Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: STF julga esta semana, Cabeleireira que pintou estátua com batom no 8 de janeiro
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Câmara aprova projeto que endurece punições para descarte irregular de lixo
STJ solta dono da Choquei, Poze do Rodo e MC Ryan presos em esquema de R$ 1,6 bilhão
Governo Lula autoriza nomeação de mil aprovados para concurso da PF
“Não coloco arma na cabeça de ninguém”, dispara influencer Lili Vasconcelos que quebra o silêncio após operação policial; VEJA VÍDEO
Em Sinop, Flávio Bolsonaro reafirma apoio a Wellington e Medeiros e promete destravar a Ferrogrão; VEJA VÍDEO

24 de abril de 2026 03:12

Ad imageAd image
OpiniãoMT > Blog > Brasília > STF julga esta semana, Cabeleireira que pintou estátua com batom no 8 de janeiro
Brasília

STF julga esta semana, Cabeleireira que pintou estátua com batom no 8 de janeiro

A cabeleireira será julgada pela 1ª Turma do STF por envolvimento nos atos de 8 de janeiro e pode pegar até 17 anos de prisão.

última atualização: 17 de março de 2025 14:19
Redação OPMT
Compartilhar
3 Minutos de Leitura
STF julga esta semana, Cabeleireira que pintou estátua com batom no 8 de janeiro
Se condenada, Débora dos Santos pode pegar até 17 anos de cadeia. Imagem: Reprodução Redes Sociais.
Compartilhar

A cabeleireira Débora dos Santos, de 39 anos, será julgada pela 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) no plenário virtual, entre os dias 21 e 28 de março. Acusada de participação nos atos de 8 de janeiro, ela pode ser condenada a uma pena de até 17 anos de prisão.

Débora ficou conhecida por ter escrito, com batom, a frase “perdeu, mané” na estátua da Justiça, localizada em frente ao STF. O momento foi registrado por uma fotojornalista da Folha de S.Paulo e serviu como uma das evidências usadas no processo contra ela.

Cabeleireira é julgada pela 1ª Turma do STF por atos de 8 de janeiro

A cabeleireira foi detida e permaneceu presa preventivamente por um longo período antes de ser formalmente denunciada pela Procuradoria-Geral da República (PGR). A acusação oficial ocorreu apenas em julho de 2024, após reportagens denunciarem a demora no processo.

A defesa de Débora solicitou ao STF que o julgamento ocorresse no plenário completo. No entanto, desde 18 de dezembro de 2023, uma nova regra redistribuiu o julgamento dos casos relacionados aos atos de 8 de janeiro para as Turmas do Supremo. A 1ª Turma, responsável pelo caso, é composta pelos ministros Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Flávio Dino, Luiz Fux e Cármen Lúcia.

Com essa mudança, ministros como André Mendonça e Nunes Marques, que em casos anteriores votaram majoritariamente pela absolvição de outros envolvidos, ficaram de fora do julgamento.

A alteração se deu por meio da Emenda Regimental n° 59 do STF, que transferiu a competência de julgamento para as Turmas nos casos que não envolvem o presidente da República, seu vice, os presidentes do Congresso ou ministros do STF. Aproximadamente 400 casos relacionados ao 8 de janeiro já foram analisados pela 1ª Turma.

Prisão Preventiva e recursos da defesa

Nesta segunda-feira, 17 de março, a cabeleireira completou dois anos de prisão preventiva. Durante mais de um ano, permaneceu detida sem uma denúncia formal da PGR, o que gerou críticas de setores jurídicos e da imprensa.

Em agosto de 2024, o STF aceitou a denúncia e tornou Débora ré. Recentemente, seus advogados apresentaram as alegações finais, reforçando pedidos para que a cabeleireira cumpra prisão domiciliar. A justificativa principal é o fato de Débora ser mãe de dois menores de idade. No entanto, o relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, negou as solicitações, argumentando que ela apresenta “periculosidade social”.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também vai gostar de ver

CPI das Bets - relatório pede indiciamento de Deolane, Virgínia e mais 14 pessoas
Brasília

CPI das Bets: relatório pede indiciamento de Deolane, Virgínia e mais 14 pessoas

10 de junho de 2025
CCJ do Senado aprova PEC que reduz jornada de trabalho para 36 horas semanais
Brasília

CCJ do Senado aprova PEC que reduz jornada de trabalho para 36 horas semanais

10 de dezembro de 2025
Autoridades e Banqueiros afirmam que PF também sofreu pressão de Moraes sobre Banco Master
Brasília

Autoridades e Banqueiros afirmam que PF também sofreu pressão de Moraes sobre Banco Master

24 de dezembro de 2025
Projeto de Deputado do PT quer tornar crime o uso de dinheiro em espécie no Brasil
Brasília

Projeto de Deputado do PT quer tornar crime o uso de dinheiro em espécie no Brasil

10 de janeiro de 2025
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
adbanner
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?