Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Conheça a desembargadora acusada de vender quase R$ 1 milhão em sentenças
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Novos casos de HIV cresce 21,9% no Brasil, recorde desde 2010
Move Brasil: bancos começam a financiar motos e bicicletas a entregadores
Ex-analista da Quaest ganha cargo no Gabinete Pessoal da Presidência
Ministro da Fazenda defende cortes no piso da educação e saúde para 2027
Pesquisa BTG/Nexus aponta empate técnico entre Flávio e Lula no 2º segundo

27 de julho de 2026 23:16

OpiniãoMT > Blog > Justiça > Conheça a desembargadora acusada de vender quase R$ 1 milhão em sentenças
Justiça

Conheça a desembargadora acusada de vender quase R$ 1 milhão em sentenças

STJ torna réus a desembargadora Lígia Maria Ramos Cunha Lima e seus filhos por corrupção e lavagem de dinheiro na Operação Faroeste.

Redação OPMT
Publicado em: 20 de fevereiro de 2025
Compartilhar
3 Minutos de Leitura
Conheça a desembargadora acusada de vender quase R$ 1 milhão em sentenças
A desembargadora também é acusada de tentar interferir nas investigações. Imagem: Redes Sociais.
Compartilhar

A desembargadora Lígia Maria Ramos Cunha Lima, do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA), e seus filhos, Rui Barata Lima e Artur Gabriel Ramos Barata Lima, tornaram-se réus sob acusação de participação em organização criminosa, corrupção e lavagem de dinheiro. A decisão foi tomada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) no âmbito da Operação Faroeste.

Operação Faroeste e as acusações contra a desembargadora

A Operação Faroeste, iniciada em 2019, investiga um esquema de venda de decisões judiciais ligadas a disputas de terras no oeste da Bahia. De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), desde 2015, quando assumiu o cargo de desembargadora, Lígia Maria Ramos Cunha Lima teria estruturado, juntamente com seus filhos, um esquema voltado para a obtenção de vantagens financeiras por meio de atos ilícitos.

As investigações indicam que a magistrada e seus filhos negociaram R$ 950 mil em decisões judiciais favoráveis. Um dos episódios apontados pelo MPF relata que um dos filhos da desembargadora adquiriu um veículo avaliado em R$ 145 mil apenas um dia depois de um voto supostamente negociado pela magistrada por R$ 400 mil.

Prisão e tentativa de obstrução das investigações

A desembargadora também é acusada de tentar interferir nas investigações entre novembro de 2019 e dezembro de 2020. Durante este período, a magistrada foi alvo de um mandado de prisão e, em buscas realizadas em sua residência, documentos comprometedores foram encontrados pelas autoridades.

Em decorrência das graves acusações, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou, em novembro de 2024, a aposentadoria compulsória de Lígia Maria Ramos Cunha Lima. A medida foi tomada devido às evidências de envolvimento da desembargadora no esquema de corrupção e venda de sentenças judiciais.

A Operação Faroeste revelou um amplo esquema de corrupção que envolvia magistrados, advogados, servidores públicos e empresários. O objetivo era favorecer grupos econômicos e indivíduos interessados na regularização de terras na região oeste da Bahia por meio de decisões judiciais fraudulentas. O caso segue em andamento, e novos desdobramentos podem surgir à medida que a investigação avança.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print

Você também vai gostar de ver

Justiça

Justiça pune crueldade de homem que cometeu feminicídio, estupro e abandonou filhos da vítima com o corpo da mãe

7 de outubro de 2025
STF retoma no dia 6, o julgamento sobre a descriminalização das drogas
Justiça

STF retoma no dia 6, o julgamento sobre a descriminalização das drogas

2 de março de 2024
Justiça manda colocar tornozeleira eletrônica no Ex-secretário de Saúde de Cuiabá
Justiça

Justiça manda colocar tornozeleira eletrônica no Ex-secretário de Saúde de Cuiabá

7 de março de 2024
Justiça

Justiça nega adiamento de prazo para alegações finais e acelera julgamento de médica que atropelou e matou verdureiro em Cuiabá

21 de julho de 2026
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?