Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Polícia Civil desarticula em Mato Grosso esquema de estelionato que aplicava o golpe do ‘Falso Executivo’
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Após vexame na Copa, Seleção Brasileira sobe no ranking da Fifa
Ciclosporíase: conheça a diarreia explosiva que assola os americanos
Bebê dado como morto é encontrado vivo em saco funerário
Flávio Bolsonaro é oficializado pelo PL como candidato à Presidência
Governo Lula nega entrada de emissários dos EUA que viriam fiscalizar urnas

25 de julho de 2026 22:04

OpiniãoMT > Blog > Polícia > Polícia Civil desarticula em Mato Grosso esquema de estelionato que aplicava o golpe do ‘Falso Executivo’
Polícia

Polícia Civil desarticula em Mato Grosso esquema de estelionato que aplicava o golpe do ‘Falso Executivo’

Jornalista Mauad
Publicado em: 9 de junho de 2026
Compartilhar
4 Minutos de Leitura
Foto: Polícia Civil-MT
Compartilhar

*Sêmia Mauad/ Opinião MT

A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, prestou apoio operacional à Polícia Civil do Rio Grande do Sul na deflagração da Operação Interface. A ofensiva tem como objetivo desarticular uma associação criminosa especializada em estelionatos eletrônicos, com foco na aplicação do golpe conhecido no meio policial como “Falso Executivo”.

As ações em solo mato-grossense resultaram no cumprimento de 48 ordens judiciais, sendo 32 mandados de busca e apreensão domiciliar e 16 mandados de prisão preventiva, distribuídos entre as cidades de Cuiabá e Várzea Grande. No total geral do país, a operação movimentou 87 ordens judiciais, englobando também alvos no estado do Rio Grande do Norte, além do bloqueio imediato de dezenas de contas bancárias ligadas aos investigados.

PREJUÍZO DE r$ 193 MIL E A DINÂMICA DO GOLPE

A investigação, conduzida pela 3ª Delegacia de Polícia de Canoas, teve início ainda em 2025. O estopim das apurações foi um golpe eletrônico que gerou um prejuízo financeiro de R$ 193 mil para uma empresa do setor industrial gaúcho.

O esquema funcionava de maneira altamente estratégica. Os criminosos utilizavam aplicativos de mensagens instantâneas e criavam perfis falsos se passando por diretores e executivos de grandes companhias. Na sequência, eles faziam contato com funcionários dos setores financeiro e administrativo, induzindo-os a realizar transferências de urgência.

No caso investigado, uma assistente financeira da indústria efetuou os pagamentos para contas de terceiros acreditando piamente que estava cumprindo ordens do presidente da empresa. O perfil golpista exibia a foto real do executivo e, como ele estava em viagem de negócios, a funcionária considerou a solicitação de pagamento a fornecedores via mensagem algo rotineiro.

Ela só desconfiou do crime dois dias depois, ao notar que os valores transferidos eram muito elevados e exigidos em um curto espaço de tempo. Ao checar diretamente com o superior, constatou que o número de telefone não pertencia a ele. Toda a execução e a logística do crime partiam da Baixada Cuiabana.

ESTRATÉGIA DE PULVERIZAÇÃO FINANCEIRA

Para blindar o dinheiro obtido ilegalmente, a rede criminosa estruturou uma engenharia financeira em Mato Grosso baseada no uso de “conteiros”, pessoas que emprestam, alugam ou vendem as contas bancárias para receber os valores ilícitos.

O dinheiro da indústria gaúcha era pulverizado imediatamente após o depósito em dezenas de contas vinculadas a instituições financeiras digitais (fintechs) espalhadas pelo Brasil. De acordo com a Polícia Civil, essa estratégia de fracionamento rápido visa dificultar o rastreamento das autoridades e impedir mecanismos de recuperação de valores pelas vítimas.

Os suspeitos identificados e presos na operação possuem uma extensa ficha criminal pela prática de crimes cibernéticos e estelionatos semelhantes.

O material apreendido nos endereços de Cuiabá e Várzea Grande foi recolhido e passará por perícia técnica para rastrear os reais beneficiários dos lucros da fraude.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print

Você também vai gostar de ver

Apoiador de Lula, dono da Choquei é preso por lavagem de dinheiro do PCC
Polícia

Apoiador de Lula, dono da Choquei é preso por lavagem de dinheiro do PCC

15 de abril de 2026
Polícia

Cuidador de carro é baleado por motorista de caminhonete em Várzea Grande (MT)

24 de agosto de 2024
Polícia

Empresária de Lucas do Rio Verde foi brutalmente assassinada com 21 facadas aponta IML

8 de julho de 2025
Polícia

Assassino de Sargento desembarca em Cuiabá sob forte aparato policial; VEJA VÍDEO

8 de fevereiro de 2026
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?