Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Comprimidos contra obesidade superam eficácia de canetas emagrecedoras
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Comprimidos contra obesidade superam eficácia de canetas emagrecedoras
Já passam de 670 mortos e 3 mil desaparecidos nas enchentes no Nepal
Trump faz o maior acordo de petróleo da história com a Venezuela
Correios registram R$ 5,55 Bi de prejuízo no 1º semestre de 2026
Pesquisa Vox Brasil: Flávio 45,1% contra 44,5% de Lula em 2º turno

31 de agosto de 2026 07:57

OpiniãoMT > Blog > Saúde > Comprimidos contra obesidade superam eficácia de canetas emagrecedoras
Saúde

Comprimidos contra obesidade superam eficácia de canetas emagrecedoras

Estudos avaliam novos medicamentos contra obesidade, incluindo opções em comprimidos e substâncias que atuam em diferentes hormônios.

Redação OPMT
Publicado em: 30 de agosto de 2026
Compartilhar
6 Minutos de Leitura
Comprimidos contra obesidade superam eficácia de canetas emagrecedoras
Compartilhar

A busca por novas formas de tratamento para a obesidade tem levado pesquisadores e empresas farmacêuticas a desenvolver medicamentos que vão além das tradicionais aplicações injetáveis. Entre as alternativas em investigação estão comprimidos de uso diário e moléculas capazes de interferir em diferentes mecanismos relacionados ao apetite, à saciedade, ao metabolismo e à redução de gordura corporal.

Orforglipron apresenta resultados em estudo clínico

Entre os medicamentos que estão sendo estudados está o orforglipron, desenvolvido pela farmacêutica Eli Lilly. A substância chama atenção por ser administrada por via oral, o que pode representar uma alternativa aos tratamentos que dependem de aplicações por injeção.

Um estudo clínico envolvendo mais de 3 mil adultos com obesidade avaliou os efeitos do medicamento durante aproximadamente 16 meses. De acordo com os resultados divulgados pela empresa, os participantes que receberam a dose mais elevada apresentaram uma redução média de 11,2% no peso corporal.

Mulheres na peri e pós-menopausa

Os dados também apontaram resultados específicos entre mulheres que estavam na peri-menopausa ou já haviam passado pela menopausa. Nesse grupo, a perda média de peso registrada durante o período de tratamento chegou a 14%.

O orforglipron também está sendo investigado em relação a outras condições associadas ao metabolismo. Entre elas estão a hipertensão e a síndrome dos ovários policísticos.

A substância ainda faz parte de um cenário de pesquisas que busca ampliar as alternativas terapêuticas disponíveis para pessoas com excesso de peso e doenças metabólicas. Medicamentos desse segmento também são avaliados em pacientes com diabetes tipo 2.

Obesidade impulsiona pesquisas com diferentes hormônios

Outra frente de desenvolvimento farmacêutico concentra esforços em medicamentos capazes de atuar simultaneamente sobre mais de um receptor hormonal. A estratégia tem como objetivo interferir em mecanismos que participam da regulação da fome, da saciedade e do metabolismo energético.

Um dos exemplos é a retatrutida, que atua sobre três vias hormonais: GLP-1, GIP e glucagon. A combinação desses mecanismos vem sendo investigada em estudos clínicos voltados à redução do peso corporal e ao tratamento de alterações relacionadas à obesidade.

Retatrutida apresenta perdas de peso expressivas

Em pesquisas com períodos mais longos de acompanhamento, os resultados apresentados para a retatrutida indicaram uma redução média de aproximadamente 28% do peso corporal entre os participantes avaliados. Uma parcela relevante das pessoas submetidas ao tratamento alcançou perdas superiores a 30%.

A substância também está sendo estudada em pessoas que apresentam problemas nos joelhos associados à obesidade. A investigação considera, entre outros fatores, os possíveis efeitos que uma redução significativa do peso pode provocar sobre a carga suportada pelas articulações.

Apesar dos resultados observados nos estudos, a retatrutida ainda está em fase de desenvolvimento clínico. Portanto, não está disponível como tratamento de uso regular.

Preservação muscular é outro desafio no tratamento

Além de buscar uma maior redução de peso, as pesquisas atuais também analisam a composição corporal durante o processo de emagrecimento. Uma das questões avaliadas é a perda de massa muscular que pode ocorrer junto à redução da gordura corporal.

Nesse campo está o bimagrumabe, uma substância investigada por sua capacidade de contribuir para a preservação ou até mesmo para o aumento da massa muscular durante a perda de gordura.

A estratégia é diferente daquela que considera apenas o número indicado pela balança. Os pesquisadores também avaliam como o organismo responde à redução do peso e quais componentes corporais são perdidos ou preservados ao longo do tratamento.

Análogos de amilina entram nas pesquisas

Outra linha de investigação envolve os chamados análogos de amilina. Essas substâncias procuram reproduzir os efeitos de um hormônio produzido naturalmente pelo organismo e liberado em conjunto com a insulina.

A amilina participa de processos relacionados à regulação da saciedade, entre outras funções metabólicas. Por isso, medicamentos que reproduzem sua ação estão sendo avaliados como possíveis ferramentas para auxiliar no controle do peso.

Assim como ocorre com outras moléculas em desenvolvimento, os resultados obtidos nos estudos precisam ser analisados em diferentes etapas antes que qualquer medicamento possa chegar ao mercado.

Medicamentos ainda dependem de aprovação

Embora os resultados apresentados nas pesquisas indiquem diferentes possibilidades para o tratamento da obesidade, os medicamentos que ainda estão em desenvolvimento precisam passar por avaliações clínicas relacionadas à eficácia e à segurança.

O processo inclui a análise dos resultados obtidos nos estudos antes de uma eventual submissão aos órgãos reguladores. Dessa forma, resultados promissores em pesquisas não significam que uma determinada substância já esteja autorizada para uso pela população.

A expansão das pesquisas também demonstra que o desenvolvimento de tratamentos para a obesidade não está restrito a uma única estratégia. As empresas farmacêuticas estudam desde medicamentos administrados por via oral até combinações capazes de atuar sobre diferentes hormônios e substâncias voltadas à preservação da massa muscular.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print

Você também vai gostar de ver

Prefeitura de CuiabáSaúde

TCE-MT aprova contas de 2022 da Prefeitura de Cuiabá

4 de dezembro de 2024
Fauci: médico do fecha tudo na pandemia fica em silêncio durante audiência
Saúde

Fauci: médico do fecha tudo na pandemia fica em silêncio durante audiência

30 de julho de 2026
Anvisa aprova nova vacina contra chikungunya desenvolvida pelo Instituto Butantan
Saúde

Anvisa aprova vacina contra chikungunya desenvolvida pelo Instituto Butantan

14 de abril de 2025
Minas Gerais confirma primeira morte por hantavírus
Saúde

Minas Gerais confirma primeira morte por hantavírus em 2026

11 de maio de 2026
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?