Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Com Lula, dívida pública sobe 9,4 pontos e alcança 81,1% do PIB
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Motorista investigado por morte em acidente na Isaac Póvoas retorna à Deletran e evita imprensa em Cuiabá; VEJA VÍDEO
TRE-MT funcionará em regime de plantão no feriado de 7 de Setembro devido ao período eleitoral
Alunos transformam telhas descartadas em obras de arte inspiradas no Folclore Brasileiro em Várzea Grande
ARTIGO: Pecuária em MT e o exterior; No ano anterior, a exportação chegou a 77 países e atingiu 88 países
Phenom 300EV: Embraer lança jato que consegue pousar sozinho

6 de setembro de 2026 05:51

OpiniãoMT > Blog > Governo Lula > Com Lula, dívida pública sobe 9,4 pontos e alcança 81,1% do PIB
Governo Lula

Com Lula, dívida pública sobe 9,4 pontos e alcança 81,1% do PIB

Dívida pública brasileira sobe para 81,1% do PIB em maio, maior patamar em cinco anos, impulsionada por déficits fiscais e juros elevados.

Redação OPMT
Publicado em: 30 de junho de 2026
Compartilhar
6 Minutos de Leitura
Com Lula, dívida pública sobe 9,4 pontos e alcança 81,1% do PIB
Compartilhar

A dívida pública brasileira voltou a crescer e atingiu 81,1% do Produto Interno Bruto (PIB) em maio, conforme dados divulgados pelo Tesouro Nacional nesta terça-feira (30). O indicador, que representa a Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG), engloba os débitos do governo federal, do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), além dos estados e municípios. Em valores absolutos, o montante alcançou aproximadamente R$ 10,6 trilhões, configurando o maior percentual registrado nos últimos cinco anos e aproximando-se do pico observado durante a pandemia de Covid-19.

Dívida pública se aproxima do recorde histórico

Os números mostram que o atual patamar da dívida está apenas 0,3 ponto percentual abaixo do recorde de 81,4% do PIB registrado em 2020, quando o país enfrentava os efeitos econômicos da crise sanitária causada pela Covid-19.

Desde o início do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a DBGG acumulou crescimento de 9,4 pontos percentuais. Quando a atual gestão teve início, a dívida correspondia a 71,7% do PIB.

Ao contrário do cenário vivido durante a pandemia, a elevação atual ocorre sem um choque extraordinário de grande magnitude. Entre os fatores que ajudam a explicar essa trajetória estão a continuidade dos déficits primários, o crescimento das despesas obrigatórias e o desempenho recente das contas públicas.

Déficit fiscal mantém pressão sobre a dívida pública

Os dados das contas do setor público indicam que o resultado primário consolidado registrou déficit de R$ 56,1 bilhões em maio. No mesmo período do ano anterior, o saldo negativo havia sido de R$ 33,7 bilhões.

Considerando os últimos 12 meses, o déficit acumulado chegou a R$ 149 bilhões, equivalente a cerca de 1,14% do PIB. Esse resultado reforça a tendência de crescimento do endividamento do setor público, uma vez que o governo precisa recorrer ao mercado financeiro para cobrir a diferença entre receitas e despesas.

Juros elevados aumentam o custo do endividamento

Outro fator que contribui para a expansão da dívida é o elevado custo dos juros pagos pelo governo. Dados recentes apontam que o Brasil lidera entre os países do G20 quando o assunto é gasto com juros da dívida.

Esse cenário reflete o peso de financiar um elevado estoque de débitos em um ambiente de política monetária restritiva. Quando as despesas públicas superam a arrecadação, o governo amplia sua necessidade de captação de recursos, aumentando o volume da dívida e, consequentemente, o custo para mantê-la.

Selic elevada influencia despesas financeiras

A manutenção da taxa básica de juros em patamar elevado também exerce impacto direto sobre as contas públicas. A política monetária adotada pelo Banco Central busca controlar a inflação, porém acaba tornando mais caro o financiamento da dívida do governo.

Somente em maio, os juros nominais pagos pelo setor público totalizaram R$ 107,5 bilhões. O resultado reflete tanto o elevado estoque da dívida quanto o atual nível das taxas de juros praticadas na economia.

Além dos efeitos sobre as finanças públicas, o custo maior do crédito influencia diversos setores da economia, afetando investimentos, consumo e a capacidade de expansão das atividades produtivas.

Projeções indicam crescimento da dívida pública nos próximos anos

As estimativas da Instituição Fiscal Independente (IFI), vinculada ao Senado Federal, apontam que a trajetória da dívida poderá continuar avançando caso não sejam implementadas medidas estruturais de ajuste fiscal.

Segundo os cálculos da instituição, a dívida bruta pode atingir aproximadamente 115% do PIB até 2036 caso as tendências atuais sejam mantidas. Esse percentual é considerado elevado para economias emergentes e representa um desafio relevante para a sustentabilidade das contas públicas.

A IFI também estima que seria necessário alcançar um superávit primário equivalente a 2,1% do PIB ao ano para estabilizar a evolução da dívida. No cenário mais favorável elaborado pela instituição, esse resultado somente seria obtido a partir de 2029.

Despesas obrigatórias seguem pressionando o equilíbrio fiscal

Entre os fatores apontados para a continuidade da pressão fiscal está o crescimento das despesas obrigatórias, muitas delas vinculadas ao reajuste do salário mínimo. Paralelamente, a expectativa é de redução gradual da receita primária líquida em relação ao PIB nos próximos anos.

As projeções indicam queda da arrecadação líquida de aproximadamente 18,9% do PIB em 2026 para cerca de 18,3% no médio prazo, cenário que dificulta o equilíbrio das contas públicas sem mudanças estruturais.

Esse conjunto de fatores amplia o desafio para as futuras administrações federais, que precisarão conciliar o controle dos gastos públicos com a manutenção das políticas governamentais e da capacidade de investimento.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print

Você também vai gostar de ver

Fora da realidade, COP30 em Belém deve acabar sem acordo
Governo Lula

Fora da realidade, COP30 em Belém deve acabar sem acordo

21 de novembro de 2025
Reportagem revela fraude em programa de marmitas do governo Lula organizado por ONGs petistas
Governo Lula

Fraude em Programa de Marmitas: Denúncias envolvem ONGs ligadas a petistas

6 de fevereiro de 2025
Prejuízo de R$ 2,6 bilhões faz os Correios reduzir salários e suspender férias
Governo Lula

Prejuízo de R$ 2,6 bilhões faz os Correios reduzir salários e suspender férias

13 de maio de 2025
Após queda nas pesquisas, governo planeja revogar "taxa das blusinhas"
Governo Lula

Após queda nas pesquisas, governo planeja revogar “taxa das blusinhas”

19 de abril de 2026
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?