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Leia: Governo estuda liberar recursos do FGTS para pagamento de dívidas
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23 de abril de 2026 10:01

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OpiniãoMT > Blog > Governo Lula > Governo estuda liberar recursos do FGTS para pagamento de dívidas
Governo Lula

Governo estuda liberar recursos do FGTS para pagamento de dívidas

Governo estuda programa para pagamento de dívidas com descontos, juros menores e uso do FGTS para aliviar o endividamento das famílias.

última atualização: 8 de abril de 2026 15:35
Redação OPMT
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5 Minutos de Leitura
Governo estuda liberar recursos do FGTS para pagamento de dívidas
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O governo federal estuda a criação de um amplo programa voltado ao pagamento de dívidas, com o objetivo de reduzir o endividamento das famílias brasileiras e facilitar a reorganização financeira de milhões de pessoas. A iniciativa foi detalhada pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, em entrevista coletiva realizada nesta terça-feira, 7 de abril.

Programa para pagamento de dívidas deve ter alcance amplo

De acordo com o ministro, o projeto em elaboração pretende atender diferentes perfis da população, incluindo trabalhadores informais, famílias de baixa renda e microempreendedores individuais (MEIs). A proposta prevê a renegociação de débitos com condições mais favoráveis, permitindo que o pagamento de dívidas ocorra com menor impacto no orçamento mensal.

Descontos e juros mais baixos estão em análise

Entre os principais pontos discutidos está a possibilidade de concessão de garantias pela União. Essa medida pode permitir que instituições financeiras ofereçam taxas de juros reduzidas e condições mais acessíveis para a renegociação.

Além disso, o programa pode incluir descontos expressivos, que podem chegar a até 80% do valor total devido. Estão contempladas dívidas como cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal, modalidades que concentram grande parte do endividamento no país.

Inclusão de pessoas com dívidas em dia

Outro aspecto em análise é a inclusão de pessoas que, apesar de manterem seus compromissos financeiros em dia, apresentam alto comprometimento de renda. Nesse caso, o objetivo seria permitir a migração para linhas de crédito mais baratas, facilitando o pagamento de dívidas e reduzindo o risco de inadimplência futura.

Governo avalia restrições para evitar novo endividamento

Como contrapartida, o governo discute a criação de mecanismos para evitar que os beneficiários voltem a se endividar após aderirem ao programa. Uma das propostas envolve limitar o acesso a apostas digitais, conhecidas como “bets”, para participantes da iniciativa. Segundo o ministro, a medida busca garantir que o alívio financeiro obtido com o pagamento de dívidas não seja comprometido por novos gastos considerados de risco.

Uso do FGTS pode ajudar no pagamento de dívidas

Outra possibilidade em estudo é a liberação de parte dos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para quitar débitos. A medida está sendo analisada em conjunto com o Ministério do Trabalho, que avalia os impactos sobre a sustentabilidade do fundo.

Caso seja considerada viável, a iniciativa poderá ampliar as alternativas para o pagamento de dívidas, especialmente para trabalhadores com saldo disponível no FGTS.

Endividamento das famílias segue elevado no Brasil

O debate sobre o novo programa ocorre em um cenário de alto nível de endividamento. Dados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), divulgada pela Confederação Nacional do Comércio (CNC), indicam que 79,5% das famílias brasileiras possuíam algum tipo de dívida em janeiro.

Cartão de crédito lidera entre as dívidas

O cartão de crédito aparece como principal modalidade, presente em 85,4% dos casos. Em seguida, estão os carnês (15,9%), crédito pessoal (12,2%), financiamento habitacional (9,6%) e financiamento de veículos (8,7%). Outras modalidades incluem crédito consignado, cheque especial e cheque pré-datado.

Taxa de juros elevada impacta o pagamento de dívidas

Especialistas apontam que o alto nível de endividamento está diretamente relacionado à taxa básica de juros. Atualmente, a Selic está em 14,75% ao ano, mesmo após recente redução pelo Banco Central. O patamar elevado encarece o crédito, dificulta o pagamento de dívidas e impacta negativamente o consumo e o crescimento econômico. O Brasil figura entre os países com maior taxa de juros real do mundo, o que agrava o cenário para famílias endividadas.

Diálogo com bancos busca viabilizar programa

O governo tem mantido conversas com bancos, fintechs e demais instituições financeiras para estruturar o programa. A intenção é criar um modelo mais simples e acessível do que iniciativas anteriores, ampliando o alcance e facilitando a adesão. Apesar dos avanços nas discussões, o formato final ainda não foi definido. A expectativa é de que o anúncio oficial ocorra nos próximos dias.

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