Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: PGR recomenda prisão domiciliar para Débora Rodrigues, presa desde 2023
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Câmara aprova projeto que endurece punições para descarte irregular de lixo
STJ solta dono da Choquei, Poze do Rodo e MC Ryan presos em esquema de R$ 1,6 bilhão
Governo Lula autoriza nomeação de mil aprovados para concurso da PF
“Não coloco arma na cabeça de ninguém”, dispara influencer Lili Vasconcelos que quebra o silêncio após operação policial; VEJA VÍDEO
Em Sinop, Flávio Bolsonaro reafirma apoio a Wellington e Medeiros e promete destravar a Ferrogrão; VEJA VÍDEO

23 de abril de 2026 18:34

Ad imageAd image
OpiniãoMT > Blog > Brasília > PGR recomenda prisão domiciliar para Débora Rodrigues, presa desde 2023
Brasília

PGR recomenda prisão domiciliar para Débora Rodrigues, presa desde 2023

A PGR pediu a prisão domiciliar de Débora Rodrigues, presa desde de 2023 por pichar uma estátua. STF avaliará decisão.

última atualização: 28 de março de 2025 17:17
Redação OPMT
Compartilhar
4 Minutos de Leitura
PGR recomenda prisão domiciliar para Débora Rodrigues, presa desde 2023
O caso está sob análise do ministro Alexandre de Moraes, relator do processo no STF. Imagem: Redes Sociais.
Compartilhar

A Procuradoria-Geral da República (PGR) recomendou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que a cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, de 39 anos, seja transferida para prisão domiciliar. Presa preventivamente desde março de 2023, Débora foi detida por ter escrito com batom a frase “perdeu, mané” em uma estátua localizada na sede dos Três Poderes, em Brasília.

Prisão domiciliar para Débora Rodrigues

O pedido foi feito pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, e enviado ao STF nesta sexta-feira (28). No parecer, a PGR negou o pedido de liberdade provisória feito pela defesa de Débora, mas argumentou que a prisão domiciliar se justifica juridicamente.

A defesa da cabeleireira destacou que ela é mãe de duas crianças menores de 12 anos e responsável pelo sustento da família. Apesar disso, o parecer do Ministério Público sustentou que tais fatores não anulam os elementos que levaram à decretação e revisão de sua prisão preventiva.

No documento enviado ao STF, a PGR defendeu que a prisão preventiva de Débora se baseia em “riscos concretos à ordem pública e à garantia de aplicação da lei penal”. No entanto, Gonet sugeriu que a prisão domiciliar pode ser aplicada considerando os princípios da proteção à maternidade e ao melhor interesse das crianças.

Agora, o caso está sob análise do ministro Alexandre de Moraes, relator do processo no STF. O julgamento encontra-se suspenso desde a segunda-feira (24), quando o ministro Luiz Fux solicitou vista do processo. Ele tem até 90 dias para devolvê-lo para decisão da Primeira Turma do STF.

Acusações contra Débora Rodrigues

Débora responde a várias acusações graves, incluindo “associação criminosa armada”, “tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito”, “tentativa de golpe de Estado”, “dano qualificado pela violência e grave ameaça contra o patrimônio da União” e “deterioração de patrimônio tombado”.

A cabeleireira, que reside em Paulínia, interior de São Paulo, viajou para Brasília no dia 7 de janeiro de 2023. Durante sua estadia, passou a noite em um acampamento próximo ao Quartel-General do Exército antes de se dirigir à Praça dos Três Poderes no dia seguinte, junto a outros manifestantes.

Na ocasião, ela escreveu na estátua “A Justiça”, situada em frente à sede do STF, a frase “perdeu, mané”, dita anteriormente pelo ministro do Supremo, Luís Roberto Barroso. Por esse ato e sua suposta participação nos eventos do dia 8 de janeiro, o ministro Alexandre de Moraes votou pela condenação de Débora a 14 anos de prisão, sendo 12 anos e seis meses em regime fechado. O ministro Flávio Dino acompanhou a decisão.

A decisão final sobre a situação de Débora Rodrigues depende do ministro Luiz Fux, que tem até 90 dias para devolver o processo ao STF. A possibilidade de prisão domiciliar levanta questionamentos sobre a adequação da pena ao princípio da proteção à maternidade e o impacto da medida na garantia da ordem pública.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também vai gostar de ver

Hugo Motta barra votação do PL da Anistia e Partido Liberal mantém obstrução
Brasília

Hugo Motta barra votação do PL da Anistia e Partido Liberal mantém obstrução

3 de abril de 2025
Sem agenda oficial, viagem de senadores brasileiros aos EUA para discutir tarifas já custou quase R$ 500 mil
Brasília

Sem agenda oficial, viagem de senadores brasileiros aos EUA já custou quase R$ 500 mil

29 de julho de 2025
Ex-presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, defende “bala na nuca” de Jair Bolsonaro
Brasília

Ex-presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, defende “bala na nuca” de Jair Bolsonaro

5 de agosto de 2025
Câmara analisa urgência de projeto que suspende aumento do imposto sobre IOF
Brasília

Câmara analisa urgência de projeto que suspende aumento do imposto sobre IOF

16 de junho de 2025
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
adbanner
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?