Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Erika Hilton é eleita presidente da Comissão de Defesa da Mulher na Câmara
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Jovem de 22 anos é morto a facadas após briga envolvendo ex-companheiro de familiar; VEJA VÍDEO
“Mula” é preso no Aeroporto Marechal Rondon com 10 kg de cocaína presos ao corpo
Vereador Júnior Chaveiro é preso em Cuiabá após supostamente torturar namorada em Barra do Bugres (MT)
Deputado Gilberto Cattani (PL) fortalece sustentabilidade e ressocialização com implantação de aquaponia na Tenda de Abraão
Governo de MT oferece até R$ 25 mil de subsídio para entrada da casa própria em Cuiabá e Várzea Grande; veja como conseguir

25 de abril de 2026 23:12

Ad imageAd image
OpiniãoMT > Blog > Brasília > Erika Hilton é eleita presidente da Comissão de Defesa da Mulher na Câmara
Brasília

Erika Hilton é eleita presidente da Comissão de Defesa da Mulher na Câmara

Erika Hilton é eleita presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher após votação apertada na Câmara dos Deputados.

última atualização: 11 de março de 2026 16:20
Redação OPMT
Compartilhar
4 Minutos de Leitura
Erika Hilton é eleita presidente da Comissão de Defesa da Mulher na Câmara
Erika Hilton é uma mulher transgênero, reconhecida legalmente como mulher no Brasil. Imagem: Redes Sociais.
Compartilhar

A deputada Erika Hilton (PSOL-SP) foi eleita nesta quarta-feira (11) para presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados. A escolha ocorreu após uma votação disputada entre os integrantes do colegiado e somente foi definida em um segundo escrutínio, depois que a primeira rodada não resultou na aprovação da chapa apresentada.

Eleição foi decidida em segunda votação

O processo eleitoral da comissão ocorreu em duas etapas. Na primeira votação, o resultado indicou que a chapa não havia obtido apoio suficiente entre os parlamentares presentes. Na ocasião, foram registrados 12 votos em branco e 10 votos favoráveis.

Como o número de votos positivos não foi suficiente para confirmar a eleição, foi realizada uma nova rodada de votação. No segundo escrutínio, Erika Hilton recebeu 11 votos favoráveis e novamente foram contabilizados 10 votos em branco, resultado que garantiu a presidência da comissão à deputada.

A votação ocorreu em um clima de disputa política entre integrantes da base governista e parlamentares da oposição.

Interpretação dos votos em branco

Durante a sessão, alguns deputados da oposição explicaram que a decisão de registrar votos em branco não significava tentativa de impedir o processo eleitoral, mas sim demonstrar discordância com a composição da chapa apresentada.

A deputada Chris Tonietto (PL-RJ) afirmou que a votação seguiu as regras previstas no regimento da Câmara dos Deputados. Segundo ela, o resultado do primeiro escrutínio indicou que parte da comissão não concordava com a formação proposta inicialmente.

A parlamentar ressaltou que os partidos têm autonomia para indicar representantes, mas os membros da comissão não são obrigados a apoiar todas as composições apresentadas. Para Tonietto, o voto em branco foi utilizado como forma de expressar a posição dos deputados dentro do colegiado.

Oposição se mobilizou contra Erika Hilton

A disputa pela presidência da comissão ocorreu após articulações de parlamentares contrários à eleição de Erika Hilton. Integrantes da oposição atuaram para tentar impedir que a deputada do PSOL assumisse o comando do colegiado.

Apesar da mobilização política, a segunda votação confirmou o nome da parlamentar para a função. A eleição ocorreu dentro dos procedimentos regimentais da Câmara, com participação dos integrantes da comissão.

Debate também repercutiu fora do Congresso

O processo de escolha também gerou manifestações de lideranças políticas fora da Câmara dos Deputados. A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) criticou publicamente a possibilidade de Erika Hilton assumir a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher.

De acordo com a senadora, cargos relacionados diretamente à pauta feminina deveriam ser ocupados por mulheres. Ao comentar o tema, Damares afirmou que pessoas trans devem ter proteção e respeito, mas sugeriu que o Congresso poderia discutir a criação de uma estrutura específica para tratar de políticas voltadas à diversidade.

Função da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher

A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher é um dos colegiados permanentes da Câmara dos Deputados. O grupo é responsável por analisar propostas legislativas e promover debates relacionados às políticas públicas voltadas às mulheres.

Entre os temas discutidos pela comissão estão iniciativas de combate à violência contra a mulher, programas de proteção social, igualdade de oportunidades e projetos que buscam ampliar direitos e garantias para a população feminina no Brasil.

Além da análise de projetos de lei, a comissão também realiza audiências públicas, acompanha a implementação de políticas governamentais e promove discussões sobre questões sociais relacionadas à pauta feminina.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também vai gostar de ver

Por 6 votos a 5, STF mantém regra que reduz aposentadorias por invalidez
Brasília

Por 6 votos a 5, STF mantém regra que reduz aposentadorias por invalidez

18 de dezembro de 2025
STF forma maioria para derrubar liminar que autorizava enfermeiros a realizar aborto legal
Brasília

STF derruba liminar que autorizava enfermeiros a realizar aborto legal

20 de outubro de 2025
Senado aprova novo Ensino Médio - Entenda as alterações
Brasília

Senado aprova novo Ensino Médio: Entenda as alterações

19 de junho de 2024
STF determina prisão de Alexandre Ramagem após suspeita de fuga do país
Brasília

STF determina prisão de Alexandre Ramagem após suspeita de fuga do país

21 de novembro de 2025
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
adbanner
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?