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Leia: Empresária é morta por marido que simulou sequestro e enterrou corpo em imóvel de aluguel; VEJA VÍDEO
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22 de outubro de 2026 15:36

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OpiniãoMT > Blog > Violência contra a Mulher > Empresária é morta por marido que simulou sequestro e enterrou corpo em imóvel de aluguel; VEJA VÍDEO
Violência contra a Mulher

Empresária é morta por marido que simulou sequestro e enterrou corpo em imóvel de aluguel; VEJA VÍDEO

Jornalista Mauad
Publicado em: 6 de maio de 2026
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3 Minutos de Leitura
Foto: Reprodução
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*Sêmia Mauad/ Opinião MT

Um crime brutal chocou a capital mato-grossense. A empresária Nilza Moura de Sousa Antunes, de 64 anos, foi assassinada pelo próprio marido, Jackson Pinto da Silva, de 38 anos, que confessou ter enforcado a vítima e ocultado o cadáver em uma cova de dois metros de profundidade. O suspeito ainda tentou criar um cenário de extorsão para despistar as autoridades.

O CRIME E A OCULTAÇÃO DO CADÁVER

De acordo com as investigações, o assassinato ocorreu no último domingo, dia 3 de maio, na residência onde o casal morava. Jackson utilizou abraçadeiras plásticas, conhecidas como “enforca-gato”, para amarrar os pés e os braços da esposa, além de utilizá-las para estrangulá-la até a morte.

Na última segunda-feira, dia 4 de maio, o feminicida transportou o corpo de Nilza para uma propriedade pertencente à própria vítima, localizada no bairro Parque Cuiabá, que estava disponível para aluguel.

No local, Jackson contratou uma máquina para cavar um buraco de aproximadamente dois metros de profundidade. Após jogar o corpo na cova, ele cobriu parte manualmente e utilizou a máquina para finalizar o aterro.

A FARSA DO SEQUESTRO

Para sustentar a mentira do desaparecimento, Jackson postou uma foto do casal tomando açaí no domingo, indicando que ela estaria bem naquele momento. Na segunda-feira, ele procurou a Delegacia de Estelionato, afirmando que Nilza havia desaparecido e que ele estava sofrendo extorsão.

O criminoso chegou a realizar transferências via PIX para diversas contas, simulando o pagamento do falso resgate que estaria sendo pedido por supostos sequestradores.

A CAMISA LIMPA E A CONFISSÃO DO CRIME

A farsa começou a desmoronar devido à observação minuciosa dos investigadores. Durante entrevista coletiva a imprensa, a delegada Eliane Morais, da Delegacia de Estelionato (DEEF), explicou que a equipe notou que Jackson usava a mesma camisa da foto tirada no domingo com a esposa.

“A partir de uma camisa que ele estava vestido no domingo […] é que a equipe começou a desconfiar, porque já estava lavadinha. Aí questionou por que lavou, e ele começou a ficar nervoso, começou a cair em contradição e logo depois confessou”, detalhou a delegada.

Pressionado, o acusado confessou o crime e foi preso em flagrante.

HISTÓRICO E PRÓXIMOS PASSOS DA POLÍCIA

Embora não houvesse medidas protetivas vigentes, Nilza já havia registrado um boletim de ocorrência contra Jackson em 2017 por perseguição. Na época, um inquérito foi instaurado, mas não resultou em condenação ou processo criminal posterior.

O caso foi encaminhado para a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que deve indiciar Jackson Pinto da Silva pelos crimes de feminicídio e ocultação de cadáver.

VEJA VÍDEO

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Vídeo: Reprodução

 

 

 

 

 

 

 

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