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23 de abril de 2026 13:19

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OpiniãoMT > Blog > Brasil > PF investiga fraude milionária envolvendo Grupo Fictor e Comando Vermelho
Brasil

PF investiga fraude milionária envolvendo Grupo Fictor e Comando Vermelho

Operação da PF apura uso de rede ligada ao Grupo Fictor e ao Comando Vermelho para fraudes e lavagem de dinheiro.

última atualização: 25 de março de 2026 14:34
Redação OPMT
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3 Minutos de Leitura
PF investiga fraude milionária envolvendo Grupo Fictor e Comando Vermelho
Na imagem acima, está Rafael Gois, CEO do Grupo Fictor. Imagens: Redes Sociais.
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Uma investigação conduzida pela Polícia Federal aponta que o Grupo Fictor teria conexão com uma estrutura utilizada também por integrantes do Comando Vermelho para movimentação e ocultação de recursos ilícitos. A apuração integra a Operação Fallax, deflagrada nesta quarta-feira (25), com ações simultâneas em diferentes estados brasileiros.

Operação investiga rede envolvendo Grupo Fictor

A ação policial teve como um dos principais alvos o empresário Rafael de Gois, fundador e CEO do grupo, que foi alvo de mandados de busca e apreensão em São Paulo. Outro nome citado nas investigações é Luiz Rubini, ex-integrante da empresa, também incluído nas medidas judiciais.

De acordo com a Polícia Federal, a estrutura investigada funcionava como uma engrenagem que permitia tanto a atuação de empresários quanto de membros de organização criminosa. A suspeita é de que o sistema era compartilhado para viabilizar operações financeiras fraudulentas e práticas de lavagem de dinheiro.

Estrutura do esquema fraudulento

As apurações indicam que o esquema utilizava empresas de fachada para dar aparência legal a recursos de origem ilícita. Essas companhias eram constituídas com capital social inconsistente e passavam a operar de forma simulada.

Simulação de movimentações financeiras

Para reforçar a credibilidade das operações, eram realizadas transações fictícias, incluindo emissão de boletos e pagamentos cruzados entre empresas. Esse processo criava um histórico financeiro artificial, com o objetivo de enganar instituições bancárias.

Além disso, há indícios de participação de funcionários de instituições financeiras, que teriam sido cooptados para inserir informações falsas nos sistemas, facilitando a concessão de crédito e outras operações.

Participação do Grupo Fictor nas operações

Empresas ligadas ao Grupo Fictor teriam desempenhado papel relevante na engrenagem financeira investigada. Segundo a Polícia Federal, essas organizações ajudavam a movimentar valores e criar uma falsa sensação de liquidez, dificultando a identificação das irregularidades.

Parte dos recursos obtidos de forma ilícita era destinada à aquisição de bens de alto valor e também convertida em criptoativos, o que aumentava a complexidade do rastreamento.

Valores e instituições afetadas

As investigações apontam que o volume total de fraudes ultrapassa R$ 500 milhões. Entre as instituições financeiras afetadas estão grandes bancos que operam no país, incluindo Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Bradesco, Santander e Safra.

Medidas judiciais e prisões

A Justiça Federal autorizou uma série de medidas no âmbito da operação, incluindo 43 mandados de busca e apreensão e 21 mandados de prisão preventiva. Também foi determinado o bloqueio de bens até o limite de R$ 47 milhões. Além disso, houve autorização para quebra de sigilo bancário de dezenas de pessoas físicas e centenas de empresas envolvidas. Até a manhã desta quarta-feira (25), pelo menos 13 suspeitos já haviam sido detidos durante a operação.

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