Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Lula sanciona reajuste salarial de 8% para Judiciário federal a partir de 2026
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Câmara aprova projeto que endurece punições para descarte irregular de lixo
STJ solta dono da Choquei, Poze do Rodo e MC Ryan presos em esquema de R$ 1,6 bilhão
Governo Lula autoriza nomeação de mil aprovados para concurso da PF
“Não coloco arma na cabeça de ninguém”, dispara influencer Lili Vasconcelos que quebra o silêncio após operação policial; VEJA VÍDEO
Em Sinop, Flávio Bolsonaro reafirma apoio a Wellington e Medeiros e promete destravar a Ferrogrão; VEJA VÍDEO

24 de abril de 2026 00:08

Ad imageAd image
OpiniãoMT > Blog > Governo Lula > Lula sanciona reajuste salarial de 8% para Judiciário federal a partir de 2026
Governo Lula

Lula sanciona reajuste salarial de 8% para Judiciário federal a partir de 2026

Lula sanciona reajuste salarial de 8% para servidores do Judiciário da União a partir de 2026, com veto às parcelas previstas para 2027 e 2028.

última atualização: 22 de dezembro de 2025 16:46
Redação OPMT
Compartilhar
3 Minutos de Leitura
Lula sanciona reajuste salarial de 8% para Judiciário federal a partir de 2026
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinando termo de posse em 2023. Imagem: Redes Sociais.
Compartilhar

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o projeto de lei que estabelece reajuste salarial de 8% para os servidores do Poder Judiciário da União, com efeitos a partir de 2026. O reajuste salarial atinge servidores efetivos, ocupantes de cargos comissionados e funções de confiança, mas não se estende a magistrados nem a ministros dos tribunais superiores.

Detalhes do reajuste salarial aprovado

A proposta foi aprovada pelo Congresso Nacional em novembro e previa a concessão do reajuste salarial de forma escalonada, dividida em três parcelas. O texto original previa um aumento inicial em 2026, seguido de novos reajustes em julho de 2027 e julho de 2028. No entanto, ao sancionar a matéria, o presidente decidiu manter apenas a primeira parcela.

Com a sanção parcial, o reajuste salarial fica limitado ao percentual de 8% previsto para 2026. As parcelas seguintes foram retiradas do texto final por meio de veto presidencial, alterando o cronograma inicialmente aprovado pelos parlamentares.

Motivos do veto presidencial

Na mensagem encaminhada ao Congresso Nacional, Lula justificou o veto às parcelas futuras afirmando que a criação de despesas obrigatórias para exercícios posteriores ao término de seu mandato fere as normas da Lei de Responsabilidade Fiscal. Segundo o presidente, a legislação impede que o chefe do Executivo autorize aumentos permanentes de gastos com pessoal que ultrapassem o período de sua gestão.

O entendimento do governo é que a manutenção dos reajustes previstos para 2027 e 2028 poderia comprometer o equilíbrio das contas públicas, ao gerar obrigações sem garantia de cobertura orçamentária futura.

Impacto para os servidores do Judiciário

Parlamentares que defenderam a proposta afirmam que o reajuste salarial aprovado busca amenizar perdas acumuladas pelos servidores do Judiciário federal nos últimos anos. Desde 2019, a categoria enfrentou longos períodos sem correção salarial e reajustes considerados insuficientes para acompanhar a inflação.

Representantes dos servidores avaliam que o percentual de 8% não recompõe integralmente as perdas inflacionárias do período, mas consideram a sanção do aumento como um avanço diante do atual cenário fiscal. Já integrantes da equipe econômica do governo argumentam que o veto às parcelas futuras evita a criação de despesas permanentes sem previsão orçamentária definida.

Próximos passos no Congresso Nacional

Com a sanção parcial do projeto, caberá agora ao Congresso Nacional analisar os vetos presidenciais. Os parlamentares poderão decidir pela manutenção ou derrubada dos dispositivos vetados. Caso os vetos sejam rejeitados, os reajustes salariais previstos para 2027 e 2028 poderão ser restabelecidos.

A eventual derrubada dos vetos exigiria novas discussões sobre o impacto orçamentário e possíveis ajustes no orçamento federal para acomodar o aumento das despesas com pessoal nos anos seguintes.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também vai gostar de ver

Comandantes do Hezbollah deixam o Líbano em direção ao Brasil
Governo Lula

Comandantes do Hezbollah deixam o Líbano em direção ao Brasil

19 de abril de 2025
Auxílio Gás de R$ 108 começa a ser pago hoje para 5 milhões de famílias
Governo Lula

Auxílio Gás de R$ 108 começa a ser pago hoje para 5 milhões de famílias

20 de outubro de 2025
Como fica o rombo no orçamento com os R$ 20 bilhões em gastos liberados pelo governo
Governo Lula

Como fica o rombo no orçamento com os R$ 20 bilhões em gastos liberados pelo governo

23 de julho de 2025
Arrecadação Federal bate recorde histórico em julho com R$ 230 Bilhões, alta de 9,55%
Governo Lula

Arrecadação Federal bate recorde histórico em julho com R$ 230 Bilhões, alta de 9,55%

22 de agosto de 2024
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
adbanner
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?