Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Riva é condenado, mas punibilidade é extinta devido a demora da ação
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Jovem de 20 anos morre atropelado por carreta após queda de moto em Várzea Grande
Carro capota e para sobre calçada na Avenida Prainha na manhã desta sexta; VEJA VÍDEO
Politec confirma vestígios de cocaína em avião incendiado propositalmente no interior de Mato Grosso
Membro de facção com extensa ficha criminal morre em confronto com a Força Tática em Primavera do Leste (MT)
Mendonça manda soltar filho de ex-diretor do INSS acusado de lesar aposentados

24 de abril de 2026 09:58

Ad imageAd image
OpiniãoMT > Blog > Justiça > Riva é condenado, mas punibilidade é extinta devido a demora da ação
Justiça

Riva é condenado, mas punibilidade é extinta devido a demora da ação

última atualização: 3 de julho de 2024 10:13
Jornalista Mauad
Compartilhar
2 Minutos de Leitura
Foto: Reprodução
Compartilhar

*Sêmia Mauad/ Opinião MT

O ex-presidente da Assembleia Legislativa, José Geraldo Riva, foi condenado pelo juiz da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, João Filho de Almeida Portela, durante ação penal que advém da Operação Ventríloquo.

A investigação apontou desvio de R$ 9,4 milhões de reais, entre os anos de 2013 e 2014, da Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Isso teria sido feito por meio de fraudes nas transações com o Banco Bamerindus. Os valores envolviam seguros contratados na década de 90 para os funcionários da AL.

Apesar da decisão desfavorável a Riva, em um primeiro momento, a punibilidade foi extinta pelo magistrado, uma vez que a ação foi prescrita.

A sentença estava pronta para ser deferida ainda em 2018, o que não ocorreu. Por isso, os acusados José Geraldo Riva e Júlio Cesar Domingues Rodrigues não sofrerão penalidades: “Não pode este magistrado se transformar em Justiceiro e, a míngua de fatos concretos, majorar exageradamente sanção penal simplesmente para ressuscitar uma ‘Inês morta’ de há muito”, explicou o magistrado.

Ainda foram absolvidos também o ex-secretário da Assembleia, Luiz Marcio Bastos Pommot e Anderson Flávio de Godoi.

José Geraldo Riva e o advogado confessaram os crimes praticados durante delação premiada, homologadas pelo judiciário.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também vai gostar de ver

Justiça

Energisa é condenada pela justiça por danos causados em frigorífico por oscilação de energia

23 de setembro de 2024
STJ decide que Criptomoedas podem ser Penhoradas pela justiça
Justiça

STJ decide que Criptomoedas podem ser Penhoradas pela justiça

3 de abril de 2025
Justiça

Energisa é impedida pela Justiça de cobrar ICMS retroativo de empresas que tem energia solar

25 de setembro de 2024
Justiça

Energisa é impedida na Justiça de cortar energia de idoso que precisa de cuidados de saúde

21 de novembro de 2024
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
adbanner
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?