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Leia: Brasil entra na lista dos 10 países mais perigosos do mundo em 2025
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7 de março de 2026 08:54

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OpiniãoMT > Blog > Utilidade Pública > Brasil entra na lista dos 10 países mais perigosos do mundo em 2025
Utilidade Pública

Brasil entra na lista dos 10 países mais perigosos do mundo em 2025

Brasil aparece entre os países mais perigosos de 2025 em ranking da Acled, que analisa mortes, risco a civis e atuação de grupos armados.

última atualização: 13 de dezembro de 2025 17:39
Redação OPMT
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4 Minutos de Leitura
Brasil entra na lista dos 10 países mais perigosos do mundo em 2025
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O Brasil passou a integrar, em 2025, a lista dos países mais perigosos do planeta segundo um levantamento internacional elaborado pela ONG Acled (Armed Conflict Location & Event Data Project). O estudo posiciona o país na sétima colocação global em gravidade da violência, ao lado de territórios que enfrentam guerras civis, insurgências armadas e conflitos prolongados. A classificação considera o impacto direto da violência sobre a população civil e a atuação simultânea de múltiplos grupos armados.

Metodologia usada para classificar os países mais perigosos

O ranking da Acled avalia todos os países e territórios do mundo com base em quatro indicadores principais. O primeiro é o número de mortes associadas diretamente a episódios de violência. O segundo mede o grau de risco enfrentado por civis. Já o terceiro analisa a extensão territorial dos conflitos, enquanto o quarto observa a quantidade de grupos armados envolvidos em ações violentas.

A partir da combinação desses fatores, a organização estabelece uma lista com os 50 cenários considerados mais críticos. Esses contextos são divididos em três categorias: turbulento, alto e extremo. O Brasil aparece na faixa mais grave da classificação, enquadrado como conflito extremo.

Brasil entre os países mais perigosos em 2025

No caso brasileiro, o relatório aponta desempenho elevado em todos os critérios avaliados. A Acled destaca a presença contínua de facções criminosas, disputas territoriais e violência associada a organizações armadas como elementos centrais para o posicionamento do país entre os países mais perigosos do mundo.

Risco para civis e multiplicidade de grupos armados

Segundo o levantamento, o impacto da violência no Brasil recai diretamente sobre a população civil. O estudo ressalta a atuação simultânea de diversos grupos criminosos organizados, o que amplia o alcance territorial dos confrontos e eleva o número de eventos violentos registrados ao longo do período analisado.

A Acled observa ainda que o Brasil mantém, de forma recorrente, indicadores elevados no índice, ao lado de países como México, Mianmar e Nigéria, que também apresentam padrões persistentes de violência armada.

Países no topo do ranking global de violência

A liderança do ranking fica com a Palestina, classificada como o cenário mais crítico do mundo em 2025. De acordo com a Acled, o território apresenta altos índices de letalidade e ampla disseminação dos confrontos, com episódios violentos registrados em grande parte da Faixa de Gaza e da Cisjordânia.

Mianmar ocupa a segunda posição e chama atenção pela fragmentação dos conflitos. O país reúne mais de 1.200 grupos armados distintos envolvidos em ações violentas. Na sequência aparece a Síria, também enquadrada como conflito extremo devido à persistência de confrontos armados.

México, Nigéria e Equador no grupo crítico

O México figura na quarta colocação, impulsionado principalmente pela atuação dos cartéis e pelos confrontos frequentes com forças de segurança. A Nigéria surge em quinto lugar, marcada por disputas regionais e violência armada contínua. O Equador aparece logo à frente do Brasil, com uma escalada recente de conflitos e aumento expressivo de mortes ligadas à violência política em comparação a 2024.

Panorama global da violência armada

Após o Brasil, o ranking inclui países como Haiti, Sudão e Paquistão, todos classificados no nível extremo. Entre dezembro de 2024 e novembro de 2025, a Acled contabilizou mais de 204 mil eventos de conflito em todo o mundo. No mesmo período, o número estimado de mortes ultrapassou 240 mil, segundo dados considerados conservadores pela organização.

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