Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Jorge Messias, um terrivelmente evangélico favorável ao aborto
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Mensagens mostram conversas de Moraes e Vorcaro horas antes de prisão do banqueiro
Trump afirma que Cuba será o próximo regime a cair nas américas após a Venezuela
Jantar tarde faz mal à saúde? O que diz a ciência?
PF afirma que Sicário segue em estado gravíssimo após tentativa de suicídio
‘Não vai cair sozinha’, avisa amiga de Lulinha cobrando proteção

7 de março de 2026 05:25

Ad imageAd image
OpiniãoMT > Blog > Brasília > Jorge Messias, um terrivelmente evangélico favorável ao aborto
Brasília

Jorge Messias, um terrivelmente evangélico favorável ao aborto

Indicação de Jorge Messias ao STF causa reação na oposição, que resgata parecer do AGU em ação sobre aborto no Supremo.

última atualização: 25 de novembro de 2025 14:43
Redação OPMT
Compartilhar
5 Minutos de Leitura
Jorge Messias, um terrivelmente evangélico favorável ao aborto
Jorge Messias, Advogado-Geral da União indicado ao cargo de ministro do STF. Imagem: Redes Sociais.
Compartilhar

A indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) provocou uma nova onda de críticas entre parlamentares da oposição, que resgataram um parecer antigo do chefe da Advocacia-Geral da União (AGU) sobre aborto. O documento voltou ao centro das discussões e passou a ser usado como principal argumento contra a nomeação do jurista ao tribunal.

Messias e o parecer que motivou a reação da oposição

O parecer assinado por Messias foi apresentado no âmbito da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 1.141, proposta pelo Partido Socialismo e Liberdade (Psol) contra uma resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM). A norma contestada tinha o objetivo de impedir médicos de realizarem a assistolia fetal, procedimento que consiste na aplicação de cloreto de potássio no coração do feto, provocando sua morte antes da interrupção da gestação.

Parlamentares da oposição, principalmente ligados a partidos conservadores, retomaram o documento para contestar a indicação de Messias ao STF. Entre eles, o senador Sergio Moro (União Brasil-PR) questionou publicamente como o AGU poderia se declarar contrário ao aborto, mas, ao mesmo tempo, defender juridicamente a autorização da assistolia fetal em casos previstos na legislação.

Reações de parlamentares nas redes e na imprensa

O deputado federal Maurício Marcon (Podemos-RS) também criticou o posicionamento jurídico de Messias, descrevendo o procedimento médico e associando a defesa do parecer ao apoio ao aborto em gestações avançadas. Nas redes sociais, o parlamentar relacionou o caso ao fato de o AGU ser o indicado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o Supremo.

Líderes do PL reforçam crítica

O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), afirmou que já tinha acesso ao parecer de Messias e prometeu divulgar seu conteúdo para embasar sua oposição à indicação. Segundo ele, o documento demonstraria alinhamento do AGU com uma pauta que, segundo o deputado, seria incompatível com discursos direcionados ao público cristão.

O senador Eduardo Girão (Novo-CE) também se posicionou contra a indicação, argumentando que a postura do AGU seria incompatível com a defesa da vida desde a concepção. O parlamentar declarou que respeita Messias, mas que votará contra sua ida ao STF.

No Senado, o líder do PL, Carlos Portinho (RJ), afirmou que o partido manterá postura de oposição durante a sabatina.

Conteúdo jurídico do parecer de Messias sobre a ADPF

Em sua manifestação na ADPF, Messias defendeu que a resolução do CFM não poderia limitar procedimentos médicos sem previsão legal. O AGU argumentou que o tema deveria ser regulado pelo Congresso Nacional, e não por decisão administrativa do conselho.

No texto enviado ao Supremo, Messias destacou que sua análise foi baseada exclusivamente em critérios jurídicos, sem considerar aspectos morais ou religiosos ligados ao debate sobre aborto. O parecer acompanhou os argumentos do Psol, que afirmou que a norma do CFM teria impacto direto no acesso ao aborto legal para vítimas de violência sexual.

Divergências no STF e críticas internas à esquerda

A ADPF nº 1.141 ainda está em andamento no Supremo. Os ministros André Mendonça e Nunes Marques, ambos indicados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, têm atuado contra mudanças na legislação referente ao tema. Mendonça votou contra liminares que buscavam derrubar a resolução do CFM, enquanto Nunes Marques retirou a discussão do plenário virtual, levando o caso ao plenário físico.

Além das críticas da oposição, a indicação de Messias também gerou insatisfação em setores da esquerda. Movimentos identitários afirmaram que a escolha de um homem branco para compor a Corte não representaria avanços na pauta de diversidade racial. A nomeação foi anunciada no dia 20 de novembro, data marcada pelo Dia da Consciência Negra.

A indicação de Jorge Messias ao STF elevou o debate político em torno de seu parecer sobre aborto, reacendendo divergências entre parlamentares, movimentos sociais e diferentes correntes ideológicas. Enquanto o documento jurídico permanece no centro das discussões, a análise do Senado sobre sua nomeação deve intensificar o embate entre governo e oposição.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também vai gostar de ver

Lula pressiona Toffoli a deixar o STF; Pacheco deve ser o substituto
Brasília

Lula pressiona Toffoli a deixar o STF; Pacheco deve ser o substituto

26 de janeiro de 2026
PF indicia Jair Bolsonaro, Braga Netto e mais 35 por suposta tentativa de Golpe de Estado
Brasília

PF indicia Jair Bolsonaro, Braga Netto e mais 35 por suposta tentativa de Golpe de Estado

21 de novembro de 2024
Governo desiste de convidar MST para fazer plateia em Brasília no 7 de setembro
Brasília

Governo desiste de convidar MST para fazer plateia em Brasília no 7 de setembro

4 de setembro de 2024
Para o ministro Moraes, vender crack não justifica prisão
Brasília

Para o ministro Alexandre de Moraes, vender crack não justifica prisão

19 de janeiro de 2026
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
adbanner
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?