Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: STJ decide que Criptomoedas podem ser Penhoradas pela justiça
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Mensagens mostram conversas de Moraes e Vorcaro horas antes de prisão do banqueiro
Trump afirma que Cuba será o próximo regime a cair nas américas após a Venezuela
Jantar tarde faz mal à saúde? O que diz a ciência?
PF afirma que Sicário segue em estado gravíssimo após tentativa de suicídio
‘Não vai cair sozinha’, avisa amiga de Lulinha cobrando proteção

7 de março de 2026 09:26

Ad imageAd image
OpiniãoMT > Blog > Justiça > STJ decide que Criptomoedas podem ser Penhoradas pela justiça
Justiça

STJ decide que Criptomoedas podem ser Penhoradas pela justiça

O STJ decidiu que criptomoedas podem ser penhoradas por juízes para garantir pagamento de dívidas, ampliando alcance da justiça sobre ativos digitais.

última atualização: 3 de abril de 2025 16:38
Redação OPMT
Compartilhar
3 Minutos de Leitura
STJ decide que Criptomoedas podem ser Penhoradas pela justiça
Compartilhar

A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que criptomoedas podem ser penhoradas em processos judiciais. A medida permite que juízes enviem ofícios a corretoras, exigindo informações sobre ativos digitais de devedores e a penhora desses bens para garantir o pagamento de credores.

Criptomoedas podem ser penhoradas

A decisão foi tomada por unanimidade pelos cinco integrantes da Turma, incluindo os ministros Humberto Martins, Nancy Andrighi, Ricardo Villas Bôas Cueva e Moura Ribeiro, além do desembargador Carlos Cini Marchionatti. O caso foi levado à Justiça por um credor que, ao vencer uma causa, não encontrou bens registrados no nome do devedor para garantir a execução da dívida.

Atualmente, a Justiça pode bloquear valores em contas bancárias através do sistema BacenJud, desenvolvido em parceria com o Banco Central. No entanto, como criptomoedas não circulam pelo sistema financeiro tradicional, esses ativos vinham escapando das buscas judiciais. Com a nova decisão, os credores passam a ter mais um meio de recuperação de valores.

O relator do caso, ministro Humberto Martins, enfatizou que, desde 2019, a Receita Federal obriga contribuintes a declararem criptomoedas em seus patrimônios. Segundo ele, a legislação estabelece que um devedor responde por suas obrigações com todos os seus bens, incluindo ativos digitais.

Martins destacou que, apesar de não serem reconhecidas como moeda de curso legal, criptomoedas possuem valor econômico e podem ser usadas tanto como meio de pagamento quanto como reserva de valor. Assim, a penhora desses ativos se justifica dentro do sistema jurídico brasileiro.

O ministro Ricardo Villas Bôas Cueva alertou que os criptoativos ainda carecem de uma regulamentação específica no Brasil. Apesar disso, projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional buscam definir criptomoedas como representações digitais de valor, ativos financeiros e instrumentos de pagamento.

A falta de normativas claras não impediu que o STJ reconhecesse a importância de considerar esses ativos no cumprimento de dívidas. Dessa forma, a decisão pode abrir precedentes para novas medidas de bloqueio de criptoativos no futuro.

Desenvolvimento do Sistema CriptoJud

Para reforçar a capacidade de rastreamento e bloqueio de criptomoedas, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) anunciou, no ano passado, a criação do sistema CriptoJud. A proposta visa permitir que a penhora de criptoativos seja feita diretamente nas contas dos clientes de corretoras, de maneira semelhante ao BacenJud.

Caso implementado com sucesso, o CriptoJud deve agilizar a localização e o bloqueio de criptomoedas, evitando que devedores ocultem esses ativos para burlar decisões judiciais.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também vai gostar de ver

Justiça

Sargento acusado de envolvimento na morte de Renato Nery deverá cumprir prisão na Escola de Praças

11 de março de 2025
Moraes manda soltar réu do 8 de janeiro após reconhecimento de erro judicial
Justiça

Moraes manda soltar réu do 8 de janeiro após reconhecimento de erro judicial

14 de outubro de 2025
Justiça

Justiça absolve Stopa; ex-vice prefeito respondia por crime de peculato

3 de junho de 2025
Justiça Federal vai analisar gastos Janja na Rússia com dinheiro público
Justiça

Justiça Federal vai analisar gastos Janja na Rússia com dinheiro público

8 de maio de 2025
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
adbanner
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?