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Leia: Cármen Lúcia assume a presidência do TSE no lugar de Alexandre de Moraes
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24 de abril de 2026 07:56

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OpiniãoMT > Blog > Brasília > Cármen Lúcia assume a presidência do TSE no lugar de Alexandre de Moraes
Brasília

Cármen Lúcia assume a presidência do TSE no lugar de Alexandre de Moraes

Cármen Lúcia assume a presidência do TSE nesta terça-feira (7) e liderará o processo eleitoral municipal deste ano.

última atualização: 7 de maio de 2024 17:33
Redação OPMT
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3 Minutos de Leitura
Cármen Lúcia assume a presidência do TSE no lugar de Alexandre de Moraes
A Ministra Cármen Lúcia vai comandar o TSE pelos próximos dois anos. Imagem: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil.
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Na tarde desta terça-feira (7), a ministra Cármen Lúcia assumiu uma posição de grande responsabilidade ao ser nomeada presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Com uma trajetória significativa no cenário jurídico brasileiro, ela será a encarregada de conduzir as eleições municipais de 2024, um marco importante para a democracia nacional tão abalada nos últimos anos.

O Processo de Eleição no TSE

A eleição para presidente do TSE segue uma tradição simbólica, onde geralmente o cargo é ocupado pelo ministro mais antigo do Supremo Tribunal Federal (STF) que esteja atuando no TSE. Atualmente vice-presidente, Cármen Lúcia substituirá Alexandre de Moraes, marcando sua segunda gestão à frente do tribunal. Ela permanecerá na presidência até agosto de 2026, prometendo uma liderança estável durante um período crucial.

A configuração do TSE

O TSE é composto por, no mínimo, sete ministros titulares. Destes, três são provenientes do STF, dois do Superior Tribunal de Justiça (STJ), e dois são juristas selecionados da advocacia. Com a saída de Alexandre de Moraes, André Mendonça, anteriormente membro substituto, assumirá uma vaga de ministro titular. 

Neste novo ciclo, Cármen Lúcia contará com o apoio de Nunes Marques, o segundo membro mais antigo do STF no TSE, que atuará como vice-presidente. A nova configuração do TSE ficou assim:

  • Presidente: Cármen Lúcia;
  • Vice-presidente: Nunes Marques;
  • Ministro efetivo do STF (substituindo Moraes): André Mendonça;
  • Corregedor-geral (substituindo Raul Araújo): Isabel Gallotti;
  • Ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ): Antonio Ferreira;
  • Ministro pela vaga de advogado: André Tavares;
  • Ministro pela vaga de advogado: Floriano de Azevedo Marques.

Trajetória de Cármen Lúcia no TSE

Esta não é a primeira vez que Cármen Lúcia lidera o TSE. Em 2012, ela fez história ao se tornar a primeira mulher a presidir a Justiça Eleitoral do país, gerenciando as eleições municipais daquele ano. Desde então, a ministra tem desempenhado papéis fundamentais no tribunal, acumulando experiência e reconhecimento. 

Em agosto de 2020, ela foi empossada como ministra substituta e, dois anos depois, ascendeu ao posto de ministra efetiva, consolidando sua influência e compromisso com a integridade eleitoral brasileira.

A nomeação de Cármen Lúcia como presidente do TSE é um passo significativo para a gestão das eleições municipais de 2024. Seu papel será crucial não apenas para garantir a lisura das eleições, mas também para restabelecer a confiança do público no sistema eleitoral do país.

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