Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: André Mendonça dá carta branca para PF investigar caso Master
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Mensagens mostram conversas de Moraes e Vorcaro horas antes de prisão do banqueiro
Trump afirma que Cuba será o próximo regime a cair nas américas após a Venezuela
Jantar tarde faz mal à saúde? O que diz a ciência?
PF afirma que Sicário segue em estado gravíssimo após tentativa de suicídio
‘Não vai cair sozinha’, avisa amiga de Lulinha cobrando proteção

7 de março de 2026 04:09

Ad imageAd image
OpiniãoMT > Blog > Caso Master > André Mendonça dá carta branca para PF investigar caso Master
Caso Master

André Mendonça dá carta branca para PF investigar caso Master

Decisão de André Mendonça devolve provas à PF e amplia perícia em celulares ligados ao caso Master no STF.

última atualização: 20 de fevereiro de 2026 12:16
Redação OPMT
Compartilhar
4 Minutos de Leitura
André Mendonça dá carta branca para PF investigar caso Master
Compartilhar

A Polícia Federal deve reforçar a equipe de peritos responsáveis pela análise de provas apreendidas na Operação Compliance Zero, que apura desdobramentos do caso Master. A medida ocorre após decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a devolução do material à corporação para acelerar a extração e o processamento de dados de aproximadamente cem dispositivos eletrônicos.

Com a autorização, os aparelhos recolhidos durante a investigação serão redistribuídos a outros especialistas do Instituto Nacional de Criminalística (INC), em Brasília. A iniciativa amplia a capacidade operacional da perícia e busca dar mais agilidade ao exame das informações armazenadas nos equipamentos.

Secisão no caso Master reforça atuação da PF

No primeiro despacho como relator do processo, André Mendonça revisou determinações anteriores relacionadas ao caso Master. A medida alterou entendimento adotado anteriormente pelo ministro Dias Toffoli, que havia determinado a guarda das provas em seu gabinete.

Posteriormente, o material foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República para custódia, com a designação nominal de quatro peritos responsáveis pela análise. Agora, com a nova decisão, a Polícia Federal retoma integralmente os procedimentos técnicos, incluindo extração, análise e indexação dos dados digitais.

A redistribuição dos equipamentos permitirá que mais profissionais do INC participem do trabalho, aumentando a velocidade na organização e no cruzamento das informações coletadas.

Composição da equipe de peritos

Entre os especialistas inicialmente indicados, ao menos dois devem permanecer no grupo responsável pelos trabalhos: Luís Filipe da Cruz Nassif e Tiago Barroso de Melo, que atuam, respectivamente, como chefe e substituto do Setor de Perícias de Informática do INC, em Brasília.

Com a ampliação da equipe, ambos devem assumir funções de coordenação, delegando parte das atividades técnicas aos demais peritos. Já os outros dois profissionais anteriormente designados — Enelson Candeia da Cruz Filho, da área contábil e financeira, e Lorenzo Victor Schrepel Delmutti, lotado na Superintendência da PF em São Paulo — podem ser substituídos na nova configuração.

Cadeia de custódia e nível de sigilo no caso Master

Ao autorizar a retomada das análises, Mendonça também determinou que, após a conclusão das extrações e demais procedimentos técnicos, os bens permaneçam sob custódia integral da Polícia Federal. A medida segue o protocolo habitual nessa fase das investigações.

O ministro ressaltou a importância da eficiência operacional diante do volume de dispositivos apreendidos e destacou a necessidade de preservação da cadeia de custódia, etapa considerada fundamental para a validade das provas.

Também foram autorizadas diligências consideradas ordinárias, como a oitiva de investigados e testemunhas na sede da corporação, desde que respeitada a compartimentação das informações. O acesso aos dados ficará restrito às autoridades e agentes diretamente envolvidos na apuração, com imposição de dever de sigilo inclusive em relação a superiores hierárquicos.

Apesar das restrições, houve alteração no grau de confidencialidade do processo. O nível de sigilo foi reduzido do grau IV, estabelecido anteriormente, para o grau III.

Mudança na relatoria do caso Master

A relatoria do caso Master foi transferida em 12 de fevereiro, após a perícia da Polícia Federal identificar menções ao ministro Dias Toffoli em um aparelho celular vinculado ao empresário Daniel Vorcaro. O relatório técnico foi encaminhado pelo diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues, ao presidente do STF, ministro Edson Fachin.

Em meio à repercussão, Toffoli deixou a supervisão do processo, que passou a ser conduzido por André Mendonça. A nova decisão marca uma mudança na condução das medidas relacionadas à investigação, com reforço da atuação direta da Polícia Federal na análise do material apreendido.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também vai gostar de ver

Relatório da PF aponta encontros e movimentações entre Vorcaro e Toffoli
Caso Master

Relatório da PF aponta encontros e movimentações entre Vorcaro e Toffoli

19 de fevereiro de 2026
Moraes esteve na mansão de Vorcaro ao menos duas vezes, apurou Metrópoles
Caso Master

Mensagens mostram conversas de Moraes e Vorcaro horas antes de prisão do banqueiro

6 de março de 2026
Grupo ligado ao Banco Master teve acesso ilegal a sistemas da PF, MPF, FBI e Interpol
Caso Master

Grupo ligado ao Banco Master teve acesso ilegal a sistemas da PF, MPF, FBI e Interpol

4 de março de 2026
“Acabou agora. Foi ótimo”, escreveu Vorcaro sobre reunião com Lula fora da agenda oficial
Caso Master

“Acabou agora. Foi ótimo”, escreveu Vorcaro sobre reunião com Lula fora da agenda oficial

5 de março de 2026
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
adbanner
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?