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Leia: MPF pede fechamento da Jovem Pan por suposta desinformação em 2022
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23 de abril de 2026 14:25

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OpiniãoMT > Blog > Justiça > MPF pede fechamento da Jovem Pan por suposta desinformação em 2022
Justiça

MPF pede fechamento da Jovem Pan por suposta desinformação em 2022

MPF solicita cancelamento das outorgas da Jovem Pan e indenização de R$ 13,4 milhões por alegada desinformação durante eleições de 2022.

última atualização: 15 de setembro de 2025 15:29
Redação OPMT
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3 Minutos de Leitura
MPF pede cancelamento das outorgas da Jovem Pan por suposta desinformação em 2022
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O Ministério Público Federal (MPF) entrou com um pedido judicial para o cancelamento das outorgas da emissora Jovem Pan, acusada de disseminar desinformação em 2022, durante o período eleitoral. O órgão também solicita o pagamento de indenização milionária e a adoção de medidas corretivas relacionadas à cobertura sobre o processo democrático brasileiro.

MPF aponta desinformação e pede cancelamento da emissora

De acordo com o MPF, a Jovem Pan teria cometido abusos graves ao difundir informações falsas que colocariam em risco a estabilidade democrática do país. O pedido foi protocolado nas alegações finais de uma ação civil pública movida em 2023 pela Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão.

Além do cancelamento das concessões de radiodifusão, o MPF solicita a condenação da emissora ao pagamento de R$ 13,4 milhões por danos morais coletivos. Até o momento, a Jovem Pan não se manifestou oficialmente sobre o caso.

O Ministério Público também pede que a emissora seja obrigada a produzir e transmitir conteúdos que reforcem a confiabilidade do processo eleitoral no Brasil. Segundo o pedido, a Jovem Pan deveria ainda apresentar relatórios mensais para comprovar o cumprimento dessa medida.

Alegações sobre papel da Jovem Pan em 2022

Para a Procuradoria, a emissora atuou como “caixa de ressonância” de narrativas que buscavam desacreditar as instituições brasileiras e o sistema eleitoral. O MPF sustenta que a repetida divulgação de informações falsas e de discursos que incentivavam intervenção militar contribuiu para o ambiente de instabilidade política vivido após as eleições.

Jovem Pan e os limites da liberdade de expressão

O MPF argumenta que a atuação da Jovem Pan teria extrapolado os limites constitucionais da liberdade de expressão, uma vez que a legislação brasileira veda o incentivo à desobediência civil, a disseminação de notícias falsas que comprometam a ordem pública e a incitação à rebeldia dentro das Forças Armadas.

De acordo com a acusação, caso a tentativa de golpe registrada no período tivesse avançado, a emissora poderia ser considerada uma das principais responsáveis por difundir uma narrativa construída de forma intencional para influenciar parte da sociedade.

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