Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Pacientes com paralisia voltam a andar após estimulação cerebral
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Jaques Wagner era o menino de recados de Vorcaro a Lula, aponta PF
Datafolha: Lula 47% contra 43% de Flávio no 2º turno
BC acaba com limite diário de R$ 500 para Pix por aproximação
Carros elétricos e híbridos terão imposto de 35% a partir de julho
Repasses, viagens caras, shows e imóveis de luxo e, agora, Jaques Wagner?

21 de junho de 2026 04:54

Ad imageAd image
OpiniãoMT > Blog > Saúde > Pacientes com paralisia voltam a andar após estimulação cerebral
Saúde

Pacientes com paralisia voltam a andar após estimulação cerebral

Técnica inovadora de estimulação cerebral profunda traz esperança a pacientes paralisados, ajudando-os a recuperar a mobilidade com resultados promissores.

última atualização: 10 de dezembro de 2024 17:06
Redação OPMT
Compartilhar
3 Minutos de Leitura
Pacientes com paralisia voltam a andar após estimulação cerebral
Wolfgang Jäger, de 54 anos, foi o segundo paciente a ser submetido ao tratamento. Imagem: Divulgação EPFL.
Compartilhar

A estimulação cerebral profunda, uma técnica que envolve a implantação cirúrgica de eletrodos no cérebro, trouxe uma nova esperança para pessoas com paralisia. Dois pacientes que sofreram lesões na coluna e perderam a mobilidade da cintura para baixo conseguiram voltar a andar com o uso dessa tecnologia inovadora.

Como funciona a Estimulação Cerebral Profunda

Publicada na revista Nature Medicine, a pesquisa detalha o funcionamento da estimulação cerebral profunda (DBS, na sigla em inglês). Essa técnica já era utilizada no tratamento de condições neurológicas, como Parkinson e Alzheimer. No entanto, seu uso em pacientes paralisados representa um avanço inédito. 

A estimulação cerebral profunda exige a implantação de eletrodos em áreas específicas do cérebro. Quando ativados, esses eletrodos estimulam grupos específicos de neurônios. A novidade está na aplicação dessa técnica em regiões do cérebro que, até então, não eram diretamente associadas ao controle motor das pernas.

Primeiros resultados: “Sinto Minhas Pernas”  

A neurocirurgiã Jocelyne Bloch, responsável pelos procedimentos, destacou a reação surpreendente de uma das pacientes. “Assim que o eletrodo foi colocado e realizamos a estimulação, a paciente imediatamente disse: ‘Sinto minhas pernas’”, relatou Bloch. 

O feedback da paciente durante o procedimento confirmou que os pesquisadores haviam atingido a área correta do cérebro, mesmo que essa região nunca tivesse sido associada ao controle das pernas em humanos. Com o aumento da estimulação, a paciente expressou vontade de andar, marcando um momento decisivo na pesquisa.

Caso de Wolfgang Jäger  

Wolfgang Jäger, de 54 anos, foi o segundo paciente a ser submetido ao tratamento. Paralisado desde 2006, ele relatou progressos notáveis em sua vida diária. “No ano passado, durante as férias, consegui andar alguns passos para chegar ao mar usando a estimulação”, revelou em entrevista ao “NewAtlas“. 

Além disso, Jäger relatou conquistas no dia a dia, como alcançar itens nos armários da cozinha, tarefas que antes eram impossíveis sem ajuda. Essas pequenas vitórias ilustram o impacto positivo da estimulação cerebral na qualidade de vida de pessoas com paralisia.

Um dos destaques do estudo foi a manutenção das melhorias mesmo após a desativação da estimulação. Esse resultado sugere que a técnica não apenas ajuda temporariamente, mas também promove uma reativação duradoura das conexões neurológicas responsáveis pela mobilidade.

A estimulação cerebral profunda surge como um marco no tratamento de paralisias, oferecendo esperança e novas possibilidades para pacientes que perderam a mobilidade. O impacto positivo nos casos apresentados reforça a importância de continuar investindo em estudos clínicos e tecnológicos para ampliar o alcance dessa técnica.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também vai gostar de ver

'Barriga de chope' prejudica mais ao coração que obesidade, aponta estudo
Saúde

‘Barriga de chope’ prejudica mais ao coração que obesidade, aponta estudo

16 de fevereiro de 2026
Saúde

Todas as Farmácias Unimed em Cuiabá Fecham Após Ataque Cibernético

20 de março de 2024
Prefeitura de Várzea GrandeSaúde

Várzea Grande: Menos de 19% do público alvo está vacinado contra dengue

31 de janeiro de 2025
Cirurgia de câncer de próstata com auxílio de robôs passa a ser oferecida no SUS
Saúde

Cirurgia de câncer de próstata com auxílio de robôs passa a ser oferecida no SUS

3 de outubro de 2025
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?