Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Réu que matou empresária enquanto ela dormia é condenado a 31 anos de prisão em Cuiabá
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Lula sanciona lei que perdoa dívidas de MEIs e amplia faturamento
Justiça torna 12 pessoas rés por queda de avião da Voepass que matou 62 pessoas
Malha fina: Receita Federal notifica 498,5 mil contribuintes
Dengue: cerca de 1,8 mil cidades brasileiras estão em alerta
Depoimento de vereador revela bastidores de suposta propina de R$ 500 mil pelo DAE e R$ 100 mil em sacola em Várzea Grande (MT)

21 de outubro de 2026 18:29

Ad image
OpiniãoMT > Blog > Justiça > Réu que matou empresária enquanto ela dormia é condenado a 31 anos de prisão em Cuiabá
Justiça

Réu que matou empresária enquanto ela dormia é condenado a 31 anos de prisão em Cuiabá

Jornalista Mauad
Publicado em: 21 de outubro de 2026
Compartilhar
4 Minutos de Leitura
Foto: Rafael Medeiros SBT Cuiabá
Compartilhar

*Sêmia Mauad/ Opinião MT

Em julgamento realizado na última terça-feira, dia 20 de outubro, no Fórum da Comarca de Cuiabá, o Tribunal do Júri condenou Jackson Pinto da Silva, de 38 anos, a 31 anos e três dias de reclusão em regime inicial fechado, além de um mês e três dias de detenção em regime aberto. Ele foi responsabilizado pelo brutal assassinato da companheira, a empresária Nilza Moura Sousa da Silva, de 64 anos.

Durante o julgamento, o promotor de Justiça Vinícius Gayva destacou a frieza e a premeditação da conduta do réu.

“A premeditação e a dificuldade ou impossibilidade de defesa por parte da vítima, nesse caso concreto, é evidente. A vítima estava deitada na sua alcova, onde ela convivia maritalmente, sob o mesmo teto com o réu, e ali mesmo teve a sua vida ceifada de maneira brutal e por meio de asfixia. Existe a ocultação de cadáver, existe a notícia falsa de crime, que ele inventou essa história de cobertura para dizer que ela havia sido sequestrada, existe a cobrança de valores, uma perspectiva de engrandecimento patrimonial para além daquilo que ele herdaria.”

O réu foi condenado pelos crimes de feminicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver e comunicação falsa de crime. Além da pena privativa de liberdade, a sentença judicial determinou o pagamento de 15 dias-multa e fixou uma indenização no valor de 50 salários-mínimos, a ser paga aos sucessores da vítima a título de reparação mínima pelos danos causados.

O crime ocorreu na manhã de 4 de maio de 2026, na residência onde o casal morava, no bairro Parque Cuiabá. De acordo com as investigações da Polícia Civil e a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), Jackson aproveitou o momento em que Nilza dormia para enforcá-la utilizando uma braçadeira, conhecida como enforca-gato.

Após cometer o feminicídio, o acusado transportou o corpo até outro imóvel da vítima, situado no mesmo bairro. Para ocultar o cadáver, contratou um serviço de escavação sob o pretexto de construir uma fossa, onde enterrou a empresária. Na sequência, para despistar as autoridades e os familiares, Jackson compareceu a uma delegacia e registrou um boletim de ocorrência relatando o suposto desaparecimento e sequestro da companheira.

Conforme apurado ao longo do inquérito e confirmado nos autos, o feminicídio foi motivado por razões patrimoniais e marcado pelo menosprezo à condição de mulher da vítima, agravado pelo fato de Nilza ter mais de 60 anos. Logo após o assassinato, o réu assumiu o controle dos bens da empresária e chegou a transferir R$ 18 mil do cartão de crédito dela para a própria conta bancária.

A materialidade do crime e a autoria foram comprovadas pelo laudo de necropsia, que atestou morte por asfixia mecânica, além de provas telemáticas, documentos, depoimentos de testemunhas e a confissão do próprio acusado prestada à Justiça.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print

Você também vai gostar de ver

Justiça

MPE instaura investigação sobre “ranking de estupráveis” na UFMT e exige explicações da Reitoria

8 de maio de 2026
Justiça

Emanuel Pinheiro e ex-secretário de Turismo tem contas bloqueadas, e estão impedidos de sair do país

10 de março de 2025
Justiça

Justiça de Peixoto de Azevedo sentencia assassino a 31 Anos de prisão por crime chocante de feminicídio; VEJA VÍDEO

19 de setembro de 2025
Justiça

Justiça suspende decreto de Abilio que barrava lotes menores de 200 m² em Cuiabá

4 de julho de 2026
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?