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7 de março de 2026 09:43

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OpiniãoMT > Blog > Governo Lula > Carga tributária bate recorde histórico em 2024, maior em vinte anos
Governo Lula

Carga tributária bate recorde histórico em 2024, maior em vinte anos

Carga tributária do Brasil cresce em 2024, alcança maior nível em mais de 20 anos e reflete aumento de impostos federais e estaduais.

última atualização: 13 de dezembro de 2025 17:33
Redação OPMT
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4 Minutos de Leitura
Carga tributária bate recorde histórico em 2024, maior em vinte anos
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A carga tributária brasileira registrou crescimento expressivo em 2024 e alcançou o maior patamar desde o início da série histórica, iniciada em 2002, de acordo com dados divulgados pela Secretaria da Receita Federal, vinculada ao Ministério da Fazenda. O avanço está relacionado principalmente à elevação de tributos cobrados pela União, estados e municípios ao longo do ano.

Carga tributária atinge maior nível da série histórica

Independentemente do critério de apuração adotado, os números oficiais indicam que a carga tributária total do país em 2024 superou todos os registros anteriores. O índice avançou cerca de dois pontos percentuais em relação a 2023, configurando um novo recorde após mais de duas décadas de acompanhamento do indicador.

A Receita Federal reconhece que o aumento foi considerado significativo e atribui esse movimento, em grande parte, ao reajuste e à retomada de impostos federais e estaduais que impactaram diretamente a arrecadação.

Mudança na metodologia de cálculo em 2024

Em 2024, o órgão federal passou a adotar um novo método para mensurar a carga tributária brasileira. A principal alteração foi a exclusão das contribuições obrigatórias destinadas ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e ao Sistema S, que são recolhidas pelas empresas.

Segundo a Receita Federal, apesar de reconhecer o caráter compulsório dessas contribuições, a mudança tem como objetivo alinhar o indicador brasileiro a padrões internacionais. A metodologia segue diretrizes utilizadas por instituições como o Fundo Monetário Internacional (FMI), o que permite comparações mais precisas entre diferentes países.

Comparação entre os dois formatos de cálculo

Pelo modelo antigo, utilizado durante vários anos, a carga tributária de 2024 alcançou 34,1% do Produto Interno Bruto (PIB). Esse percentual representa um aumento de dois pontos percentuais em relação ao resultado de 2023, quando o índice foi de 32,1% do PIB.

Já considerando a nova metodologia oficial, a carga tributária ficou em 32,2% do PIB no ano passado. Ainda assim, o percentual também configura o maior valor da série histórica revisada, superando o resultado de 2023, que havia sido de 30,2% do PIB.

Participação dos entes federativos no aumento

A Receita Federal informou que o crescimento da carga tributária em 2024 não se restringiu ao governo federal. Estados e municípios também contribuíram para o avanço do indicador, demonstrando uma elevação generalizada da arrecadação em todos os níveis da administração pública.

Dos dois pontos percentuais de alta registrados em relação ao PIB, aproximadamente 70% do aumento é atribuído à União. O restante está relacionado à ampliação da arrecadação de impostos estaduais e municipais ao longo do período.

Principais tributos que impulsionaram a arrecadação

De acordo com o Fisco, o crescimento da carga tributária em 2024 foi impulsionado principalmente pelo aumento do PIS/Pasep e da Cofins, tributos federais que incidem sobre o faturamento das empresas. No âmbito estadual, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) teve papel relevante.

Outros impostos que contribuíram para a elevação da arrecadação foram o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e o Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF), ambos de competência da União.

Os dados divulgados pela Receita Federal mostram que a carga tributária brasileira alcançou em 2024 o maior nível em mais de 20 anos, refletindo a combinação de aumento de impostos e mudanças metodológicas no cálculo do indicador. Mesmo com a adoção de um novo padrão alinhado a critérios internacionais, o índice manteve trajetória de alta e consolidou um novo recorde histórico, com participação significativa de todos os entes federativos.

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