Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Policial militar presta depoimento na DHPP após conversar por 8 minutos com suspeito de feminicídio; VEJA VÍDEO
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Com dívida de R$ 17,3 bilhões, Casas Bahia pede recuperação judicial
Mensagens reveladas pela PF, mostra articulações de Lulinha com lobista
Homeschooling: família catarinense é condenada por educar filhos em casa
9 milhões de empresas estão inadimplentes no Brasil, diz Serasa Experian
Pesquisa BTG/Nexus mostra Lula e Flávio empatados no 2º turno

18 de agosto de 2026 07:19

OpiniãoMT > Blog > Polícia > Policial militar presta depoimento na DHPP após conversar por 8 minutos com suspeito de feminicídio; VEJA VÍDEO
Polícia

Policial militar presta depoimento na DHPP após conversar por 8 minutos com suspeito de feminicídio; VEJA VÍDEO

Jornalista Mauad
Publicado em: 17 de agosto de 2026
Compartilhar
4 Minutos de Leitura
Foto: Reprodução
Compartilhar

*Sêmia Mauad/ Opinião MT

As investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) sobre o feminicídio de Ana Cristina Pacheco Matos, de 20 anos, assassinada com um tiro na nuca na frente do próprio filho de 3 anos, ganharam um capítulo polêmico nesta segunda-feira, dia 17 de agosto.

O policial militar Juarez Cândido Silva compareceu à DHPP pela manhã para prestar esclarecimentos após ser apontado em diligências como tendo mantido contato direto com o principal suspeito do crime, Fabiano Oliveira Borges, o “Pepi”, de 43 anos, logo após o assassinato.

De acordo com o delegado Bruno Abreu, responsável pelas investigações, equipes conjuntas das polícias Civil e Militar realizavam diligências quando encontraram o computador do suspeito com o WhatsApp Web aberto. Foi nesse momento que os investigadores descobriram registros de comunicação entre o PM Juarez e o foragido Fabiano.

“O suspeito recebe uma informação às 10h40 de que estaria sendo procurado por feminicídio, com provas. Ele teve ciência às 10h40 e, neste horário, imediatamente, o policial militar faz uma ligação para ele. O suspeito não atende, ele manda um áudio e o suspeito retorna para ele dez minutos depois e fica oito minutos no telefone com esse policial militar”, detalhou o delegado Bruno Abreu.

O ponto que gerou suspeita tanto na Polícia Civil quanto na Polícia Militar foi a omissão temporária do militar em comunicar aos superiores que estava conversando com um criminoso foragido por feminicídio.

Conforme a autoridade policial, o PM Juarez só informou o comando horas mais tarde, e apenas depois de descobrir que os investigadores já haviam mapeado o contato telefônico entre ele e “Pepi”.

A JUSTIFICATVA DO POLICIAL MILITAR

Em entrevista à imprensa após prestar depoimento na DHPP, o policial militar Juarez Cândido Silva negou qualquer envolvimento criminoso ou tentativa de acobertamento, alegando que a única intenção era capturar o suspeito por conta própria.

“Eu fiz a ligação na melhor das intenções, para que pudéssemos fazer a detenção do Fabiano. O fato de eu ter o contato dele, porque ele consertava meu celular, não significa que eu tenha oferecido algum benefício ou vantagem. A intenção, realmente, era fazer a detenção. No momento oportuno seria avisado o meu comandante para fazer a condução”, defendeu-se o militar.

Questionado sobre o porquê de não ter acionado os superiores imediatamente, Juarez argumentou que tentava negociar uma rendição.

“Como ele não falou, aí eu tive que avisar. Eu sou um policial, tenho autonomia de conduzir algumas situações. Como achei que seria o momento de aguardar ele dar o ‘pronto’ para se entregar, eu resolvi aguardar. Se ele pedisse, eu ofereceria ajuda pra ele, que seria fazer a condução. Eu não estava fazendo investigação por conta própria, estava conduzindo a situação de modo que, se ele se entregasse, eu acionaria minha guarnição”, justificou.

O FEMINICIDIO

Ana Cristina Pacheco Matos foi morta na manhã do último sábado, dia 15 de agosto, no interior da kitnet situada no bairro Alvorada, em Cuiabá.

O crime foi cometido na presença do filho de 3 anos da vítima, que foi trancado sozinho no imóvel após a fuga do agressor.

O principal suspeito, Fabiano Oliveira Borges, Pepi, proprietário de uma loja de assistência técnica de celulares na mesma região, continua sendo procurado pelas equipes policiais.

O caso é tratado pela DHPP como feminicídio qualificado e abandono de incapaz.

VEJA VÍDEO

https://opiniaomt.com.br/wp-content/uploads/2026/08/video-policial.mp4

Vídeo: Olhar Direto

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print

Você também vai gostar de ver

Polícia

Polícia Federal combate abuso infantojuvenil com nova fase de operação em Cuiabá

25 de julho de 2025
Polícia

População espanca homem suspeito de abusar de adolescente; crime aconteceu em Várzea Grande

25 de junho de 2024
Polícia

Operação policial revela que pessoa próxima facilitou roubo violento e sequestro relâmpago em Cuiabá

11 de agosto de 2026
Polícia

Membro de facção com extensa ficha criminal morre em confronto com a Força Tática em Primavera do Leste (MT)

24 de abril de 2026
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?