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Leia: Um em cada 9 adolescentes brasileiros usa cigarro eletrônico, aponta pesquisa Unifesp
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23 de abril de 2026 14:09

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OpiniãoMT > Blog > Saúde > Um em cada 9 adolescentes brasileiros usa cigarro eletrônico, aponta pesquisa Unifesp
Saúde

Um em cada 9 adolescentes brasileiros usa cigarro eletrônico, aponta pesquisa Unifesp

Estudo da Unifesp revela que 1 em cada 9 adolescentes brasileiros faz uso de cigarro eletrônico, mesmo sendo proibido no país.

última atualização: 17 de junho de 2025 16:47
Redação OPMT
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3 Minutos de Leitura
Um em cada 9 adolescentes brasileiros usa cigarro eletrônico, aponta pesquisa Unifesp
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Uma pesquisa da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) revelou que o uso de cigarro eletrônico entre adolescentes brasileiros tem crescido de forma alarmante. O levantamento nacional apontou que um em cada nove jovens, com idade a partir de 14 anos, faz uso desse dispositivo, apesar da proibição no país.

Os dados foram coletados entre 2022 e 2024, durante o Terceiro Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad 3), abrangendo todas as regiões do Brasil. É a primeira vez que o cigarro eletrônico foi incluído na pesquisa, o que trouxe um panorama mais claro sobre o consumo entre os jovens.

Aumento no consumo de cigarro eletrônico supera o do cigarro tradicional

De acordo com os dados, o número de adolescentes que utilizam cigarro eletrônico já é cinco vezes maior que o de jovens que consomem o cigarro convencional. O estudo acende um alerta, especialmente entre especialistas da saúde pública, sobre os riscos à saúde e os desafios para conter esse avanço.

Apesar da proibição pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a compra de cigarro eletrônico segue bastante acessível. A coordenadora da pesquisa, professora e psiquiatra Clarice Madruga, da Unifesp, explica que os dispositivos são facilmente encontrados na internet, o que amplia significativamente o acesso, principalmente entre os jovens.

Substâncias tóxicas e impactos no organismo

O levantamento também destaca os impactos nocivos do cigarro eletrônico. Segundo Clarice Madruga, esses dispositivos possuem uma concentração elevada de nicotina e outras substâncias tóxicas, que podem ser ainda mais prejudiciais do que o cigarro tradicional.

A especialista alerta que a inalação desses compostos está associada a diversos problemas respiratórios, cardiovasculares e ao desenvolvimento da dependência química em uma fase crítica do desenvolvimento humano, como a adolescência.

Os participantes da pesquisa que declararam o uso de cigarro eletrônico receberam a opção de serem encaminhados para tratamento especializado. As instituições responsáveis pelo acolhimento são o Hospital São Paulo e o Centro de Atenção Integral em Saúde Mental da Unifesp, que oferecem suporte psicológico e tratamento para dependência.

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