
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
adbanner
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?