Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Coligação de Wellington Fagundes pede ao TRE-MT a impugnação da candidatura à reeleição do governador Otaviano Pivetta
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
STF amplia medidas protetivas da Lei Maria da Penha
Justiça condena Danilo Gentili por críticas a padre Júlio Lancellotti
Proteção? PF demora 7 meses para entregar sigilo de Lulinha a Mendonça
Lei Seca ganha novas regras com triagem para álcool e drogas
Acidente entre micro-ônibus e carreta deixa 23 mortos no Paraná

20 de agosto de 2026 07:22

OpiniãoMT > Blog > Eleições > Coligação de Wellington Fagundes pede ao TRE-MT a impugnação da candidatura à reeleição do governador Otaviano Pivetta
Eleições

Coligação de Wellington Fagundes pede ao TRE-MT a impugnação da candidatura à reeleição do governador Otaviano Pivetta

Jornalista Mauad
Publicado em: 19 de agosto de 2026
Compartilhar
4 Minutos de Leitura
Foto: Reprodução
Compartilhar

*Sêmia Mauad/ Opinião MT

Na última terça-feira, dia 18 de agosto, a coligação encabeçada pelo candidato ao governo Wellington Fagundes (PL) protocolou junto ao Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) um pedido de impugnação do registro de candidatura do atual governador e candidato à reeleição, Otaviano Pivetta (Republicanos).

O assunto veio a público e repercutiu amplamente após ser abordado pelo próprio Wellington Fagundes ao final do debate realizado na Rádio Centro América.

De acordo com a peça jurídica apresentada pela coligação adversária, Pivetta estaria inelegível em razão da rejeição de contas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) relativas a um convênio firmado para a compra de uma ambulância na época em que ele exercia o cargo de prefeito do município de Lucas do Rio Verde.

O embasamento da ação recai sobre o Convênio nº 3.578/2001, celebrado entre a prefeitura municipal e o Ministério Saúde com o objetivo de adquirir uma unidade móvel de saúde. No ano de 2012, o TCU julgou as contas irregulares, aplicando multa e imputação de débito ao gestor.

Segundo os apontamentos do tribunal de contas, o processo indicava irregularidades graves, tais como direcionamento de licitação, ausência de pesquisa de preços e superfaturamento. O convênio em questão também foi alvo de investigações desdobradas da Operação Sanguessuga, que apurou fraudes em licitações para a compra de ambulâncias e unidades móveis com verbas federais.

A LINHA DO TEMPO DA INELEGIBILIDADE E OS EFEITOS JURÍDICOS

O ponto central da disputa jurídica gira em torno da contagem do prazo de inelegibilidade, que, segundo a coligação autora da ação, estender-se-á até setembro de 2029.

A contagem do prazo de inelegibilidade inicial começou a fluir em março de 2015. O fluxo foi interrompido em março de 2018 e posteriormente retomado em agosto de 2024. A defesa da coligação relembra que, em 2016, o próprio TRE-MT já havia indeferido, por unanimidade, o registro de candidatura de Pivetta à reeleição em Lucas do Rio Verde, apontando irregularidades consideradas “insanáveis” que configurariam ato doloso de improbidade administrativa.

Naquela época, uma decisão da Justiça Federal suspendeu os efeitos dos acórdãos do TCU, o que permitiu a Pivetta concorrer e vencer as eleições de 2018 (para vice-governador) e de 2022.

Em agosto de 2024, a 12ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) reformou a decisão de primeira instância e restabeleceu os efeitos dos julgamentos condenatórios do TCU.

O PEDIDO DA COLIGAÇÃO E OS PRÓXIMOS PASSOS NO TRE-MT

Apesar de Pivetta ter apresentado recursos contra a decisão proferida pelo TRF-1, a coligação argumenta que, no momento do protocolo da impugnação, não havia decisão definitiva com efeito suspensivo ativo capaz de barrar os efeitos da condenação.

Diante disso, a chapa de Wellington Fagundes solicita o indeferimento integral do registro de candidatura de Otaviano Pivetta. Além disso, foi requerida uma decisão liminar para impedir imediatamente a utilização de recursos provenientes do Fundo Eleitoral e do Fundo Partidário na campanha do atual governador.

O pedido foi apresentado rigorosamente dentro do prazo legal estipulado para as impugnações. Cabe agora à Justiça Eleitoral, por meio do TRE-MT, analisar a eficácia atual dos acórdãos do TCU e deliberar se os fatos enquadram Pivetta nas hipóteses de inelegibilidade previstas pela legislação eleitoral brasileira.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print

Você também vai gostar de ver

Eleições

Candidato a prefeito Lúdio Cabral iniciou setembro realizando campanha na feira do CPA II, em Cuiabá (MT)

2 de setembro de 2024
Eleições

Emanuelzinho e Valtenir Pereira oficializam filiação em Brasília e esvaziam bancada do MDB

19 de março de 2026
Eleições

Convenção partidária confirma nome de Botelho à disputa pela Prefeitura da capital; governador apoia candidato

6 de agosto de 2024
Eleições

Wellington cita Bolsonaro para conter crise no PL e garante apoio a Medeiros: “Divergência se resolve em casa”

27 de março de 2026
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?