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24 de abril de 2026 15:04

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OpiniãoMT > Blog > Polícia > Várzea Grande: supermercado era usado para lavar dinheiro do tráfico
Polícia

Várzea Grande: supermercado era usado para lavar dinheiro do tráfico

A Polícia Civil desarticulou um esquema de lavagem de dinheiro do Comando Vermelho que utilizava o supermercado Alice em Várzea Grande como fachada.

última atualização: 4 de abril de 2024 14:34
Redação OPMT
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3 Minutos de Leitura
Várzea Grande supermercado era usado para lavar dinheiro do tráfico
De acordo com as investigações, o Supermercado Alice era utilizado para lavar dinheiro do Cv. Imagem: Redes Sociais.
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Em um golpe contra o crime organizado, a Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou a Operação Apito Final, desarticulando um esquema de lavagem de dinheiro do Comando Vermelho (CV) que utilizava um supermercado como fachada. As investigações, conduzidas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), revelaram que o Supermercado Alice, em Várzea Grande, era utilizado pelo tesoureiro da facção, Paulo Witer Farias Paelo (WT), para dissimular a origem ilícita de valores provenientes do tráfico de drogas.

Esquema milionário

As apurações da GCCO indicam que o esquema de lavagem de dinheiro operava desde 2020, movimentando pelo menos R$ 65,9 milhões em apenas dois anos. O supermercado, fundado pela sogra de WT, Maria Aparecida Coluna Almeida, servia como fachada para a organização criminosa. Maria, beneficiária do programa Bolsa Família, não tinha condições financeiras para ser a única sócia do mercado, evidenciando seu papel de “laranja”.

Superfaturamento e pagamentos suspeitos

A investigação identificou diversas irregularidades na compra e venda de imóveis, incluindo a superfaturação de um terreno adquirido por Maria para a construção do supermercado. Além disso, o Supermercado Alice foi utilizado para realizar pagamentos em benefício do grupo criminoso, como a compra de um veículo de luxo para um testa de ferro de WT.

Tentativa de compra de apartamento de luxo

Cristiane Patrícia Rosa Pins, esposa de WT, pretendia adquirir um apartamento de luxo no edifício Arthur em Cuiabá, utilizando o esquema de lavagem de dinheiro. A entrada de R$ 350 mil seria depositada em espécie na conta de Maria Aparecida, utilizando a procuração do Supermercado Alice.

Alerta sobre o COAF e orientação para organização criminosa

Em áudios interceptados pela Polícia Civil, Mayara Bruno Soares, integrante da facção, alerta Cristiane sobre os riscos de ser monitorada pelo COAF (Conselho de Controle de Atividades Financeiras). Mayara, experiente em lavagem de dinheiro, orienta sobre como ocultar a origem do dinheiro. Fagner Farias Paelo, irmão de WT, também demonstra conhecimento sobre o esquema e orienta sobre o uso das contas bancárias.

A Operação Apito Final representa um duro golpe contra o Comando Vermelho em Mato Grosso. A investigação da Polícia Civil desmantelou um esquema sofisticado de lavagem de dinheiro e evidenciou a complexa estrutura de organização criminosa. O caso reforça a importância do combate ao crime organizado e da constante atuação das forças de segurança para desarticular suas atividades.

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