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Leia: “indícios mais do que suficientes”, afirma juiz e manda militar da Rotam e caseiro a júri por homicídio de advogado
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23 de abril de 2026 15:43

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OpiniãoMT > Blog > Justiça > “indícios mais do que suficientes”, afirma juiz e manda militar da Rotam e caseiro a júri por homicídio de advogado
Justiça

“indícios mais do que suficientes”, afirma juiz e manda militar da Rotam e caseiro a júri por homicídio de advogado

última atualização: 25 de agosto de 2025 10:39
Jornalista Mauad
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2 Minutos de Leitura
Foto: Montagem/ Folhamax
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*Sêmia Mauad/ Opinião MT

O juiz Francisco Ney Gaíva, da 14ª Vara Criminal de Cuiabá, proferiu sentença na última sexta-feira, dia 22 de agosto, determinando que o policial militar da Rotam, Heron Teixeira, e o caseiro Alex Roberto Queiroz Silva serão julgados pelo Tribunal do Júri Popular pelo assassinato do advogado Renato Nery, ocorrido em julho do ano passado.

O magistrado destacou que o conjunto probatório é robusto o suficiente para a pronúncia dos réus.

“Dessa forma, a combinação da confissão judicial com os depoimentos testemunhais e as provas técnicas produzidas na investigação policial constitui um conjunto de indícios mais do que suficiente para submetê-lo a julgamento pelo Tribunal do Júri”, afirmou o juiz sobre a participação do caseiro Alex. Em relação ao militar, o magistrado completou:

“Assim, os indícios apontam que Heron não só conectou os mandantes ao executor, mas também participou da logística financeira e da tentativa de ocultação de provas, justificando sua pronúncia como partícipe do homicídio.”

A dupla foi pronunciada em sentença, e o julgamento será marcado em data futura. Até lá, o juiz decidiu manter os dois réus presos preventivamente.

O assassinato de Renato Nery, ocorrido enquanto ele chegava ao seu escritório em Cuiabá, foi encomendado por R$ 200 mil pelos produtores rurais Cesar Sechi e Julinere Goulart Bentos, que disputavam terras milionárias com a vítima.

A PARTICIPAÇÃO DOS ACUSADOS

Alex Roberto Queiroz Silva, o caseiro, é acusado de matar o advogado. Já Heron Teixeira, policial da Rotam, teria agido, de acordo com a investigação, como intermediário e organizador da logística do crime.

Além do homicídio, Heron e Alex também são acusados de fraude processual (por tentarem ocultar provas), abuso de autoridade (pelo envolvimento de militares e armas da corporação), e integração a uma organização criminosa.

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