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Leia: STF abre licitação para monitorar quem fala mal da corte nas redes sociais
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25 de abril de 2026 10:30

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OpiniãoMT > Blog > Brasília > STF abre licitação para monitorar quem fala mal da corte nas redes sociais
Brasília

STF abre licitação para monitorar quem fala mal da corte nas redes sociais

STF abre licitação para monitoramento de redes sociais, com contrato de até R$ 250 mil e foco em análise de menções e gestão de crises.

última atualização: 25 de abril de 2026 09:07
Redação OPMT
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3 Minutos de Leitura
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Prédio do Supremo Tribunal Federal em Brasília-DF. Imagem: STF.
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O Supremo Tribunal Federal (STF) anunciou a abertura de uma licitação para contratar uma empresa especializada em monitoramento de redes sociais, em meio a um cenário de crescente atenção pública sobre suas decisões e atuação institucional. A iniciativa prevê um investimento de quase R$ 250 mil, conforme informações divulgadas em edital oficial.

Monitoramento de redes sociais será feito em tempo real

De acordo com o documento, a sessão pública do pregão eletrônico está marcada para o dia 11 de maio, às 14h. A escolha da empresa vencedora seguirá o critério de menor preço, e o contrato inicial terá duração de 12 meses.

O serviço contratado deverá acompanhar continuamente a presença digital do STF e de seus ministros em plataformas como X, Instagram, YouTube, Facebook e TikTok. A proposta inclui a coleta e análise de dados relacionados a menções feitas ao tribunal nesses ambientes digitais.

Volume de dados pode chegar a 500 mil menções diárias

O edital estabelece que a empresa deverá lidar com um volume expressivo de informações, podendo alcançar até 500 mil citações por dia. Essas menções precisarão ser analisadas tanto de forma quantitativa quanto qualitativa.

Além disso, será exigida a classificação automática do sentimento das publicações, categorizando-as como positivas, negativas ou neutras. Esse tipo de análise permitirá identificar o tom das interações envolvendo o STF nas redes sociais.

Relatórios e alertas sobre repercussão nas redes sociais

Outro ponto previsto no contrato é o envio de alertas diários sobre conteúdos que possam gerar grande repercussão. Esses avisos deverão ser encaminhados por aplicativos de mensagens, permitindo respostas rápidas da equipe responsável.

A empresa também terá a responsabilidade de elaborar relatórios periódicos, tanto diários quanto mensais. Esses documentos deverão apresentar informações sobre tendências, alcance das publicações e impacto das interações nas plataformas digitais.

Painéis digitais facilitarão acesso às informações

O STF também solicitou a implementação de painéis digitais com atualização frequente. Esses sistemas permitirão que a equipe do tribunal acompanhe, em tempo real, os dados coletados e analisados.

A estrutura mínima exigida para a execução do serviço inclui uma equipe com pelo menos quatro profissionais dedicados, garantindo o funcionamento contínuo do monitoramento.

Licitação ocorre em meio a críticas ao STF

A abertura do processo licitatório acontece em um momento de maior pressão sobre a Corte. O STF tem sido alvo de questionamentos relacionados a decisões recentes e à condução de investigações.

Recentemente, declarações do ministro Gilmar Mendes geraram repercussão negativa, ampliando o debate público sobre o papel do tribunal. A situação levou a pedidos de retratação, aumentando a visibilidade do tema nas redes sociais.

Segundo o edital, o objetivo do monitoramento é fortalecer a comunicação institucional e contribuir para a gestão de crises, considerando o alto volume de interações envolvendo o STF no ambiente digital.

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