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Leia: DJ é alvo da Polícia Civil por transformar festas eletrônicas em “balcão de negócios” para o tráfico e armas; VEJA VÍDEOS
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7 de junho de 2026 22:10

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OpiniãoMT > Blog > Polícia > DJ é alvo da Polícia Civil por transformar festas eletrônicas em “balcão de negócios” para o tráfico e armas; VEJA VÍDEOS
Polícia

DJ é alvo da Polícia Civil por transformar festas eletrônicas em “balcão de negócios” para o tráfico e armas; VEJA VÍDEOS

última atualização: 6 de março de 2026 11:06
Jornalista Mauad
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3 Minutos de Leitura
Foto: Polícia Civil
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*Sêmia Mauad/ Opinião MT

A Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) deflagrou, na manhã desta sexta-feira, dia 6 de março, a Operação Last Loop.

A ação mira uma estrutura criminosa sofisticada que utilizava o cenário da música eletrônica na capital mato-grossense para a distribuição em larga escala de entorpecentes e armamentos.

O principal alvo da investigação é um DJ que atuava como organizador de eventos. Segundo a Polícia Civil, ele utilizava posição de influência no setor de entretenimento para criar o ambiente perfeito para a comercialização de drogas. As festas não eram apenas momentos de lazer, mas sim pontos estratégicos de venda de MDMA (ecstasy), LSD e derivados de cannabis. Além de cocaína, que era distribuída em ambientes de alta rotatividade.

A investigação ainda revelou que o grupo também negociava armas de fogo ilegalmente.

OFENSIVA JUDICIAL EM TRÊS CIDADES

A operação mobilizou equipes para o cumprimento de 12 ordens judiciais em Cuiabá, Várzea Grande e Alta Floresta. O balanço inclui:

-06 Mandados de Prisão Preventiva: Sendo que alguns dos investigados já se encontravam no sistema prisional e tiveram novas ordens de prisão decretadas pela Justiça.

-06 Mandados de Busca e Apreensão Domiciliar: Visando recolher provas, drogas e armas.

“LARANJAS” E PAGAMENTOS VIA PIX

Para tentar escapar do radar do Coaf e da Polícia, a quadrilha utilizava uma engenharia financeira para dificultar o rastreamento do dinheiro.

Os pagamentos das drogas e armas eram realizados via Pix, mas nunca para as contas diretas dos traficantes. O montante era pulverizado em contas de empresas de fachada e de terceiros (laranjas), tentando dar uma aparência de legalidade às transações comerciais.

LOGÍSTICA E REGULARIDADE

A Denarc destacou que o grupo não agia de forma amadora. Havia uma estrutura organizada e uma regularidade impressionante nas transações. A escolha dos eventos de música eletrônica como “quartel-general” era estratégica, aproveitando a aglomeração e o perfil do público para camuflar o tráfico de alto valor agregado.

VEJA VÍDEOS

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