Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: STJ decide que Criptomoedas podem ser Penhoradas pela justiça
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Adeus Picanha: Preço da carne sobe 45% em dois anos e bate recorde
STF abre licitação para monitorar quem fala mal da corte nas redes sociais
Lula remove lesão no couro cabeludo e diagnóstico aponta câncer basocelular
Polymarket: governo proíbe site de apostas que mostrava Flávio Bolsonaro na frente
Mulher na Colômbia fica grávida de dois homens ao mesmo tempo

25 de abril de 2026 10:30

Ad imageAd image
OpiniãoMT > Blog > Justiça > STJ decide que Criptomoedas podem ser Penhoradas pela justiça
Justiça

STJ decide que Criptomoedas podem ser Penhoradas pela justiça

O STJ decidiu que criptomoedas podem ser penhoradas por juízes para garantir pagamento de dívidas, ampliando alcance da justiça sobre ativos digitais.

última atualização: 3 de abril de 2025 16:38
Redação OPMT
Compartilhar
3 Minutos de Leitura
STJ decide que Criptomoedas podem ser Penhoradas pela justiça
Compartilhar

A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que criptomoedas podem ser penhoradas em processos judiciais. A medida permite que juízes enviem ofícios a corretoras, exigindo informações sobre ativos digitais de devedores e a penhora desses bens para garantir o pagamento de credores.

Criptomoedas podem ser penhoradas

A decisão foi tomada por unanimidade pelos cinco integrantes da Turma, incluindo os ministros Humberto Martins, Nancy Andrighi, Ricardo Villas Bôas Cueva e Moura Ribeiro, além do desembargador Carlos Cini Marchionatti. O caso foi levado à Justiça por um credor que, ao vencer uma causa, não encontrou bens registrados no nome do devedor para garantir a execução da dívida.

Atualmente, a Justiça pode bloquear valores em contas bancárias através do sistema BacenJud, desenvolvido em parceria com o Banco Central. No entanto, como criptomoedas não circulam pelo sistema financeiro tradicional, esses ativos vinham escapando das buscas judiciais. Com a nova decisão, os credores passam a ter mais um meio de recuperação de valores.

O relator do caso, ministro Humberto Martins, enfatizou que, desde 2019, a Receita Federal obriga contribuintes a declararem criptomoedas em seus patrimônios. Segundo ele, a legislação estabelece que um devedor responde por suas obrigações com todos os seus bens, incluindo ativos digitais.

Martins destacou que, apesar de não serem reconhecidas como moeda de curso legal, criptomoedas possuem valor econômico e podem ser usadas tanto como meio de pagamento quanto como reserva de valor. Assim, a penhora desses ativos se justifica dentro do sistema jurídico brasileiro.

O ministro Ricardo Villas Bôas Cueva alertou que os criptoativos ainda carecem de uma regulamentação específica no Brasil. Apesar disso, projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional buscam definir criptomoedas como representações digitais de valor, ativos financeiros e instrumentos de pagamento.

A falta de normativas claras não impediu que o STJ reconhecesse a importância de considerar esses ativos no cumprimento de dívidas. Dessa forma, a decisão pode abrir precedentes para novas medidas de bloqueio de criptoativos no futuro.

Desenvolvimento do Sistema CriptoJud

Para reforçar a capacidade de rastreamento e bloqueio de criptomoedas, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) anunciou, no ano passado, a criação do sistema CriptoJud. A proposta visa permitir que a penhora de criptoativos seja feita diretamente nas contas dos clientes de corretoras, de maneira semelhante ao BacenJud.

Caso implementado com sucesso, o CriptoJud deve agilizar a localização e o bloqueio de criptomoedas, evitando que devedores ocultem esses ativos para burlar decisões judiciais.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também vai gostar de ver

Moraes não vê irregularidades na estadia de Bolsonaro na embaixada da Hungria
Justiça

Moraes não vê irregularidades na estadia de Bolsonaro na embaixada da Hungria

24 de abril de 2024
Justiça

STF vai monitorar redes sociais e rastrear usuários 24 horas

18 de junho de 2024
Justiça

Sargento Vidal diz ser vítima de perseguição política em investigação sobre suposto maus-tratos

22 de agosto de 2024
Justiça

Justiça arquiva ação de Pedro Taques contra acordo de R$ 308 milhões entre Estado e Oi

15 de abril de 2026
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
adbanner
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?