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Leia: “Quebrar os dentes num assalto”, Vorcaro falou em “dar pau” em Jornalista
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25 de abril de 2026 06:31

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OpiniãoMT > Blog > Caso Master > “Quebrar os dentes num assalto”, Vorcaro falou em “dar pau” em Jornalista
Caso Master

“Quebrar os dentes num assalto”, Vorcaro falou em “dar pau” em Jornalista

Mensagens reveladas pela PF aponta mensagens que indicam que Vorcaro teria participado de plano para simular assalto e intimidar jornalista Lauro Jardim.

última atualização: 4 de março de 2026 20:59
Redação OPMT
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5 Minutos de Leitura
"Quebrar os dentes num assalto", Vorcaro falou em “dar pau” em Jornalista
Banqueiro Daniel Vorcaro e o jornalista Lauro Jardim. Imagem: Redes Sociais.
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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, determinou a prisão do empresário Daniel Vorcaro, apontando indícios de que o banqueiro teria autorizado uma estratégia para simular um assalto com o objetivo de intimidar o jornalista Lauro Jardim, colunista do jornal O Globo. A decisão menciona que a suposta ação teria como finalidade pressionar e silenciar críticas consideradas prejudiciais aos interesses privados do empresário.

Segundo o magistrado, elementos reunidos durante a investigação sugerem que a ideia seria criar um cenário de violência semelhante a um assalto contra o jornalista. O entendimento exposto na decisão indica que a medida poderia funcionar como forma de intimidação contra a atuação da imprensa.

As informações constam em mensagens encontradas pela Polícia Federal (PF) no celular do empresário. Os diálogos foram obtidos durante as investigações relacionadas ao caso envolvendo o Banco Master.

Mensagens indicam plano discutido em grupo

De acordo com os investigadores, Daniel Vorcaro participava de um grupo de mensagens chamado “A Turma”. Nesse espaço, integrantes teriam discutido a possibilidade de realizar uma ação contra o jornalista.

Nos registros analisados pela Polícia Federal, Vorcaro aparece identificado pelas iniciais “DV”. Em um dos trechos da conversa, participantes comentam sobre a rotina do colunista e discutem a possibilidade de monitorar seus deslocamentos.

Em um momento do diálogo, o empresário teria afirmado que seria necessário colocar pessoas para seguir o jornalista e coletar informações. Em outra mensagem, também mencionada na decisão judicial, surge a ideia de realizar uma agressão que fosse simulada como assalto.

Os investigadores consideram que o conteúdo das conversas aponta para a tentativa de intimidar o jornalista por meio de violência ou ameaça.

Papel de Felipe Mourão nas ações investigadas

As mensagens citadas no processo também mencionam Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como Felipe Mourão e apelidado de “Sicário”. Segundo a investigação, ele seria responsável pela coordenação operacional das atividades discutidas no grupo.

De acordo com a Polícia Federal, Mourão teria realizado tarefas relacionadas ao monitoramento de pessoas e levantamento de informações sobre alvos considerados relevantes para o grupo.

A investigação aponta ainda que Mourão teria acessado bases de dados restritas de órgãos públicos utilizando credenciais de terceiros. Entre os sistemas mencionados estão plataformas ligadas à Polícia Federal, ao Ministério Público Federal e até bases de dados internacionais.

Os investigadores afirmam que esses acessos teriam sido utilizados para obter informações estratégicas sobre pessoas e investigações.

Grupo reunia integrantes de diferentes áreas

Conforme descrito na decisão judicial, o grupo chamado “A Turma” reunia participantes com diferentes perfis profissionais. Entre os integrantes estariam um ex-diretor do Banco Central, um ex-chefe de departamento da mesma instituição e um policial civil aposentado.

A investigação também aponta a participação de Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro. Segundo a decisão do STF, Zettel seria responsável por realizar repasses financeiros destinados às atividades coordenadas por Mourão.

Pagamentos identificados pela investigação

Mensagens analisadas pela Polícia Federal indicam que Mourão teria recebido valores mensais elevados para executar tarefas relacionadas ao monitoramento e obtenção de informações.

De acordo com os investigadores, os pagamentos poderiam chegar a cerca de R$ 1 milhão por mês. O dinheiro teria sido repassado por Zettel em nome de Vorcaro e posteriormente dividido entre integrantes da estrutura.

Para a Polícia Federal, esses elementos sugerem a existência de um sistema organizado voltado à vigilância de pessoas, obtenção irregular de dados e intimidação de críticos.

Defesa se manifesta sobre as acusações

A defesa de Daniel Vorcaro afirmou que o empresário não teria tentado obstruir as investigações relacionadas ao Banco Master. Os advogados também declararam que ele colaborou com as autoridades durante o andamento do processo.

Até o momento, as defesas das demais pessoas citadas nas mensagens ainda não se manifestaram publicamente sobre o conteúdo apresentado na decisão judicial.

O caso permanece em análise no Supremo Tribunal Federal, e as investigações continuam em andamento para esclarecer os fatos mencionados nos autos.

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