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12 de maio de 2026 09:01

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Bolsonaro

Nunes Marques será relator de anulação de pena de Bolsonaro

Ministro Nunes Marques será responsável por analisar pedido da defesa de Jair Bolsonaro para revisar condenação no STF.

última atualização: 11 de maio de 2026 19:48
Redação OPMT
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4 Minutos de Leitura
Nunes Marques será relator de anulação de pena de Bolsonaro
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A definição do ministro Nunes Marques como relator do pedido de revisão criminal apresentado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) movimentou o Supremo Tribunal Federal (STF) nesta segunda-feira (11). A ação busca reverter a condenação de 27 anos e 3 meses de prisão aplicada ao ex-chefe do Executivo por tentativa de golpe de Estado. O magistrado foi escolhido por sorteio e ficará encarregado de conduzir os próximos passos do processo dentro da Corte.

O recurso foi protocolado pelos advogados de Bolsonaro na última sexta-feira e questiona diversos pontos da tramitação da ação penal. A defesa sustenta que ocorreram irregularidades processuais capazes de comprometer a validade do julgamento realizado pela Primeira Turma do STF.

Nunes Marques assume relatoria da revisão criminal

Indicado ao Supremo por Jair Bolsonaro em 2020, Kassio Nunes Marques agora terá a responsabilidade de analisar os argumentos apresentados pelos advogados do ex-presidente. O pedido foi distribuído entre os integrantes da Segunda Turma da Corte, colegiado formado por Gilmar Mendes, Dias Toffoli, André Mendonça, Luiz Fux e o próprio Nunes Marques.

A escolha ocorreu após a defesa solicitar que o caso fosse direcionado à Segunda Turma do Supremo. O ministro Luiz Fux não participou do sorteio por já ter se pronunciado anteriormente em questões relacionadas ao processo.

Segundo os advogados de Bolsonaro, o julgamento deveria ter ocorrido no plenário do STF, e não na Primeira Turma. A defesa afirma que essa definição teria violado o princípio do chamado “juiz natural”, argumento utilizado para sustentar o pedido de anulação da condenação.

Defesa questiona condução do processo

Na petição apresentada ao Supremo, os representantes do ex-presidente alegam que houve “erro judiciário” durante a tramitação da ação penal. Um dos principais pontos levantados é a suposta existência de “incompetência orgânica absoluta”, tese usada para argumentar que o órgão responsável pelo julgamento não teria competência adequada para analisar o caso.

Outro aspecto citado pela defesa envolve a delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid. Os advogados pedem a invalidação do acordo de colaboração firmado pelo militar, bem como das provas produzidas a partir das declarações prestadas no processo.

Além disso, a equipe jurídica de Bolsonaro sustenta que houve cerceamento de defesa durante o andamento da ação penal, alegando limitações que teriam prejudicado o direito à ampla defesa e ao contraditório.

O que pode acontecer após análise de Nunes Marques

Com a distribuição do processo, caberá a Nunes Marques avaliar inicialmente se o pedido atende aos requisitos legais para prosseguimento. Caso considere admissível a revisão criminal, o ministro poderá solicitar novas diligências e abrir prazo para manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR).

Depois dessa etapa, o caso poderá ser levado para julgamento no colegiado responsável. A revisão criminal é um instrumento jurídico previsto para contestar condenações definitivas, especialmente em situações que envolvam alegações de nulidade processual, ilegalidades ou surgimento de fatos novos relevantes.

Revisão criminal pode alterar condenação

A legislação brasileira estabelece que a revisão criminal pode resultar em diferentes desfechos. Entre as possibilidades estão a anulação da condenação, absolvição do réu, redução da pena ou até mesmo a reclassificação dos crimes atribuídos.

Por outro lado, a lei também determina que esse tipo de procedimento não pode agravar a punição anteriormente aplicada ao condenado. Assim, mesmo em caso de nova análise do mérito, não existe possibilidade de aumento da pena já definida pela Corte.

O caso segue agora sob responsabilidade do ministro Nunes Marques, que deverá decidir os próximos encaminhamentos relacionados ao pedido protocolado pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro.

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