Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Moraes vota para condenar a cabeleireira Débora Rodrigues a 14 anos de cadeia
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Mensagens mostram conversas de Moraes e Vorcaro horas antes de prisão do banqueiro
Trump afirma que Cuba será o próximo regime a cair nas américas após a Venezuela
Jantar tarde faz mal à saúde? O que diz a ciência?
PF afirma que Sicário segue em estado gravíssimo após tentativa de suicídio
‘Não vai cair sozinha’, avisa amiga de Lulinha cobrando proteção

7 de março de 2026 07:33

Ad imageAd image
OpiniãoMT > Blog > Justiça > Moraes vota para condenar a cabeleireira Débora Rodrigues a 14 anos de cadeia
Justiça

Moraes vota para condenar a cabeleireira Débora Rodrigues a 14 anos de cadeia

STF condena a cabeleireira Débora Rodrigues a 14 anos de prisão por participação nos atos de 8 de janeiro. A defesa contesta a decisão.

última atualização: 21 de março de 2025 14:21
Redação OPMT
Compartilhar
3 Minutos de Leitura
Moraes vota para condenar a cabeleireira Débora Rodrigues a 14 anos de cadeia
Se condenada, Débora pode pegar até 17 anos de cadeia. Imagem: Redes Sociais.
Compartilhar

Na manhã desta sexta-feira (21), o ministro do do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, deu o seu voto a favor da condenação da cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos por sua participação nos eventos de 8 de janeiro de 2023. Durante a manifestação, Débora escreveu a frase “perdeu, mané” na Estátua da Justiça, localizada em frente ao prédio do STF, utilizando um batom. A expressão faz referência a uma declaração do ministro Luís Roberto Barroso, feita nos Estados Unidos em 2022, após a vitória de Lula sobre Bolsonaro nas eleições presidenciais.

Condenação de cabeleireira Débora gera polêmica no STF

Débora Rodrigues está em prisão preventiva desde março de 2023, mesmo sem possuir antecedentes criminais. O julgamento ocorre no plenário virtual da 1ª Turma do STF e está previsto para ser finalizado até 28 de março. A condenação de 14 anos inclui diferentes penas:

– Abolição violenta do Estado Democrático de Direito (artigo 359-L do Código Penal): 4 anos e 6 meses de reclusão;

– Golpe de Estado (artigo 359-M do Código Penal): 5 anos de reclusão;

– Dano qualificado (artigo 163, parágrafo único, I, III e IV do Código Penal): 1 ano e 6 meses de detenção e 50 dias-multa;

– Deterioração do Patrimônio Tombado (artigo 62, I, da Lei 9.605/1998): 1 ano e 6 meses de reclusão e 50 dias-multa;

– Associação criminosa armada (artigo 288, parágrafo único, do Código Penal): 1 ano e 6 meses de reclusão.

Os dias-multa foram fixados em 1/3 do salário mínimo.

Defesa de Débora contesta decisão

Os advogados de Débora Rodrigues, Hélio Júnior e Taniéli Telles, manifestaram severa crítica à decisão de Alexandre de Moraes. Para a defesa, a pena é desproporcional e não individualiza as ações da acusada, transformando o caso em um “marco vergonhoso” para o Judiciário brasileiro.

“Condenar Débora por associação criminosa armada apenas por ter passado batom em uma estátua é um erro jurídico e um ato de severidade extrema”, argumentaram os advogados. Segundo eles, não há evidências de que a cabeleireira tenha cometido atos violentos ou feito parte de uma organização criminosa.

Pedido de Progressão de Regime

Os advogados também sustentam que Débora Rodrigues já poderia progredir de regime, uma vez que está presa há mais de dois anos. Com base na Lei de Execução Penal, alterada pela Lei nº 13.769/2018, mulheres que sejam mães ou responsáveis por crianças podem obter progressão de regime após o cumprimento de 1/8 da pena. No caso de Débora, isso equivaleria a 21 meses, tempo já superado pela sua permanência na prisão.

“A manutenção da prisão de Débora Rodrigues é ilegal e abusiva, já que ela já cumpriu tempo suficiente para progredir de regime”, afirmaram os advogados.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também vai gostar de ver

Justiça

Tribunal de Justiça mantém penhora de imóveis de José Riva por dívida superior a R$ 1 Milhão

22 de julho de 2025
Justiça

Justiça mantém prisão preventiva de pai e filho que assassinaram adolescente de 16 anos; eles estão detidos na PCE

25 de abril de 2025
Moraes nega liberdade para mulher acusada de escrever “Perdeu, mané” na estátua da Justiça
Justiça

Moraes nega liberdade para mulher acusada de escrever “Perdeu, mané” na estátua da Justiça

28 de setembro de 2024
Justiça

Gilmar Mendes manda soltar empresário apontado como líder de esquema no TJMT

11 de agosto de 2025
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
adbanner
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?