Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: União Europeia confirma veto à carne brasileira a partir de setembro
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Motorista investigado por morte em acidente na Isaac Póvoas retorna à Deletran e evita imprensa em Cuiabá; VEJA VÍDEO
TRE-MT funcionará em regime de plantão no feriado de 7 de Setembro devido ao período eleitoral
Alunos transformam telhas descartadas em obras de arte inspiradas no Folclore Brasileiro em Várzea Grande
ARTIGO: Pecuária em MT e o exterior; No ano anterior, a exportação chegou a 77 países e atingiu 88 países
Phenom 300EV: Embraer lança jato que consegue pousar sozinho

6 de setembro de 2026 06:01

OpiniãoMT > Blog > Agronegócio > União Europeia confirma veto à carne brasileira a partir de setembro
Agronegócio

União Europeia confirma veto à carne brasileira a partir de setembro

União Europeia oficializa restrição à carne brasileira, mel, peixes e outros produtos de origem animal por questões regulatórias sanitárias.

Redação OPMT
Publicado em: 7 de junho de 2026
Compartilhar
5 Minutos de Leitura
União Europeia confirma veto à carne brasileira a partir de setembro
Compartilhar

A União Europeia confirmou oficialmente a retirada do Brasil da lista de países autorizados a exportar determinados produtos de origem animal para os países do bloco. A medida afeta diretamente a carne brasileira, além de mel, pescados, tripas e outros produtos destinados ao mercado europeu, e passa a valer a partir de 3 de setembro.

A decisão foi formalizada por meio de publicação no Diário Oficial da União Europeia nesta sexta-feira (5), consolidando um posicionamento que já havia sido anunciado semanas antes. O tema ganhou repercussão por envolver um dos principais mercados consumidores de proteínas animais produzidas no Brasil.

União Europeia aponta exigências sanitárias como motivo da decisão

De acordo com a Comissão Europeia, a exclusão do Brasil ocorreu porque o país ainda não apresentou comprovações suficientes de que toda a cadeia produtiva atende aos critérios exigidos pelo bloco em relação ao uso de medicamentos antimicrobianos na criação animal.

As autoridades europeias afirmam que as garantias fornecidas até o momento não foram consideradas suficientes para demonstrar conformidade integral com as normas sanitárias adotadas pela região.

A preocupação está relacionada especialmente ao controle do uso de substâncias antimicrobianas empregadas no tratamento e prevenção de doenças em animais destinados à produção de alimentos.

Política europeia busca reduzir uso de antibióticos

As regras adotadas pela União Europeia fazem parte da estratégia denominada One Health, iniciativa voltada à proteção da saúde pública, animal e ambiental. Entre seus objetivos está a redução do uso excessivo de antibióticos, considerada uma medida importante para combater a resistência antimicrobiana em escala global.

Dentro desse contexto, o bloco europeu restringe o uso de determinadas substâncias utilizadas na produção animal, incluindo compostos como virginiamicina, avoparcina, tilosina, espiramicina, avilamicina e bacitracina.

Embora o governo brasileiro tenha promovido mudanças regulatórias recentemente, proibindo parte dos antimicrobianos utilizados para estimular crescimento e produtividade dos animais, a avaliação europeia concluiu que ainda são necessárias garantias adicionais.

Carne brasileira continua sem questionamentos sobre qualidade sanitária

Apesar da decisão, a União Europeia não indicou problemas relacionados à qualidade ou à segurança dos alimentos produzidos no Brasil. O principal foco do veto está ligado a aspectos regulatórios, documentais e de rastreabilidade sanitária.

Na prática, a medida não significa que os produtos brasileiros estejam contaminados ou apresentem riscos ao consumo. O debate concentra-se na capacidade de comprovação documental exigida pelas autoridades europeias sobre todo o histórico produtivo dos animais e produtos exportados.

Esse aspecto tem sido destacado por entidades representativas do setor agropecuário brasileiro, que defendem a robustez dos sistemas nacionais de fiscalização e controle.

Adequação às normas pode exigir mudanças adicionais

Para recuperar a autorização de exportação para os itens afetados, o Brasil precisará demonstrar conformidade total com as exigências estabelecidas pela legislação europeia.

Entre as alternativas avaliadas estão a ampliação das restrições ao uso de determinados medicamentos veterinários e o fortalecimento dos mecanismos de rastreamento da produção animal.

Especialistas apontam que a segunda opção tende a ser mais complexa, uma vez que envolve investimentos em monitoramento detalhado, certificações adicionais e novos procedimentos de controle ao longo de toda a cadeia produtiva.

Entidades do setor defendem sistema brasileiro

A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) reiterou seu posicionamento de confiança na qualidade dos sistemas sanitários nacionais. Segundo a entidade, o Brasil possui uma das estruturas de inspeção agropecuária mais completas do mundo e atende aos requisitos exigidos por mais de 170 mercados internacionais.

A associação também informou que mantém atuação conjunta com o Ministério da Agricultura e Pecuária para desenvolver protocolos que atendam às novas exigências impostas pela União Europeia, além de participar de discussões técnicas com autoridades nacionais e estrangeiras.

Por sua vez, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) destacou que acompanha a formalização da medida e acredita que o país possui condições técnicas para demonstrar a eficiência de seus controles sanitários.

A entidade ressaltou ainda que a restrição europeia não decorre de falhas sanitárias identificadas na produção brasileira, mas da necessidade de reconhecimento dos mecanismos de fiscalização e certificação adotados pelo país.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print

Você também vai gostar de ver

Governo acaba com redução de impostos para diversos setores, incluindo o Agro
Agronegócio

Governo acaba com redução de impostos para diversos setores, incluindo o Agro

18 de dezembro de 2025
AgronegócioGoverno de Mato Grosso

Governador defende seguro agrícola robusto e ações para fortalecer o agronegócio brasileiro durante conferência

12 de setembro de 2024
Relatório da Conab mostra Mato Grosso como o maior produtor de grãos do Brasil
Agronegócio

Relatório da Conab mostra Mato Grosso como o maior produtor de grãos do Brasil

15 de maio de 2024
Casos de raiva bovina são confirmados em Campo Verde e Alta Floresta
Agronegócio

Casos de raiva bovina são confirmados em Campo Verde e Alta Floresta

28 de abril de 2026
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?