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Leia: “Ela não merece viver”, diz mãe de grávida assassinada para retirada de bebê
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23 de abril de 2026 23:15

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OpiniãoMT > Blog > Caso Emilly > “Ela não merece viver”, diz mãe de grávida assassinada para retirada de bebê
Caso Emilly

“Ela não merece viver”, diz mãe de grávida assassinada para retirada de bebê

última atualização: 20 de março de 2025 10:12
Jornalista Mauad
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3 Minutos de Leitura
Foto: Reprodução
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*Sêmia Mauad/ Opinião MT

A mãe da adolescente grávida Emelly Azevedo Sena, de 16 anos, que foi morta brutalmente para a retirada do bebê que esperava, afirma que aguarda por justiça. Além disso, disse que a acusada de cometer o crime, Nataly Helen Pereira Martins, de 25 anos, “não merece viver”.

“Na verdade, essa mulher não merece viver. Ela não tem que ter liberdade porque ela tirou algo de mim muito grande e levou algo grande de mim, que é a minha filha, uma parte de mim. Porque não está sendo fácil”, afirmou Ana Paula Azevedo, durante visita a Assembleia Legislativa, na última quarta-feira, dia 19 de março.

Ana Paula ainda falou sobre a bebê que está sendo cuidada pela família.

“Ela está bem, graças a Deus. Está sendo bem cuidada. Ela está sendo meu refúgio para tudo isso que está acontecendo”, disse.

O CRIME

A investigação da polícia apontou que a adolescente grávida, Emelly Azevedo Sena, de 16 anos, foi morta para a retirada do bebê que esperava. O crime teria sido premeditado por Nataly Helen Pereira, de 25 anos, que afirmou que atraiu a jovem por meio de promessas de doação para a bebê.

O corpo da adolescente foi encontrado pelos policiais em uma cova rasa, na casa dos pais da acusada. Ela mesma cavou o buraco para enterrar a vítima.

Emelly teve a bebê retirada do ventre ainda viva pela suspeita que afirmou ter cometido o crime sozinha. A vítima morreu depois de sangramento intenso causado pelo corte no abdômen para a retirada da recém-nascida.

A suspeita foi detida pela polícia depois de procurar atendimento médico em um Hospital da capital, afirmando ter tido a criança em casa, em um parto natural. Quando os exames foram realizados, a equipe da unidade de saúde, afirmou que os resultados eram incompatíveis com o de uma mulher grávida. A Polícia então foi acionada e prendeu a acusada e o companheiro dela, que a acompanhava.

Outras duas pessoas também foram presas: o cunhado e o irmão da acusada. Os três homens, depois de serem ouvidos, posteriormente, foram liberados pela polícia, que ainda investiga o caso.

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