Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Trump retira os Estados Unidos da Organização Mundial da Saúde (OMS)
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Câmara aprova projeto que endurece punições para descarte irregular de lixo
STJ solta dono da Choquei, Poze do Rodo e MC Ryan presos em esquema de R$ 1,6 bilhão
Governo Lula autoriza nomeação de mil aprovados para concurso da PF
“Não coloco arma na cabeça de ninguém”, dispara influencer Lili Vasconcelos que quebra o silêncio após operação policial; VEJA VÍDEO
Em Sinop, Flávio Bolsonaro reafirma apoio a Wellington e Medeiros e promete destravar a Ferrogrão; VEJA VÍDEO

23 de abril de 2026 17:32

Ad imageAd image
OpiniãoMT > Blog > Mundo > Trump retira os Estados Unidos da Organização Mundial da Saúde (OMS)
Mundo

Trump retira os Estados Unidos da Organização Mundial da Saúde (OMS)

Donald Trump retirou os EUA da OMS em 2020, citando questões financeiras e influência chinesa. Saiba como essa decisão impactou a saúde global.

última atualização: 21 de janeiro de 2025 16:59
Redação OPMT
Compartilhar
3 Minutos de Leitura
Trump retira os Estados Unidos da Organização Mundial da Saúde (OMS)
Trump decidiu revisar a Estratégia de Segurança da Saúde Global dos EUA, prevista para 2024. Imagem: White House.
Compartilhar

No início de seu segundo mandato, Donald Trump assinou um decreto que oficializou a retirada dos Estados Unidos da OMS. A decisão foi fundamentada, principalmente, em críticas à disparidade nas contribuições financeiras entre os países membros e à condução da organização durante a pandemia de covid-19.  

Em 2020, o então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a saída do país da Organização Mundial da Saúde (OMS), citando desigualdade nas contribuições financeiras e críticas à atuação da organização durante a pandemia de covid-19. A medida gerou debates internacionais e foi revertida em 2021 pela administração de Joe Biden.  

A saída dos EUA da OMS 

Segundo Trump, enquanto os EUA contribuíam com aproximadamente US$ 500 milhões anualmente, a China com mais de 1 bilhão de habitantes, aporta menos de US$ 100 milhões. Essa discrepância foi destacada pelo ex-presidente como injusta, questionando o papel da organização em gerenciar recursos de forma eficaz.  

Além das questões financeiras, Trump acusou a OMS de estar sob forte influência do governo chinês. Para a administração norte-americana, Pequim teria exercido controle sobre as decisões da entidade, o que teria prejudicado a resposta global à pandemia.  

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, foi alvo de críticas do governo Trump, sendo acusado de colaborar com a China para ocultar informações importantes sobre a origem do vírus. A OMS também foi questionada por suas políticas de saúde reprodutiva e sexual, consideradas contrárias às ideologias do governo republicano.  

Diante disso, Trump decidiu suspender os repasses financeiros à OMS e reavaliar a participação de funcionários norte-americanos na organização. Ele ainda propôs buscar novos parceiros para assumir atividades previamente conduzidas pela agência.  

Impactos globais e suspensão de negociações

A saída dos EUA da OMS teve impactos significativos na saúde global, uma vez que o país era o maior financiador da organização. A decisão também levou à interrupção das negociações sobre o Acordo Pandêmico da OMS e a revisão das emendas ao Regulamento Sanitário Internacional, ambos instrumentos voltados para fortalecer a resposta global a futuras crises de saúde pública.  

Além disso, o governo Trump decidiu revisar a Estratégia de Segurança da Saúde Global dos EUA, prevista para 2024, indicando mudanças substanciais nas prioridades norte-americanas no cenário internacional.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também vai gostar de ver

Israel acusa jornalistas de ligação com Hamas e Hezbollah
Mundo

Israel acusa jornalistas de ligação com Hamas e Hezbollah

23 de outubro de 2024
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciou nesta quinta-feira (20) que o país aceitou a proposta de cessar-fogo incondicional apresentada pelos Estados Unidos. A decisão foi tomada após uma conversa de uma hora e meia com o presidente norte-americano, Donald Trump. O objetivo é criar condições favoráveis para um acordo de paz duradouro. Durante o diálogo, Trump compartilhou detalhes de sua recente conversa com o presidente russo, Vladimir Putin, enfatizando a necessidade de suspender ataques a infraestruturas civis, especialmente no setor energético. Zelensky afirmou que a Ucrânia está comprometida com essa iniciativa, destacando a importância da medida para a proteção da população e da infraestrutura crítica do país. A proposta de Cessar-Fogo dos EUA As tratativas para o cessar-fogo tiveram início em uma reunião realizada no início de março em Jeddah, na Arábia Saudita, entre representantes da Ucrânia e dos Estados Unidos. Durante as discussões, foram abordadas estratégias para garantir que o acordo seja respeitado por ambas as partes envolvidas no conflito. Zelensky reforçou que a cooperação com os EUA é essencial para a busca de uma resolução pacífica, ressaltando que o envolvimento da liderança norte-americana pode acelerar o processo de pacificação. "Acreditamos que, junto da América e sob a liderança de Trump, podemos conquistar uma paz duradoura ainda neste ano", declarou o presidente ucraniano. Nos próximos dias, representantes dos governos ucraniano e norte-americano se reuniram novamente na Arábia Saudita para definir os detalhes da implementação do cessar-fogo e questões de segurança. Um dos pontos principais das negociações será a criação de mecanismos para monitorar e garantir o cumprimento do acordo. Outro aspecto crítico em debate é a defesa aérea da Ucrânia. Zelensky enfatizou a necessidade de fortalecer a segurança do país para proteger a população civil contra possíveis ofensivas. No entanto, essa questão pode gerar tensão com Moscou, uma vez que Putin condicionou seu apoio ao cessar-fogo à garantia de que a Ucrânia não expanda seu arsenal militar. Aspectos humanitários e outras demandas Além das questões militares e diplomáticas, o acordo também aborda temas humanitários, incluindo a troca de prisioneiros de guerra e o retorno de crianças ucranianas levadas pela Rússia. Segundo Zelensky, a aceitação da proposta de cessar-fogo demonstra o compromisso da Ucrânia com a busca pela paz. "Os ucranianos querem paz", afirmou o presidente. A continuidade das negociações entre Ucrânia e Estados Unidos será fundamental para avançar na resolução pacífica do conflito. Zelensky destacou que manterá contato frequente com Trump e sua equipe para garantir que o processo avance de maneira efetiva.
Mundo

Ucrânia aceita proposta de Cessar-Fogo dos EUA e busca acordo de paz

20 de março de 2025
Joe Biden concede perdão presidencial ao filho Hunter condenado por corrupção
Mundo

Joe Biden concede perdão presidencial ao filho Hunter condenado pela justiça

2 de dezembro de 2024
Efeito Trump: Bitcoin atinge US$ 100 mil pela primeira vez em sua história
Mundo

Efeito Trump: Bitcoin atinge US$ 100 mil pela primeira vez em sua história

5 de dezembro de 2024
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
adbanner
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?