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7 de março de 2026 05:24

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OpiniãoMT > Blog > Caso Master > Caso Master: PF apreende carros de luxo e documentos na casa de diretores do Rioprevidência
Caso Master

Caso Master: PF apreende carros de luxo e documentos na casa de diretores do Rioprevidência

Polícia Federal investiga operações financeiras no Rioprevidência envolvendo investimentos no Banco Master e apura possíveis crimes contra o sistema financeiro.

última atualização: 23 de janeiro de 2026 16:19
Redação OPMT
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4 Minutos de Leitura
Caso Master - PF apreende carros de luxo e documentos na casa de diretores do Rioprevidência
Presidente do Rioprevidência, Deivis Marcon Antunes. Imagem: Redes Sociais.
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A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (23) a operação Barco de Papel para investigar suspeitas de irregularidades financeiras envolvendo o Rioprevidência, fundo responsável pela gestão dos recursos previdenciários de aposentados e pensionistas do Estado do Rio de Janeiro. A apuração está relacionada a investimentos realizados junto ao Banco Master e faz parte de um inquérito iniciado no fim de 2025.

Operação Barco de Papel mira investimentos do Rioprevidência

A ação policial cumpre quatro mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro, autorizados pela 6ª Vara Federal Criminal. O objetivo é reunir documentos e informações que possam esclarecer operações financeiras consideradas atípicas realizadas pelo Rioprevidência entre 2023 e 2024.

Entre os alvos das diligências estão nomes que ocuparam cargos de direção na autarquia previdenciária. A investigação inclui o atual diretor-presidente, Deivis Marcon Antunes (Imagem em destaque), além de Eucherio Lerner Rodrigues, ex-diretor de investimentos, e Pedro Pinheiro Guerra Leal, que atuou de forma interina no cargo e foi exonerado em dezembro.

Investigações apuram aplicação de quase R$ 1 bilhão

Segundo informações da Polícia Federal, o inquérito apura nove operações financeiras realizadas entre novembro de 2023 e julho de 2024. Nesse período, aproximadamente R$ 970 milhões pertencentes ao Rioprevidência teriam sido aplicados em Letras Financeiras emitidas pelo Banco Master.

As autoridades investigam possíveis crimes contra o sistema financeiro nacional, incluindo gestão fraudulenta, desvio de recursos públicos, indução ao erro de órgão público, fraude à fiscalização, associação criminosa e corrupção passiva.

Banco Master teve liquidação determinada pelo Banco Central

O Banco Central determinou a liquidação do Banco Master em 19 de novembro, interrompendo as atividades da instituição financeira. Na ocasião, o Rioprevidência confirmou que havia realizado aportes no banco, estimados inicialmente em cerca de R$ 960 milhões.

Apesar da situação, o fundo previdenciário informou que os pagamentos de aposentadorias e pensões não sofreriam impacto. Segundo a autarquia, o valor investido era inferior ao montante mensal destinado ao pagamento da folha previdenciária, atualmente em torno de R$ 1,9 bilhão.

Em nota, o Rioprevidência afirmou que todos os investimentos realizados seguiram rigorosamente a legislação vigente e respeitaram as normas dos órgãos de controle. A instituição também garantiu que a prestação de serviços ocorre normalmente e que o calendário de pagamentos permanece inalterado.

O órgão destacou ainda que existe uma decisão judicial, datada de dezembro de 2025, que determinou a retenção de cerca de R$ 970 milhões, acrescidos de juros e correção monetária. A medida tem como objetivo preservar o patrimônio previdenciário dos servidores ativos, aposentados e pensionistas do Estado do Rio de Janeiro.

Entenda o que são os RPPS

Os Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS) são fundos destinados a garantir o pagamento de benefícios previdenciários a servidores públicos efetivos de estados e municípios. Esses regimes funcionam de forma independente do sistema geral de previdência e possuem regras específicas de gestão e fiscalização.

De acordo com o regulamento do Fundo Garantidor de Crédito, investimentos vinculados aos RPPS não contam com a proteção do FGC. Isso ocorre porque o fundo garante apenas depósitos e créditos do sistema financeiro privado, enquanto o RPPS integra um regime público de previdência.

Nesses casos, o eventual resgate de valores investidos depende do processo de liquidação dos ativos, que pode se estender por vários anos. A fiscalização desses regimes é realizada por órgãos como o Ministério da Previdência e os tribunais de contas.

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