Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Cesta de Natal fica 9,16% mais cara em 2024, aponta levantamento da FIPE
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
STJ solta dono da Choquei, Poze do Rodo e MC Ryan presos em esquema de R$ 1,6 bilhão
Governo Lula autoriza nomeação de mil aprovados para concurso da PF
“Não coloco arma na cabeça de ninguém”, dispara influencer Lili Vasconcelos que quebra o silêncio após operação policial; VEJA VÍDEO
Em Sinop, Flávio Bolsonaro reafirma apoio a Wellington e Medeiros e promete destravar a Ferrogrão; VEJA VÍDEO
Influencers e empresários de Cuiabá são alvos por golpes em jogos de azar e lavagem de R$ 10 milhões; VEJA VÍDEO

23 de abril de 2026 14:57

Ad imageAd image
OpiniãoMT > Blog > Economia > Cesta de Natal fica 9,16% mais cara em 2024, aponta levantamento da FIPE
Economia

Cesta de Natal fica 9,16% mais cara em 2024, aponta levantamento da FIPE

Itens da Cesta de Natal tiveram aumento médio de 9,16% em 2024, segundo FIPE, com azeite liderando alta e panetone registrando queda.

última atualização: 20 de novembro de 2024 15:41
Redação OPMT
Compartilhar
4 Minutos de Leitura
Cesta de Natal fica 9,16% mais cara em 2024, aponta levantamento da FIPE
Compartilhar

A tradicional Cesta de Natal, composta por itens típicos das celebrações de fim de ano, ficou 9,16% mais cara em 2024. De acordo com a prévia do Índice de Preços ao Consumidor (IPC), elaborado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), o preço médio da cesta saltou para R$ 439,30 em novembro, em comparação aos R$ 402,45 registrados em dezembro de 2023.

Alta nos preços da Cesta de Natal

Entre os itens analisados pela FIPE, o azeite de oliva lidera o aumento de preços, com uma alta de 21,30%. Esse produto, essencial em muitas receitas natalinas, foi apontado como o maior responsável pelo aumento geral da cesta. 

Outros itens de destaque incluem o lombo de porco com osso, que subiu 19,72%, e o pernil, que registrou um aumento de 17,80%. Apesar das altas, o tradicional panetone de frutas cristalizadas teve uma ligeira queda de 1,60%.

Além das carnes, produtos como o queijo ralado (2,5%) e o molho de tomate (4%) também apresentaram variações de preços, o que impacta diretamente pratos típicos como a macarronada de fim de ano. O macarrão tipo espaguete, porém, foi uma exceção, mantendo seu preço estável no período.

Frutas e sucos também encarecem a Cesta de Natal

As frutas, amplamente consumidas nas ceias natalinas, não escaparam da inflação. O pêssego teve alta de 13,79%, seguido pelo morango, que subiu 12,02%, e pela uva, com variação de 4,49%. Já os sucos, como o néctar de laranja (16,19%) e o néctar de morango (3,95%), também apresentaram aumentos significativos.

De acordo com especialistas, as condições climáticas foram um dos fatores que influenciaram os preços. A safra de laranja, por exemplo, foi prejudicada por variações climáticas ao longo de 2024, o que resultou no aumento do custo final do produto.

Produtos como o peru, item tradicional em muitas mesas natalinas, registraram aumento de 7,5%. Até mesmo alternativas mais econômicas, como a lata de atum, tiveram alta de 4,3%. Itens usados em saladas, como azeitonas e palmito, subiram 9% e 8,5%, respectivamente.

Os bombons, uma escolha frequente para presentear ou complementar a ceia, também ficaram mais caros, com alta de 6,3%. Entre os itens analisados, a farofa foi um dos poucos produtos que apresentaram queda de preço, com redução de 7,23%.

Impacto da inflação nas celebrações de fim de ano

A inflação de 2024, somada a fatores na economia brasileira, tornou mais onerosa a composição da Cesta de Natal. A FIPE destacou que, enquanto alguns produtos essenciais registraram aumentos expressivos, itens como o panetone e o macarrão conseguiram manter os preços mais estáveis, oferecendo uma pequena margem de economia.

Apesar de alguns itens apresentarem estabilidade ou pequenas quedas, como o panetone, a maioria dos produtos registrou aumento, tornando necessário um planejamento cuidadoso para manter as tradições sem comprometer o orçamento.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também vai gostar de ver

Reviravolta: Trump anuncia novas tarifas globais de 15%
Economia

Reviravolta: Trump anuncia novas tarifas globais de 15%

21 de fevereiro de 2026
Justiça transfere controle da Amazonas Energia para Irmãos Batista
Economia

Justiça transfere controle da Amazonas Energia para Irmãos Batista

8 de outubro de 2024
Petrobras anuncia novo corte no preço do diesel; litro cai para R$ 3,27 nas distribuidoras
Economia

Petrobras anuncia novo corte no preço do diesel; R$ 3,27 nas distribuidoras

5 de maio de 2025
Brasil tem deflação de 0,02% em agosto, diz IBGE
Economia

Brasil tem deflação em agosto de 0,02%, diz IBGE

10 de setembro de 2024
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
adbanner
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?