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OpiniãoMT > Blog > Governo Lula > Churrasco salgado: Preço das carnes têm a maior alta desde 2020
Governo Lula

Churrasco salgado: Preço das carnes têm a maior alta desde 2020

O preço das carnes subiu 2,97% em setembro, atingindo a maior variação em quatro anos, com alta impactando diversos cortes e devolvendo a inflação anual ao campo positivo.

última atualização: 10 de outubro de 2024 17:21
Redação OPMT
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4 Minutos de Leitura
O preço das carnes subiu 2,97% em setembro, atingindo a maior variação em quatro anos, com alta impactando diversos cortes e devolvendo a inflação anual ao campo positivo.
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O preço das carnes teve um aumento significativo em setembro, registrando a maior variação em quase quatro anos. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a alta de 2,97% foi impulsionada pela menor oferta de proteína no mercado, revertendo o cenário de queda acumulada desde janeiro de 2023. 

O impacto no preço das carnes não apenas afeta diretamente o bolso dos consumidores, mas também reflete o comportamento inflacionário no setor alimentício.

Variação do preço das carnes

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que monitora a inflação no Brasil, registrou em setembro a maior alta no preço das carnes desde dezembro de 2020, quando o aumento chegou a 3,85%. Este salto de 2,97% no preço das carnes em setembro representa um novo marco após meses de queda ou estabilidade nos valores.

A inflação anual das carnes, que vinha em queda desde fevereiro de 2023, voltou ao campo positivo após 19 meses. No acumulado dos 12 meses finalizados em setembro de 2024, a variação foi de 2,92%, revertendo as quedas expressivas, como a registrada em setembro de 2023, quando a retração foi de 11,06%. Esse aumento reflete tanto a redução na oferta de gado quanto os desafios enfrentados pelo setor de proteína animal no país.

Cortes com maior aumento

O impacto do aumento no preço das carnes foi sentido de maneira diferenciada entre os diversos cortes. O contrafilé foi o corte que apresentou a maior elevação, com um aumento de 3,79%, seguido pela costela, que registrou uma alta de 3,1%. Outros cortes, como o patinho e a alcatra, também acompanharam essa tendência de elevação, com aumentos de 3,15% e 3,02%, respectivamente. 

Além desses, outros cortes importantes tiveram elevações significativas. O acém, por exemplo, subiu 2,96%, enquanto o filé-mignon e o coxão mole registraram aumentos de 2,47% e 2,44%. A carne de porco também apresentou uma elevação considerável, com aumento de 3,67%, refletindo a crescente demanda por essa proteína como alternativa à carne bovina.

Apesar da alta generalizada nos preços, alguns cortes registraram quedas. A carne de carneiro teve uma redução de 4,41%, sendo o corte com a maior queda em setembro. A capa de filé também apresentou leve retração, com baixa de 0,59%. Esses números mostram que, mesmo diante de um cenário de elevação generalizada, ainda há variações que refletem particularidades do mercado de carnes.

Impacto no Boi Gordo

Outro fator que contribuiu para a alta dos preços das carnes foi o aumento no valor do boi gordo. De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a arroba do boi gordo à vista atingiu seu maior valor em mais de um ano, sendo cotada a R$ 294,20 em São Paulo. 

Este valor, equivalente a US$ 53,18, é o mais alto desde julho de 2023. A elevação no preço da arroba impacta diretamente no custo final das carnes, já que a matéria-prima se torna mais cara para os frigoríficos e, consequentemente, para o consumidor.

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