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Leia: Mais de 50 Universidades e Institutos Federais entraram em greve nesta segunda-feira (15)
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7 de março de 2026 11:32

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OpiniãoMT > Blog > Governo Lula > Mais de 50 Universidades e Institutos Federais entraram em greve nesta segunda-feira (15)
Governo Lula

Mais de 50 Universidades e Institutos Federais entraram em greve nesta segunda-feira (15)

A greve envolve 18 universidades federais e reivindica um reajuste de 22% para professores, com apoio de outras 41 instituições.

última atualização: 15 de abril de 2024 15:28
Redação OPMT
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5 Minutos de Leitura
Mais de 50 Universidades e Institutos Federais entraram em greve nesta segunda-feira
Os profissionais exigem pelo menos 22% de reajuste, porém, o MEC fala em apenas 9%. Imagem: Divulgação.
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Em um movimento histórico, mais de 50 universidades federais brasileiras, centros de educação e institutos federais entraram em greve nesta segunda-feira (15), reivindicando reajuste salarial, igualdade de benefícios e melhores condições de trabalho. A paralisação, que já afeta mais de 500 mil estudantes, é um duro golpe para o ensino superior público no país.

Reajuste salarial e igualdade de benefícios

No centro das reivindicações dos docentes está a questão salarial. Os professores pedem um reajuste de 22%, dividido em três parcelas iguais ao longo dos próximos três anos. Além disso, reivindicam igualdade de benefícios e auxílios com os servidores do Legislativo e do Judiciário, incluindo auxílio alimentação, assistência pré-escolar e plano de saúde.

Outras demandas incluem a revogação de atos normativos que impactam negativamente a carreira dos docentes, a melhoria das condições de trabalho e a ampliação do investimento em pesquisa e ensino.

O Ministério da Educação (MEC), por sua vez, ofereceu um reajuste de apenas 9%, além de aumento no auxílio alimentação e na assistência pré-escolar. No entanto, o sindicato dos docentes rejeitou a proposta, alegando que ela não atende às necessidades da categoria.

Paralisação em crescimento e impactos na educação

A greve, que teve início com 18 instituições, já se alastrou para mais de 50 universidades, com indicativo de paralisação em outras cinco e oito já estão em estado de greve desde a semana passada.

Status da Greve Instituições Afetadas
Universidades que pararam atividades em 15 de abril Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET-MG);
Instituto Federal do Piauí (IFPI);
Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB);
Universidade Federal de Brasília (UnB);
Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF);
Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP);
Universidade Federal de Pelotas (UFPel);
Universidade Federal de Viçosa (UFV);
Universidade Federal do Cariri (UFCA);
Universidade Federal do Ceará (UFC);
Universidade Federal do Espírito Santo (UFES);
Universidade Federal do Maranhão (UFMA);
Universidade Federal do Pará (UFPA);
Universidade Federal do Paraná (UFPR);
Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB);
Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa);
Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR);
Universidade Federal de Rondônia (UNIR)
Universidades com indicativo de greve após 15 de abril Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (CEFET-RJ);
Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS) – campi Alvorada, Canoas, Osório, Porto Alegre, Restinga, Rolante e Viamão;
Universidade Federal de Sergipe (UFS);
Universidade Federal de Uberlândia (UFU);
Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA)
Universidades com indicativo de greve aprovado, mas sem data de início Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI);
Universidade Federal da Paraíba (UFPB);
Universidade Federal de Pernambuco (UFPE);
Universidade Federal do Piauí (UFPI);
Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB);
Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE);
Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM)
Universidades em estado de greve Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD);
Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ);
Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO);
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ);
Universidade Federal de Santa Maria (UFSM);
Universidade Federal do Pampa (Unipampa);
Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA);
Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT)

O movimento grevista já afeta o calendário letivo, com aulas suspensas e pesquisas comprometidas. A longo prazo, a greve pode ter um impacto significativo na qualidade do ensino superior público no país.

Negociações e futuro incerto

O Andes-SN, sindicato que representa os docentes, afirma que está aberto ao diálogo com o governo, mas que não cederá enquanto suas principais reivindicações não forem atendidas. O MEC, por outro lado, afirma que está buscando soluções para o impasse, mas não deu prazos para a resolução do conflito.

O futuro da greve ainda é incerto, mas o movimento já demonstra a força e a união dos docentes em busca de seus direitos e da valorização da educação pública no Brasil.

A greve das universidades federais é um momento crucial para o futuro da educação superior no Brasil. É fundamental que o governo e os docentes encontrem um acordo que atenda às necessidades da categoria e que garanta a qualidade do ensino para os estudantes.

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