Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Sócia de Lulinha mandava motorista entregar dinheiro em malas, diz PF
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Lula sanciona lei que perdoa dívidas de MEIs e amplia faturamento
Justiça torna 12 pessoas rés por queda de avião da Voepass que matou 62 pessoas
Malha fina: Receita Federal notifica 498,5 mil contribuintes
Dengue: cerca de 1,8 mil cidades brasileiras estão em alerta
Depoimento de vereador revela bastidores de suposta propina de R$ 500 mil pelo DAE e R$ 100 mil em sacola em Várzea Grande (MT)

22 de outubro de 2026 03:30

Ad image
OpiniãoMT > Blog > Caso INSS > Sócia de Lulinha mandava motorista entregar dinheiro em malas, diz PF
Caso INSS

Sócia de Lulinha mandava motorista entregar dinheiro em malas, diz PF

PF aponta mensagens sobre atuação de Lulinha, Roberta Luchsinger e Fernando Bittar na defesa de interesses privados junto ao governo.

Redação OPMT
Publicado em: 21 de agosto de 2026
Compartilhar
6 Minutos de Leitura
Sócia de Lulinha mandava motorista entregar dinheiro em malas, diz PF
A lobista Roberta Luchsinger, amiga e sócia de Lulinha. Imagem: Redes Sociais.
Compartilhar

Mensagens recuperadas pela Polícia Federal (PF) no celular da lobista Roberta Luchsinger indicam uma possível atuação conjunta dela com Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e o empresário Fernando Bittar na interlocução de interesses privados junto a órgãos do governo federal. De acordo com informações obtidas pela revista Veja, os investigadores também encontraram registros relacionados à entrega de dinheiro em espécie.

Mensagens citam entrega de dinheiro em espécie

Segundo o material reunido pela PF, Roberta Luchsinger teria orientado seu motorista a transportar valores em dinheiro vivo para diferentes destinatários. Entre as pessoas mencionadas nas mensagens está Fernando Bittar, apontado como um dos sócios da empresária.

Os valores, conforme os registros analisados pelos investigadores, seriam levados em malas. A troca de mensagens faz parte dos elementos reunidos durante a investigação e passou a integrar o conjunto de informações analisadas pela Polícia Federal.

O relatório policial aponta que as evidências obtidas até o momento indicariam a existência de uma estrutura formada por Luchsinger, Lulinha e Bittar. A suspeita investigada é de que o grupo atuaria de maneira coordenada para estabelecer contatos e defender interesses privados perante integrantes da Administração Pública Federal.

PF investiga possível núcleo de atuação

No documento citado pela revista Veja, a Polícia Federal descreve a existência de um grupo com atuação considerada permanente e articulada. Segundo os investigadores, a estrutura teria como objetivo facilitar a interlocução de interesses privados com agentes e órgãos públicos.

A apuração ainda está em andamento, e os elementos mencionados no relatório fazem parte de uma investigação que busca esclarecer a natureza das relações entre os envolvidos, suas atividades e eventuais contatos com integrantes do governo federal.

Lulinha é citado em mensagens sobre relação com Lula

Em outras conversas recuperadas pela PF, Roberta Luchsinger teria afirmado possuir proximidade com o presidente Lula. Nas mensagens, a lobista relatou que teria recebido do chefe do Executivo uma oferta para ocupar um cargo no governo.

Segundo o relato atribuído a Luchsinger, ela teria recusado a possibilidade para permanecer em sua atividade empresarial ao lado de Lulinha e Fernando Bittar. A empresária teria afirmado que preferia continuar fora de um cargo público, mantendo sua liberdade para circular e atuar profissionalmente.

As declarações registradas nas mensagens passaram a ser consideradas pelos investigadores dentro do contexto mais amplo da apuração sobre a atuação do grupo.

Investigação envolve suspeitas de tráfico de influência

As novas informações também são relacionadas às investigações que envolvem Lulinha no Supremo Tribunal Federal (STF). O filho do presidente é alvo de três inquéritos que apuram suspeitas relacionadas a possíveis práticas de tráfico de influência.

O primeiro procedimento foi autorizado pelo ministro André Mendonça em 30 de julho. A investigação trata de suspeitas envolvendo o Ministério da Saúde e, segundo informações atribuídas à PF, busca esclarecer uma possível atuação de Lulinha em interesses relacionados ao empresário conhecido como “Careca do INSS”.

No dia seguinte, outro inquérito foi aberto para apurar possíveis favorecimentos a empresários interessados em negócios com a Dataprev, empresa pública vinculada ao governo federal.

Terceiro inquérito envolve empresa de tecnologia

O terceiro procedimento citado na investigação está sob relatoria do ministro Flávio Dino e envolve a empresa 3Structure It LTDA.

Segundo as informações apresentadas no material da investigação, a companhia possui contratos que somam aproximadamente R$ 50 milhões com o governo federal. A empresa pertence a uma pessoa apontada como amiga de Lulinha.

A apuração busca verificar se houve alguma atuação indevida ou influência relacionada aos negócios envolvendo a empresa e a administração pública. Os fatos ainda estão sob investigação e deverão ser analisados pelas autoridades responsáveis pelos inquéritos.

O que as mensagens revelam sobre Lulinha

O conteúdo recuperado do celular de Roberta Luchsinger ampliou o conjunto de informações que está sendo analisado pela Polícia Federal. As mensagens mencionam relações empresariais, entrega de valores em espécie, contatos com autoridades e uma suposta atuação coordenada entre Luchsinger, Lulinha e Fernando Bittar.

As informações, entretanto, fazem parte de uma investigação em andamento. A existência de mensagens ou de referências a determinadas pessoas e empresas não representa, por si só, comprovação definitiva de irregularidades ou de responsabilidade criminal.

Próximos passos da investigação

Com os elementos obtidos, a Polícia Federal deverá continuar analisando mensagens, documentos e demais informações relacionadas aos investigados. O objetivo é esclarecer se houve efetivamente utilização de influência ou de contatos no poder público para atender interesses privados e se os fatos podem configurar crimes.

Os três inquéritos envolvendo Lulinha seguem em tramitação no STF, cada um com objetos e circunstâncias próprias. Eventuais responsabilidades somente poderão ser estabelecidas após a conclusão das investigações e das decisões das autoridades competentes.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print

Você também vai gostar de ver

STF manda investigar Lulinha por suposto esquema de maconha
Caso INSS

Polícia Federal pede terceiro pedido de investigação contra Lulinha

3 de agosto de 2026
Proteção? PF demora 7 meses para entregar sigilo de Lulinha a Mendonça
Caso INSS

Proteção? PF demora 7 meses para entregar sigilo de Lulinha a Mendonça

19 de agosto de 2026
STF manda investigar Lulinha por suposto esquema de maconha
Caso INSS

Lula se une a Moraes para tirar investigação de Lulinha das mãos de Mendonça

4 de setembro de 2026
Dino é sorteado como relator do 3º inquérito da PF contra Lulinha
Caso INSS

Dino é sorteado como relator do 3º inquérito da PF contra Lulinha

4 de agosto de 2026
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?