Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: “Se não fosse isso, eu estaria morta”: mulher acusada de matar o marido a facadas se entrega e alega legítima defesa em Várzea Grande
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Você sabia que o mosquito da dengue também pode adoecer e matar pets?
Cortes do orçamento pode fechar quartéis pelo país, alerta Defesa
União Europeia confirma veto à carne brasileira a partir de setembro
Elon Musk prestes a se tornar o primeiro trilionário da era moderna
Sobe para 6 o número de mortos em tragédia na MT-358; VEJA VÍDEO

7 de junho de 2026 23:35

Ad imageAd image
OpiniãoMT > Blog > Várzea Grande > “Se não fosse isso, eu estaria morta”: mulher acusada de matar o marido a facadas se entrega e alega legítima defesa em Várzea Grande
Várzea Grande

“Se não fosse isso, eu estaria morta”: mulher acusada de matar o marido a facadas se entrega e alega legítima defesa em Várzea Grande

última atualização: 17 de outubro de 2025 10:20
Jornalista Mauad
Compartilhar
3 Minutos de Leitura
Foto: Reprodução/ Olhar jurídico
Compartilhar

*Sêmia Mauad/ Opinião MT

Quatro dias após o assassinato brutal do marido, Ana Maria Bueno, de 40 anos, se entregou voluntariamente à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) na última quinta-feira, dia 16 de outubro. Ela é a principal suspeita de ter desferido sete facadas contra o companheiro, Joel Mesquita da Silva, de 33 anos, em um crime ocorrido no domingo, 12 de outubro, no bairro São Mateus, em Várzea Grande.

Ao se apresentar à DHPP, a acusada tentou justificar o homicídio, alegando legítima defesa e arrependimento. Ana Maria Bueno afirmou estar embriagada no momento do crime e disse ter apenas se defendido das agressões do marido, que também estaria alcoolizado. Ela tentou justificar o ato com uma declaração forte:

“Se não fosse isso, eu estaria morta e ele aqui.”

O delegado Edison Pick, responsável pela investigação, detalhou a versão apresentada pela acusada, mas ressaltou a cautela da Polícia Civil diante das evidências.

“Contou que os dois estavam bebendo desde a manhã e que a briga começou à noite. Disse que foi agredida e reagiu. É difícil falar em legítima defesa quando a vítima tem múltiplas perfurações e marcas de defesa. Mas a investigação é que vai comprovar as circunstâncias exatas”, ponderou o Delegado Pick.

O desentendimento que terminou em tragédia ocorreu na Rua 7, no bairro São Mateus. Testemunhas relataram à polícia que o casal passou o domingo inteiro ingerindo bebidas alcoólicas, o que elevou o nível de tensão entre os dois.

A motivação do assassinato, segundo os relatos, foi o desejo de Joel de continuar bebendo. A discussão se acirrou quando ele afirmou que sairia para consumir mais álcool, irritando profundamente a companheira.

A situação escalou para a violência física. Embora testemunhas indiquem que Joel teria se armado com uma faca e avançado contra Ana Maria, a mulher conseguiu tomar a arma. Em seguida, ela desferiu diversos golpes contra o homem.

Joel Mesquita da Silva foi atingido por sete facadas, com a maioria das perfurações localizadas no pescoço e na cabeça.

Após ser golpeado, Joel ainda tentou fugir do ataque correndo para a frente da residência, mas caiu antes de conseguir se afastar e morreu no local devido à gravidade dos ferimentos. O Samu foi acionado, mas apenas pôde constatar a morte.

O caso segue sob a investigação da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que agora irá periciar as provas apreendidas e confrontar a versão da acusada com os indícios de múltiplas perfurações e as marcas de defesa da vítima para determinar a circunstância exata do crime.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também vai gostar de ver

PolíticaVárzea Grande

Flávia Moretti define nomes para Secretaria de Defesa Social e Guarda Municipal

14 de dezembro de 2024
Várzea Grande

Mulher de 30 anos morre após ingestão de bebidas e deixar UPA sem alta médica

14 de novembro de 2025
Várzea Grande

Polícia Ambiental fecha garimpo ilegal em Várzea Grande e aplica multa de R$ 28 mil

1 de maio de 2026
Várzea Grande

Homem é morto a facadas pela companheira após discussão em Várzea Grande (MT)

13 de outubro de 2025
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?