Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Lula avalia indicar Jorge Messias novamente ao STF
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Lula sanciona lei que perdoa dívidas de MEIs e amplia faturamento
Justiça torna 12 pessoas rés por queda de avião da Voepass que matou 62 pessoas
Malha fina: Receita Federal notifica 498,5 mil contribuintes
Dengue: cerca de 1,8 mil cidades brasileiras estão em alerta
Depoimento de vereador revela bastidores de suposta propina de R$ 500 mil pelo DAE e R$ 100 mil em sacola em Várzea Grande (MT)

21 de outubro de 2026 23:13

Ad image
OpiniãoMT > Blog > Brasília > Lula avalia indicar Jorge Messias novamente ao STF
Brasília

Lula avalia indicar Jorge Messias novamente ao STF

Regimento do Senado impede nova análise de Jorge Messias ao STF em 2026 após rejeição da indicação no plenário.

Redação OPMT
Publicado em: 18 de maio de 2026
Compartilhar
5 Minutos de Leitura
Lula avalia indicar Jorge Messias novamente ao STF
Compartilhar

A rejeição da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo Senado Federal criou um obstáculo regimental que impede uma nova avaliação do nome do advogado-geral da União ainda em 2026. A regra interna da Casa Legislativa determina que autoridades rejeitadas pelo plenário não podem ser submetidas novamente à análise durante a mesma sessão legislativa, correspondente ao ano de atividades do Congresso Nacional.

Com isso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) somente poderá reapresentar o nome do atual chefe da Advocacia-Geral da União (AGU) a partir de fevereiro de 2027, caso permaneça no comando do Palácio do Planalto após as eleições presidenciais de 2026.

Regimento do Senado impede nova votação

O impedimento está previsto no artigo 5º do regimento interno do Senado Federal. O dispositivo estabelece que uma autoridade rejeitada pelo plenário não poderá ser apreciada novamente dentro da mesma sessão legislativa.

Na prática, isso inviabiliza qualquer tentativa do governo federal de recolocar o nome de Jorge Messias em votação antes do início do próximo ano legislativo. A atual sessão segue válida até o encerramento de 2026, impossibilitando nova deliberação sobre a vaga aberta no STF.

A diferença entre sessão legislativa e legislatura também se tornou ponto importante no debate político. Enquanto a sessão legislativa corresponde ao período anual de funcionamento do Congresso, a legislatura representa o mandato de quatro anos dos parlamentares eleitos.

Jorge Messias recebeu apoio insuficiente no plenário

A indicação de Jorge Messias foi rejeitada após o advogado-geral da União obter 34 votos favoráveis no Senado, número insuficiente para garantir a aprovação ao cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal.

Mesmo após o resultado negativo, o presidente Lula teria sinalizado a aliados próximos que pretende insistir na candidatura do chefe da AGU futuramente. Contudo, as normas internas da Casa impedem que o governo reapresente a indicação ainda neste ciclo legislativo.

Governo atribui derrota à articulação política

Nos bastidores de Brasília, integrantes do governo avaliam que a rejeição não ocorreu por questões técnicas relacionadas ao currículo ou à capacidade jurídica de Messias. Segundo relatos de interlocutores do Palácio do Planalto, Lula considera que houve uma movimentação política liderada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), com o objetivo de impor uma derrota política ao governo federal.

Apesar da derrota no plenário, Jorge Messias segue articulando nos bastidores para tentar viabilizar novamente sua chegada ao STF em um cenário futuro mais favorável.

Avaliação no Judiciário e na PGR

Nos setores do Judiciário e também dentro da Procuradoria-Geral da República (PGR), há avaliações de que Jorge Messias reúne os requisitos necessários para ocupar uma cadeira na Suprema Corte.

Entre integrantes dessas instituições, existe entendimento de que o Senado extrapolou ao rejeitar a indicação do advogado-geral da União. Ainda assim, parte das análises também aponta falhas de articulação política do governo federal durante o processo de aprovação no Congresso.

A leitura predominante é que a resistência encontrada por Messias esteve mais ligada ao ambiente político do que propriamente a questões técnicas relacionadas à sua trajetória jurídica.

Vaga no STF segue aberta desde 2025

A cadeira no Supremo Tribunal Federal está vaga desde outubro de 2025, quando ocorreu a saída do ministro Roberto Barroso da Corte. Desde então, o governo federal busca definir o futuro da indicação para preencher o posto.

Com a impossibilidade regimental de reapresentar Jorge Messias ainda em 2026, o cenário abre duas alternativas para o Palácio do Planalto: indicar um novo nome ao Senado ou aguardar o início da próxima sessão legislativa para tentar novamente a aprovação do atual ministro da AGU. Enquanto não há definição oficial por parte do governo, o STF pode continuar funcionando com uma cadeira desocupada pelos próximos meses.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print

Você também vai gostar de ver

Senado aprova projeto que amplia a taxação das fintechs e bets
Brasília

Senado aprova projeto que amplia a taxação das fintechs e bets

2 de dezembro de 2025
Proposta que trata do fim da escala de trabalho 6x1 é enviada à CCJ
Brasília

Nova jornada de trabalho 5×2 entra em vigor em 15 de dezembro

20 de outubro de 2026
Delegado que investigou Bolsonaro ganha cargo como assessor de Moraes no STF
Brasília

Delegado que investigou Bolsonaro ganha cargo como assessor de Moraes no STF

10 de março de 2026
Orçamento de 2026 é aprovado e reserva R$ 61 bilhões para emendas parlamentares
Brasília

Orçamento de 2026 é aprovado e reserva R$ 61 bilhões para emendas parlamentares

19 de dezembro de 2025
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?