Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Justiça suspende resolução que autorizava aos farmacêuticos prescrever remédios
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
PF aponta deputado Faissal como ‘braço operacional’ de desembargador em suposta venda de sentenças no TJMT; VEJA VÍDEOS
Pai espanca e mata filha de 12 anos em Várzea Grande; VEJA VÍDEOS
Colisão frontal na MT-325 deixa dois motoristas mortos em Alta Floresta (MT)
Semana começa quente na capital, mas termômetros registram queda e há previsão de chuva para o domingo
Com investimento de R$ 293 milhões, maior ponte de Mato Grosso será entregue até o fim de 2026

8 de junho de 2026 21:03

Ad imageAd image
OpiniãoMT > Blog > Justiça > Justiça suspende resolução que autorizava aos farmacêuticos prescrever remédios
Justiça

Justiça suspende resolução que autorizava aos farmacêuticos prescrever remédios

Decisão da Justiça Federal suspende resolução do CFF que autorizava farmacêuticos a prescrever medicamentos, atendendo a pedido do CFM.

última atualização: 1 de abril de 2025 15:23
Redação OPMT
Compartilhar
3 Minutos de Leitura
Justiça suspende resolução que autorizava aos farmacêuticos prescrever remédios
Compartilhar

A Justiça Federal em Brasília decidiu suspender a resolução do Conselho Federal de Farmácia (CFF) que autorizava farmacêuticos a prescrever medicamentos. A medida, divulgada nesta segunda-feira (31), atendeu a um pedido do Conselho Federal de Medicina (CFM), que argumentou que a norma interferia em atribuições exclusivas dos médicos.

Decisão judicial e argumentos apresentados

Na sentença, o juiz federal Alaôr Piacini destacou que a resolução do CFF ultrapassava os limites legais ao permitir que farmacêuticos realizassem prescrições médicas. Segundo o magistrado, apenas profissionais da medicina possuem a capacitação necessária para diagnosticar e recomendar tratamentos de forma segura e adequada.

O Conselho Federal de Medicina manifestou-se sobre o caso e reforçou que a prescrição de medicamentos sem um diagnóstico médico pode acarretar riscos graves à saúde da população. O presidente do CFM, José Hiran Gallo, alertou para as possíveis consequências da norma.

“A prescrição sem um diagnóstico médico pode resultar em danos muitas vezes irreversíveis. O CFM permanecerá atento para garantir a segurança da saúde pública, pois somente o médico possui a formação necessária para diagnosticar e indicar o tratamento mais adequado a cada paciente”, afirmou.

Impacto da resolução suspensa

A resolução do CFF havia sido aprovada em fevereiro e autorizava farmacêuticos a prescrever determinados medicamentos, incluindo aqueles de venda restrita, bem como renovar receitas médicas. A norma também previa a possibilidade de indicação de medicamentos para pacientes em situação de risco iminente de vida.

Para o Conselho Federal de Medicina, a medida feria a legislação vigente e comprometia a segurança dos pacientes, uma vez que os farmacêuticos não possuem formação para realizar diagnósticos ou definir tratamentos específicos.

Resposta do Conselho Federal de Farmácia

Diante da suspensão judicial, o Conselho Federal de Farmácia (CFF) afirmou que pretende recorrer da decisão. Em nota, a entidade informou que também trabalha para avançar com um projeto de lei no Congresso Nacional que visa regulamentar a atuação dos farmacêuticos na prescrição de medicamentos.

O CFF defende que seus profissionais têm conhecimento suficiente para realizar prescrições dentro de suas áreas de competência e que a normatização desse tipo de atividade pode contribuir para ampliar o acesso da população a determinados tratamentos.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também vai gostar de ver

Dino autoriza o retorno do pagamento de emendas parlamentares
Justiça

Dino autoriza o retorno do pagamento de emendas parlamentares

2 de dezembro de 2024
STF retoma no dia 6, o julgamento sobre a descriminalização das drogas
Justiça

STF retoma no dia 6, o julgamento sobre a descriminalização das drogas

2 de março de 2024
Justiça

Justiça autoriza quebra de sigilo e extração de dados de celular de advogado morto em Cuiabá

2 de dezembro de 2025
MPMT promove conversa de mulheres com promotores sobre violência doméstica
Justiça

MPMT promove conversa de mulheres com promotores sobre violência doméstica

11 de março de 2024
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?