Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: PGR recomenda prisão domiciliar para Débora Rodrigues, presa desde 2023
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Você sabia que o mosquito da dengue também pode adoecer e matar pets?
Cortes do orçamento pode fechar quartéis pelo país, alerta Defesa
União Europeia confirma veto à carne brasileira a partir de setembro
Elon Musk prestes a se tornar o primeiro trilionário da era moderna
Sobe para 6 o número de mortos em tragédia na MT-358; VEJA VÍDEO

8 de junho de 2026 05:22

Ad imageAd image
OpiniãoMT > Blog > Brasília > PGR recomenda prisão domiciliar para Débora Rodrigues, presa desde 2023
Brasília

PGR recomenda prisão domiciliar para Débora Rodrigues, presa desde 2023

A PGR pediu a prisão domiciliar de Débora Rodrigues, presa desde de 2023 por pichar uma estátua. STF avaliará decisão.

última atualização: 28 de março de 2025 17:17
Redação OPMT
Compartilhar
4 Minutos de Leitura
PGR recomenda prisão domiciliar para Débora Rodrigues, presa desde 2023
O caso está sob análise do ministro Alexandre de Moraes, relator do processo no STF. Imagem: Redes Sociais.
Compartilhar

A Procuradoria-Geral da República (PGR) recomendou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que a cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, de 39 anos, seja transferida para prisão domiciliar. Presa preventivamente desde março de 2023, Débora foi detida por ter escrito com batom a frase “perdeu, mané” em uma estátua localizada na sede dos Três Poderes, em Brasília.

Prisão domiciliar para Débora Rodrigues

O pedido foi feito pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, e enviado ao STF nesta sexta-feira (28). No parecer, a PGR negou o pedido de liberdade provisória feito pela defesa de Débora, mas argumentou que a prisão domiciliar se justifica juridicamente.

A defesa da cabeleireira destacou que ela é mãe de duas crianças menores de 12 anos e responsável pelo sustento da família. Apesar disso, o parecer do Ministério Público sustentou que tais fatores não anulam os elementos que levaram à decretação e revisão de sua prisão preventiva.

No documento enviado ao STF, a PGR defendeu que a prisão preventiva de Débora se baseia em “riscos concretos à ordem pública e à garantia de aplicação da lei penal”. No entanto, Gonet sugeriu que a prisão domiciliar pode ser aplicada considerando os princípios da proteção à maternidade e ao melhor interesse das crianças.

Agora, o caso está sob análise do ministro Alexandre de Moraes, relator do processo no STF. O julgamento encontra-se suspenso desde a segunda-feira (24), quando o ministro Luiz Fux solicitou vista do processo. Ele tem até 90 dias para devolvê-lo para decisão da Primeira Turma do STF.

Acusações contra Débora Rodrigues

Débora responde a várias acusações graves, incluindo “associação criminosa armada”, “tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito”, “tentativa de golpe de Estado”, “dano qualificado pela violência e grave ameaça contra o patrimônio da União” e “deterioração de patrimônio tombado”.

A cabeleireira, que reside em Paulínia, interior de São Paulo, viajou para Brasília no dia 7 de janeiro de 2023. Durante sua estadia, passou a noite em um acampamento próximo ao Quartel-General do Exército antes de se dirigir à Praça dos Três Poderes no dia seguinte, junto a outros manifestantes.

Na ocasião, ela escreveu na estátua “A Justiça”, situada em frente à sede do STF, a frase “perdeu, mané”, dita anteriormente pelo ministro do Supremo, Luís Roberto Barroso. Por esse ato e sua suposta participação nos eventos do dia 8 de janeiro, o ministro Alexandre de Moraes votou pela condenação de Débora a 14 anos de prisão, sendo 12 anos e seis meses em regime fechado. O ministro Flávio Dino acompanhou a decisão.

A decisão final sobre a situação de Débora Rodrigues depende do ministro Luiz Fux, que tem até 90 dias para devolver o processo ao STF. A possibilidade de prisão domiciliar levanta questionamentos sobre a adequação da pena ao princípio da proteção à maternidade e o impacto da medida na garantia da ordem pública.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também vai gostar de ver

Câmara paga R$ 1 Bi por ano com funcionários sem controle de jornada
Brasília

Câmara paga R$ 1 Bi por ano com funcionários sem controle de jornada

21 de julho de 2025
No apagar das luzes, Congresso aprova Orçamento para 2025
Brasília

LDO: No apagar das luzes, Congresso aprova Orçamento para 2025

18 de dezembro de 2024
Lindbergh Farias, líder do PT na Câmara. Imagem: Marina Ramos/Câmara dos Deputados.
Brasília

Lindbergh Farias pede à PF que investigue o uso da bandeira americana no 7 de setembro

10 de setembro de 2025
Após reportagem, Moraes proíbe Advogada de facções de participar de reunião no STF
Brasília

Após reportagem, Moraes proíbe Advogada de facções de participar de reunião no STF

5 de novembro de 2025
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?