Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Trump retira os Estados Unidos da Organização Mundial da Saúde (OMS)
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Lula sanciona lei que perdoa dívidas de MEIs e amplia faturamento
Justiça torna 12 pessoas rés por queda de avião da Voepass que matou 62 pessoas
Malha fina: Receita Federal notifica 498,5 mil contribuintes
Dengue: cerca de 1,8 mil cidades brasileiras estão em alerta
Depoimento de vereador revela bastidores de suposta propina de R$ 500 mil pelo DAE e R$ 100 mil em sacola em Várzea Grande (MT)

21 de outubro de 2026 21:54

Ad image
OpiniãoMT > Blog > Mundo > Trump retira os Estados Unidos da Organização Mundial da Saúde (OMS)
Mundo

Trump retira os Estados Unidos da Organização Mundial da Saúde (OMS)

Donald Trump retirou os EUA da OMS em 2020, citando questões financeiras e influência chinesa. Saiba como essa decisão impactou a saúde global.

Redação OPMT
Publicado em: 21 de janeiro de 2025
Compartilhar
3 Minutos de Leitura
Trump retira os Estados Unidos da Organização Mundial da Saúde (OMS)
Trump decidiu revisar a Estratégia de Segurança da Saúde Global dos EUA, prevista para 2024. Imagem: White House.
Compartilhar

No início de seu segundo mandato, Donald Trump assinou um decreto que oficializou a retirada dos Estados Unidos da OMS. A decisão foi fundamentada, principalmente, em críticas à disparidade nas contribuições financeiras entre os países membros e à condução da organização durante a pandemia de covid-19.  

Em 2020, o então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a saída do país da Organização Mundial da Saúde (OMS), citando desigualdade nas contribuições financeiras e críticas à atuação da organização durante a pandemia de covid-19. A medida gerou debates internacionais e foi revertida em 2021 pela administração de Joe Biden.  

A saída dos EUA da OMS 

Segundo Trump, enquanto os EUA contribuíam com aproximadamente US$ 500 milhões anualmente, a China com mais de 1 bilhão de habitantes, aporta menos de US$ 100 milhões. Essa discrepância foi destacada pelo ex-presidente como injusta, questionando o papel da organização em gerenciar recursos de forma eficaz.  

Além das questões financeiras, Trump acusou a OMS de estar sob forte influência do governo chinês. Para a administração norte-americana, Pequim teria exercido controle sobre as decisões da entidade, o que teria prejudicado a resposta global à pandemia.  

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, foi alvo de críticas do governo Trump, sendo acusado de colaborar com a China para ocultar informações importantes sobre a origem do vírus. A OMS também foi questionada por suas políticas de saúde reprodutiva e sexual, consideradas contrárias às ideologias do governo republicano.  

Diante disso, Trump decidiu suspender os repasses financeiros à OMS e reavaliar a participação de funcionários norte-americanos na organização. Ele ainda propôs buscar novos parceiros para assumir atividades previamente conduzidas pela agência.  

Impactos globais e suspensão de negociações

A saída dos EUA da OMS teve impactos significativos na saúde global, uma vez que o país era o maior financiador da organização. A decisão também levou à interrupção das negociações sobre o Acordo Pandêmico da OMS e a revisão das emendas ao Regulamento Sanitário Internacional, ambos instrumentos voltados para fortalecer a resposta global a futuras crises de saúde pública.  

Além disso, o governo Trump decidiu revisar a Estratégia de Segurança da Saúde Global dos EUA, prevista para 2024, indicando mudanças substanciais nas prioridades norte-americanas no cenário internacional.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print

Você também vai gostar de ver

Rebeldes derrubam regime de 50 anos do ditador Bashar al-Assad na Síria
Mundo

Rebeldes derrubam regime de 50 anos do ditador Bashar al-Assad na Síria

8 de dezembro de 2024
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quarta-feira, 19, uma nova ofensiva econômica contra o Irã, ampliando a pressão sobre o governo de Teerã em meio ao agravamento das tensões no Oriente Médio. Segundo o líder norte-americano, países, empresas e instituições que mantiverem relações ou prestarem algum tipo de apoio ao governo iraniano poderão enfrentar sanções e outras consequências econômicas. Trump anuncia novas medidas contra o Irã Em uma publicação na rede social Truth Social, Trump afirmou que os Estados Unidos iniciaram uma operação econômica de grandes proporções contra o Irã. O presidente declarou que a estratégia tem como objetivo ampliar o isolamento financeiro do país e pressionar suas autoridades a interromper determinadas atividades. De acordo com Trump, instituições financeiras, empresas, aeroportos e órgãos governamentais de outros países que oferecerem suporte ao Irã também poderão ser atingidos pelas medidas anunciadas por Washington. Petróleo e movimentações financeiras entram na mira Entre as atividades citadas pelo presidente norte-americano estão o contrabando de petróleo, operações de transferência de recursos, registros de embarcações e utilização de empresas de fachada. Trump também pediu que países aliados dos Estados Unidos participem do esforço para aumentar o isolamento econômico de Teerã. Segundo o presidente, as medidas pretendem reduzir a capacidade do governo iraniano de financiar suas atividades dentro e fora do país. O líder norte-americano também afirmou que o setor militar iraniano sofreu fortes perdas durante o conflito. Na avaliação apresentada por Trump, estruturas de produção foram destruídas, enquanto a moeda do país teria perdido grande parte de seu valor. Irã reage às ameaças de Washington A escalada das medidas anunciadas pelos Estados Unidos ocorre após uma série de confrontos e ações de pressão contra o governo iraniano. Entre as iniciativas mencionadas está um bloqueio naval destinado a aumentar a pressão sobre Teerã. No início da semana, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baghaei, criticou a estratégia adotada pelos Estados Unidos. Segundo ele, Washington recorre repetidamente a sanções econômicas quando os esforços diplomáticos não apresentam resultados. A declaração foi feita em meio ao aumento das ameaças entre os dois países e à intensificação das medidas econômicas contra o governo iraniano. Países do Golfo também são ameaçados Autoridades do Irã também fizeram alertas nesta quarta-feira, 19, direcionados a países do Golfo que eventualmente decidam colaborar com os Estados Unidos. A advertência ocorre em um momento de elevada tensão regional, principalmente devido à importância estratégica do Estreito de Ormuz para o transporte internacional de petróleo e outros produtos energéticos. Emirados Árabes Unidos rompem relações econômicas com o Irã No contexto da crise, os Emirados Árabes Unidos, considerados um importante aliado dos Estados Unidos na região, anunciaram o rompimento de seus vínculos econômicos e financeiros com o Irã. As autoridades emiradenses justificaram a decisão citando o aumento das ações militares iranianas, incluindo ataques realizados com mísseis. Desde o início do conflito, o governo iraniano também tem buscado apoio por meio de grupos e aliados regionais. Paralelamente, Teerã mantém relações próximas com potências como China e Rússia, que possuem interesses estratégicos e econômicos na região. Estreito de Ormuz aumenta tensão internacional Outro ponto de preocupação envolve o Estreito de Ormuz, uma das principais rotas marítimas utilizadas para o transporte de petróleo no mundo. A região ganhou ainda mais importância durante a atual escalada de hostilidades. Na segunda-feira, 17, Trump afirmou que poderia realizar ataques contra Omã caso o país dificultasse a reabertura da passagem estratégica. A declaração acrescentou uma nova dimensão às tensões diplomáticas e militares na região. Apesar da postura de confronto adotada nas declarações recentes, o presidente dos Estados Unidos também afirmou que Washington poderá voltar a negociar com Teerã no futuro.
Mundo

Trump inicia guerra econômica contra o Irã e ameaça países que os apoiarem

20 de agosto de 2026
Durante governo Biden, mais de 3 mil imigrantes brasileiros foram deportados, todos também vieram algemados
Mundo

Durante governo Biden, mais de 3 mil imigrantes brasileiros foram deportados, todos também vieram algemados

27 de janeiro de 2025
Presidente da Coreia do Sul decreta Lei Marcial; país está agora, nas mãos dos militares
Mundo

Presidente da Coreia do Sul decreta Lei Marcial; país está agora, nas mãos dos militares

3 de dezembro de 2024
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?